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quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Adriano Siqueira e seu livro "Adorável Noite".


Adriano é um amigo e escritor. Como não podia deixar de ser, um escritor de contos de horror. Este é seu trabalho publicado pela Editora Estronho e que tem uma "degustação" para o leitor ver o que o aguarda.
Amigos, este blog não é apenas para divulgar meus trabalhos, pois qualquer um que escreva sabe o quanto é importante ter apoio e... força de vontade.
Cliquem na capa do livro e tenham uma boa leitura.

Sinopse da obra:

O Vampiro tradicional e sombrio, veste a sua capa escura e cheia de ondulações criadas pelo tempo, retorna através da magia, do sangue, do pacto com as criaturas da noite, da vontade ardente proveniente da sua selvageria pelo sangue.
O legado da sua dominação climática e dos seres noturnos, mantém o seus caninos salientes e pontiagudos.
Seu abraço, cheio de desejo, reúne as forças da sua alma aprisionada, para novamente combater os seus inimigos como fazia em seu Castelo. Para tomar o que é seu. A sua eternidade.
A sedução absoluta que vem dos predadores para conquistar as suas vítimas, mantém o seu reinado e a sua eternidade.
O prazer de ser dominante dos seres viventes deixa-o mais forte e menos solitário. O encanto que provem de suas palavras enchem o corpo da vitima de puro delírio ardente, quente que chega a aprisionar a alma daqueles que se entregam, pela tentação e pelo pacto de sangue.
Existem aqueles que se protegem recusando a sua entrada em sua morada, mas a experiente criatura noturna sempre descobrirá dentro da sua alma, qual a melhor maneira de seduzi-lo.
Ele não está morto e nem está vivo... Está apenas faminto.
E para isso ele vai mentir, vai jurar, vai prometer, vai te abraçar e quando você confiar...
Ele vai saciar a sua sede.
É chegada a hora do Vampiro atormentado sair de cena e começar a atormentar.
Sua alma ferve e clama pelo seus abraços.
E o Vampiro costuma atender pedidos, dos perdidos, dos abandonados, pois é deles o seu legado.
Aceite o convite... a adorável noite te espera.
Adriano Siqueira, autor de  Adorável Noite
  • Autor: Adriano Siqueira
  • Formato: 14cm x 21cm
  • Páginas: 158, papel pólen bold 90g / couchê 90g  * com fotos coloridas do autor e sua coleção sobre o tema 'vampiros'
  • Valor: R$ 22,00 


Escrever para arriscar - Lições de Ray Bradbury


Luís Antônio Giron

Texto publicado originalmente na página da Revista Época.
Autoria: Luís Antônio Giron

O escritor americano Ray Bradbury tem 91 anos. Ele devotou sua longa carreira à ficção científica. É um gênero considerado menor pelos críticos universitários - os “scholars”, um termo que soa pejorativo, mas que define bem a atividade daqueles que aplicam teorias a textos literários. Estamos tão contaminados pelas teorizações que a própria expressão “texto literário” provém de algum “scholar”. Enfim, a ficção científica constitui um ramo da literatura fantástica. E, apesar do nariz torcido da crítica, a fantasia tem tomado o lugar de outros tipos de ficção entre os leitores. É um fenômeno peculiar, pois passamos os dois últimos séculos mergulhados em romances, contos e novelas realistas. Os críticos incutiram nos leitores a ideia de que só os textos baseados na realidade formam a grande arte. A fantasia ficava para as crianças. Até que apareceram o britânico C.S. Lewis, o argentino Jorge Luis Borges, o brasileiro José J. Veiga (hoje esquecido) e Ray Bradbury, entre outros autores que demonstraram que a realidade é bem maior do que aquela que os acadêmicos nos enfiaram goela abaixo. Basta consultar as listas de mais vendidos, os rankings de vendas ou as bilheterias para constatar que a fantasia está em moda no cinema, nos livros, nos videogames, na internet. Por causa dessas viradas da história da cultura, o escapismo talvez tenha se tornado a verdadeira realidade.
Por isso, está na hora de prestar atenção ao que os autores fantásticos têm a dizer. Bradbury foi esnobado pelos críticos desde seu primeiro livro, a coletânea de contos Crônicas marcianas, de 1950. Um ano depois, escreveria outro livro desprezado, Fahrenheit 451, que em 1966 foi adaptado ao cinema pelo diretor francês François Truffaut e trouxe a fama ao autor. Em 60 anos de carreira, Bradbury já escreveu mais de 500 histórias. Ele tem muitos leitores no Brasil, mas aposto que poucos sabiam da faceta ensaística e poética de Bradbury. A editora LeYa lança agora no Brasil O Zen e a arte da escrita (168 páginas, tradução de Adriana de Oliveira, R$ 19,90), um pequeno volume publicado originalmente em 1990 que reúne as reflexões e poemas de Bradbury sobre viver e escrever, viver da escrita e escrever sobre a vida. Este é o resumo grosseiro do que o livrinho contém. Na realidade, os onze textos reunidos compõem um manual de orientação a quem queira começar a vida de escritor, mas também a todo aquele que pretenda viver com plenitude. Um manual de autoajuda? Bem mais do que isso, a coletânea revela o que se passa no cérebro de um dos maiores fantasistas do século XX. Um fantasista que elaborou aquela que para mim é a maior declaração de amor aos livros nestes tempos tecnológicos: em Fahrenheit 451, ele retrata o futuro do planeta, em que a sociedade de controle atingiu um tal ponto de excelência, que os livros são proibidos por conter mensagens subversivas e sediciosas à ordem. Nos anos 60, e nos países dominados por regimes totalitários como este aqui, Bradbury enviava uma mensagem de resistência. Tenho carinho por esse livro que confirmou que o amor à “vida inútil” contida nos livros nunca decepciona. Na biblioteca da casa de meus pais, no Rio Grande do Sul dos anos 70, eu me sentia fazendo parte dos “selvagens” que decoravam os livros e, com isso, afrontavam o poder – no caso, a abominável ditadura brasileira. Tive a sorte de ter nascido com uma grande biblioteca em casa. Tomei gosto por escrever e me tornar escritor (afinal de contas, jornalista é escritor ou não é?) com livros provocadores como os de Bradbury. 
Para mim, portanto, é emocionante ler O Zen e a arte da escrita. É um guia que talvez tivesse servido para mim quando mais jovem. Mas, como dizia Charlie Chaplin, a vida é muito curta para que alguém se considera um profissional. Eu parafraseio: a vida é curta demais para alguém se considerar realmente maduro. Os livros são essenciais em qualquer idade, pois obviamente prolongam a vida e o que pensamos dela. O volume recém-publicado de Bradbury parece um monólogo que dá continuidade à declaração de amor de Fahrenheit 451. Nele, Bradbury pretende ensinar “como escalar a árvore da vida, apedrejar a si mesmo e descer sem quebrar nenhum osso nem o espírito”, como ele intitula o prefácio. Bradubry conta que colecionou histórias em quadrinhos, apaixonou-se por carnavais e feiras e então começou a escrever. A pergunta que se faz e que gerou o livro é a seguinte: o que escrever nos ensina? 
Bradbury arrola duas razões. Primeiro, que escrever nos faz lembrar que estamos vivos e que viver e trabalhar é uma dádiva: “Então, embora nossa arte não possa, por mais que desejemos, livrar-nos da guerra, da privação, inveja, cobiça, velhice ou morte, pode nos revitalizar no meio disso tudo”. Segundo, que escrever é sobreviver, como qualquer outro trabalho. Ele aconselha que o escritor faça como o pianista, e pratique todos os dias. “Se você não escrever diariamente, os venenos se acumularão e você começará a morrer, ou enlouquecer, ou ambos”. Ele diz que fica ansioso no primeiro dia em que nada escreveu. Depois vem a tremedeira e a quase-demência. “Uma hora de escrita é como um tônico”, afirma. “Fico em pé, correndo em círculos e gritando por um par de sapatos limpos.” A escrita é o bote salva-vidas quando a morte ameaça. “Isso significa que escrever cura. Não por completo, naturalmente. Você nunca vai tirar seus pais do hospital ou seu melhor amor do túmulo”. 
Evidentemente esse tipo de afirmação cala mais fundo em escritores do que em outras pessoas. Mas o que Bradbury ensina pode ser estendido a qualquer atividade. Escrever, como atuar em qualquer outra área, é se arriscar. Quem fizer, isso, diz, vai descobrir uma nova definição, uma nova palavra para trabalho: “E a palavra é ‘amor’”. Danem-se os escolásticos. O Zen do título é uma brincadeira que ele fez com o método oriental, que se baseia em “koans”, em pequenas lições. Ele explica, num artigo de 1973 (que dá título ao volume), que para escrever é preciso considerar três itens: “trabalho”, “relaxamento” e “não pense!” Trabalhar é um prazer, relaxar uma necessidade e não pensar, uma forma de fazer com que o texto venha até você, e não você correr atrás dele. Ele convida a gente a pensar sobre o mundo. “Você, o prisma, medida da luz do mundo: ela brilha através da sua mente para lançar uma leitura espectrosópica no papel branco, uma leitura diferente da que qualquer outro poderia lançar. Deixe o mundo brilhar através de você. Lance a luz do prisma, calor branco sobre o papel. Faça a sua própria leitura espectroscópica individual”. A única história que existe no mundo é a sua, porque o ser humano é único. Não importa o gênero. O importante é compreender que toda história é legítima, porque escrita por um indivíduo, com sua verdade particular. 
Ao longo de sua reflexão sobre o próprio trabalho, Bradbury formulou um lema que serve para mim que sou admirador dele, e para você que talvez leia esse gênio ou não que fez ficção-cientifica e foi desprezado pela crítica por seu suposto escapismo, chamado Ray Bradbury: “Toda manhã, pulo da cama e piso num campo minado. O campo minado sou eu. Depois da explosão, passo o resto do dia juntando os pedaços. Agora é a sua vez. Pule!”




Novo recurso do Blogger permite que leitores reorganizem conteúdo


Notícia interessante vinda do IG:

O Blogger lançou oficialmente na quarta-feira (28/09) o dynamic view (visualização dinâmica, em português), recurso que permite que os leitores do blog escolham o modelo de blog que mais lhe atrai. Ao selecionar um dos sete modelos disponíveis, o sistema reorganiza o conteúdo do blog no novo formato. Para que os leitores possam fazer as mudanças, é necessário que o dono do blog ative a visualização dinâmica primeiro. O anúncio foi feito no blog oficial do Blogger.
Segundo Harasymiv Antin, engenheiro de software do Google, o novo recurso facilita a visualização dos blogs e permite retirar links de publicações anteriores. Além da barra lateral, que agrupa as publicações na lateral do blog, outros seis novos modelos (Mosaic, Snapshot, Timeslide, Flipcard, Magazine e Classic) foram adicionados ao Blogger.
Para ter acesso aos Dynamic Views, o blogueiro deve adicionar o recurso, encontrando na guia “Template” no painel principal do Blogger. É possível escolher quais modelos estarão disponíveis para a visualização. Com o recurso ativo, um menu aparecerá na área superior esquerda da tela para auxiliar os leitores na escolha.

Amigos,ainda não acionei os Dynamic Views por achar que o visual do blog está agradável e de fácil acesso. Caso queiram que eu mude, basta comentarem e expor suas opiniões e, prontamente, irei usar o recurso. Abraços. Franz.



terça-feira, 27 de setembro de 2011

Sangue Quente - Zumbis sob uma nova (e excelente) ótica.


Tudo o que ouvi sobre este livro está diretamente relacionado ao podcast do Matando Robôs Gigantes #02 - Livros. Não gosto de escrever com base na opinião de outras pessoas, mas sei o quanto os caras do MRG gostam do que fazem e, por isso, o fazem de maneira excelente, sempre trazendo até nós as novidades e suas críticas, opiniões e elogios sobre cinema, quadrinhos, games e livros. 

Isaac Marion
O livro "Sangue Quente", de autoria do Isaac Marion, aborda, de forma brilhante e inovadora, a história de um zumbi e seus conflitos - sim, conflitos - existenciais. Ao contrário das tradicionais relatos, onde essas criaturas são simplesmente assassinas sem motivos, Isaac traz uma nova visão dos zumbis e nos brinda com um personagem cativante, cercado por conflitos internos e, sobretudo, dotado de raciocínio e sentimentos obviamente limitados pela condição de ser um morto que anda. 
As justificativas dele sobre tudo isso são plausíveis e, ao contrário de Crepúsculo, não destróem o mito dos mortos-vivos, apenas acrescentam novas vertentes ao universo destas criaturas. As idéias de Isaac Marion são novidades muito bem-vindas, já que elas acrescentam ânimo aos relatos dos devoradores de cérebros, contribuindo, junto com Walking Dead, para uma retomada no campo literário e cinema de suas histórias.

O que vale deixar bem claro é que, apesar do elogio na capa feito por Stephenie Meyer, este livro não tem qualquer ligação com o universo dos vampiros que brilham.Os direitos da história já foram comprados e, em breve, teremos um novo filme. 
Ouçam o podcast e garanto que irão comprar este fantástico livro. 
P.S.: como não basta indicar e elogiar, este é o link para vocês comprarem o livro por R$ 10,36 através da Amazon. Caso queiram que ocorra um sorteio deste nova obra, mandem um e-mail ou twitter para mim. Boa leitura!





sábado, 24 de setembro de 2011

Batman, o cavaleiro das trevas. Relançamento da edição definitiva


Capa da Edição 2011
Uma ótima notícia para os fãs do morcegão: o encadernado com as séries "Batman - cavaleiro das trevas" e "Batman - cavaleiro das trevas 2" já foi relançado esta semana pela Panini comics. A edição é exatamente a mesma - em conteúdo - da que foi vendida em 2007, com uma nova capa.
Lançada na década de 80 em formato de minissérie, a obra de Frank Miller (Batman, o Cavaleiro das Trevas/Batman: The Dark Knight Returns) é considerada um referencial para os quadrinhos modernos, ao lado de Watchmen e V de vingança. A colorização ficou por conta de sua ex-esposa Lynn Varley e é considerada primorosa até os dias atuais. 
A continuação, Batman, o cavaleiro das trevas 2, foi uma decepção generalizada, pois contrariou todas as expectativas de roteiro, continuidade, desenhos e colorização. Frank Miller escreveu e desenhou Batman: The Dark Knight Strikes Again (DK2), mas levou a história para um lado mais caricato, desprovido do impacto que a primeira história gerou. As cores desta sequência, feitas em computador, ficaram chapadas e, em grande parte, lembram o Batman de Joel Schumacher, absolutamente espalhafatosas. Creio que a história até tem potencial, mas tudo foi perdido ao optar por algo tão distante da primeira obra. Não é uma continuação da HQ original e, em alguns pontos, parece que foi ilustrada e colorida pelo próprio Coringa, tal é a lacuna de qualidade entre DK1 e DK2. 
Li no Omelete (resenha do Érico Borgo) e vou concordar que DK2 provavelmente foi finalizada às pressas, fruto de uma provável pressão por parte dos editores originais sobre Miller. Vai saber...
Capa da edição 2007
Um fato curioso é que, ainda que Cavaleiro das Trevas 2 não tenha atingido 10% das expectativas dos fãs, a revista foi sucesso de vendas, fruto direto do sucesso da primeira história.
O que importa para os que ainda irão comprar o encadernado - R$ 90,00 é o preço de capa - é entender que terão em suas mãos duas obras com quase duas décadas de distância entre uma e outra, onde cada uma reflete parte da realidade de sua época e, principalmente, um momento específico na vida do autor. 
Dica: a leitura da edição de luxo de Cavaleiro das Trevas irá ganhar em impacto se você ler na sequência as edições de "Batman: ano um", "A piada mortal" e "O longo dia das bruxas". São edições imprescindíveis para uma melhor compreensão da mitologia do morcego, ainda que Batman, Cavaleiro das Trevas seja considerada uma aventura fora da cronologia oficial, já que se passa em uma realidade alternativa.

Por ser um relançamento, a edição de 2007 está esgotada e avaliada em alguns sites de vendas por até R$ 500,00 (quinhentos reais).

Nota: alguém percebeu que as capas das edições definitivas não incluíram qualquer desenho de DK2? Talvez isto ajude a ilustrar a importância da HQ junto ao fã, o consumidor do produto final.


Detalhes da edição Formato 18.5 x 27.5 cm
516 páginas
Capa Dura
Lombada Quadrada
Papel Couché
Publicação Especial
Preço: R$ 90.00

Veja as capas da minissérie lançada em 1987: 











Jovem Nerd e Azaghâl no Olhar Digital.


Quando alguém de sua família ou até mesmo um amigo disser: "ficar na internet não lhe dará futuro", mostre a ele a reportagem abaixo. Certamente as opiniões mudarão...

Esta é uma entrevista com o Jovem Nerd e o Azaghâl ao Olhar Digital.
Aos que já os conhecem, serve como ilustração para o que já sabemos. Aos que ainda não ouviram o já famoso Lambda, Lambda, Lambda, tenho convicção que irá lhes incentivar a conhecer e admirar. Os dois são caras muito bem humorados, inteligentes e um exemplo de que ser nerd é algo muito além de um simples rótulo.
Acessem o site Jovem Nerd e descubram este fantástico universo.
Nerd Power!


sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Ilana Casoy e os Serial Killers - Comentários sobre o livro e entrevista.


“ O homem é o único ser capaz de fazer mal a seu semelhante pelo simples prazer de fazê-lo.”
                                                                                                                       (Arthur Schopenhauer)

Ilana Casoy é pesquisadora e escritora na área de violência e criminalidade. Formada em Administração pela FGV e Especialista em Criminologia pelo Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCRIM) também é membro do Núcleo de Antropologia do Direito da USP – NADIR.  Solicitada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público de São Paulo e de outros estados para ajudar na elaboração da análise criminal de casos em andamento. Em suas palestras, trata de assuntos relacionados à criminalidade e violência, com recurso de documentários de suas entrevistas com os assassinos. É autora de quatro livros publicados, sendo o último "A Prova é a Testemunha" – publicado pela Larousse, relato inédito do júri e que mostra como a perícia técnica científica conseguiu provar a participação do casal Anna Carolina Trotta Jatobá e Alexandre Alves Nardoni no assassinato da menina Isabella.
Sua primeira obra, “Serial killer – Louco ou Cruel?”, Ediouro – 9ª Edição – (Edição revista e ampliada/2008), inclui aspectos gerais e psicológicos dos mais famosos serial killers internacionais, passando pelo perfil criminal, investigação e abordando ainda dezesseis casos reais, dentre os mais notórios: Ed Gein, Andrei Chikatilo, Ted Bundy, Albert Fish, Aileen Wuornos (representada no cinema com maestria por Charlize Theron, no filme "Monster: desejo assassino") e o Zodíaco.

fonte: Ilana Casoy
Li o livro "Serial Killer: louco ou cruel" e tive uma grata surpresa. O assunto é interessante, principalmente nos dias atuais em que somos atingidos quase que ciclicamente por notícias de tragédias motivadas por assassinos em série ou assassinos de massa. A autora aborda com propriedade as ações de alguns dos mais famosos assassinos da história recente, sem apelar para o lado sentimental das vidas dos mesmos, como já fizeram alguns autores. Também não há o uso de imagens chocantes das vítimas, o que denota respeito pelas mesmas.
A autora é uma das referências no país quando o assunto são os assassinos em série. Tal posição não foi adquirida por favoritismo e, no livro, isso fica evidente. Os casos são mostrados com grande embasamento em pesquisas e fontes de confiança, além de apresentarem um linguajar acessível a todos.
As histórias descritas, todas veridicas, são chocantes e perturbadoras, mas são fundamentais para que o leitor possa entender um pouco mais desta intrincada e controversa  criatura: o ser humano.
Até que ponto pode ir uma pessoa? Quais os limites? Quais as motivações capazes de transformar um homem comum em um matador da própria espécie? As respostas a todas essas perguntas você irá encontrar nos casos relatados no livro, sem julgamentos.
Outro ponto importante abordado na obra é a averiguação de que, em alguns casos, o autor do crime o praticou com extrema cautela, frieza e lógica, mostrando maldade ao invés de insanidade. O livro foi prefaciado por Percival de Souza e dedicado às vítimas conhecidas e desconhecidas de assassinos loucos e cruéis.

Leia e descubra os motivos que transformaram Ilana em referência na área de pesquisa sobre as mentes e métodos destes assassinos.

Abaixo você pode assistir uma entrevista da autora cedida à Veja:


Quem é o serial killer brasileiro (1/3) por Veja


Como nasce um serial killer (2/3) por Veja


Não tenho medo de entrevistar serial killers (3/3) por Veja


quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Trailer: A hora do espanto (Remake)


Um dos mais cultuados filmes da década de 80 ganha seu remake.
A história foi reformulada para agradar a geração atual, mas não perde muito em relação ao filme anterior.
Maiores informações você pode acessar via Omelete.







Hora do Espanto - 2011
Hora do Espanto - 1985

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Um dos melhores podcasts de literatura da atualidade (PnaE)


Esta é uma dica que eu demorei a postar. Ainda bem que os arquivos para download estão disponíveis.
Conheçam o Papo na Estante, um podcast sobre literatura de altíssimo nível que conta com as presenças e comentários de Thiago Cabello (@thiagocabello), Gabriel O Nerd Escritor (@onerdescritor), Ana Carolina Silveira (@anacarolinars), Eric Novello (@cericn) e Ana C. Rodrigues (@anadefinisterra), além de convidados ilustres como Eduardo Spohr, Raphael Draccon, Luis Eduardo Matta, Leonel Caldela, JM Trevisan e outros.
Acessem Papo na Estante e tenham plena certeza de que os idealizadores e participantes sempre apresentam um bate-papo descontraído, sem pretensões de impor opiniões e, acima de tudo, de muito bom gosto. 

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Livros Popup - a magia que reforça a leitura.


Os e-books são uma grande evolução na leitura, isto é fato. Apesar de ainda pouco acessíveis, pelo preço dos e-readers, eles estão entrando na vida dos brasileiros com mais velocidade a cada dia.
Mas é inegável que a leitura de um livro impresso proporciona um prazer diferente e livre das limitações tecnológicas, principalmente da necessidade de energia (baterias). Claro, isto não tira os méritos das duas formas de leitura.
Outro fator relevante é que os livros digitais também evoluem e já encontramos publicações com trilha sonora e animação, trazendo uma nova experiência em leitura. Estas inovações são inspiração, direta ou indireta, dos livros popup que, desde muito tempo atrás, atraem o leitor - independentemente da idade - por meio de "animações" similares às dobraduras do origami, verdadeiras obras de arte que ganham vida ao abrirmos as páginas do livro. As imagens são criativas e servem como mais um atrativo para quem curte uma boa leitura. 

Texto: Franz Lima
Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.

Eis alguns exemplos de popup:




segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Evanescence - "What You Want" - aquecimento para o Rock in Rio.


Um aperitivo para os que irão curtir esta ótima banda no Rock in Rio. O clip está muito bem elaborado. O som tem peso e atitude.



domingo, 18 de setembro de 2011

Este é o lugar para (re)ver programas, seriados e muito mais da antiguidade...


Foi difícil escrever o título deste post. O que tem que ser dito é o seguinte: acessando Série e desenhos antigos, vocês terão a oportunidade de ver um episódio e conhecer um pouco mais de seriados, desenhos, músicas e filmes bem velhinhos (pelo que vi, há material da década de 60) e interessantes. Os vídeos postados não possuem uma grande qualidade, mas são um ponto de partida para os que desejam conhecer mais sobre aquilo que muita gente tem saudades... inclusive eu rsrsrsrs.
Parabéns ao criador do site. 

Texto: Franz Lima
Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo.



11 - 11 - 2011 (Trailers do filme...)


O novo filme do diretor de Jogos Mortais II. Veja as prévias e tire suas próprias conclusões.




Sombras - Um dos meus primeiros poemas


Parte minha que surge com o sol
Acompanhando meus passos lentos
Por que permaneces intacta, como em formol,
E eu decaio com o passar dos ventos?
Tu que crescestes junto a mim
Vendo meus acertos e erros
Sem se importar com o fim
Em que a lógica cederá ao desespero
Quando sumires com o fim do dia,
O que serei, sem meu único amigo
Que me acompanha sem rebeldia?
Sei que não se vais para me impor castigo,
Mas apenas como imposição do destino
Que tira o medo do homem, que pensa ser menino

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Filhos do Éden - primeiras impressões.


Não há como negar: o Azaghal e o Jovem Nerd sabem fazer um jabá com requintes de crueldade. O nerdcast #276 sobre o novo livro do Eduardo Spohr - Os filhos do Éden - está primoroso, repleto de leituras de nível altíssimo do Guilherme Briggs, além de comentários do próprio Spohr e revelações sobre o processo criativo do livro e notícias sobre os próximos. 
Assim, envolto pela divulgação deste novo trabalho, não pude deixar de comprar meu exemplar de FdE. 
Parabéns a todos que participaram deste episódio do Nerdcast e, principalmente, parabéns ao próprio Spohr. 
A leitura do livro já foi iniciada e, em breve, postarei as impressões (sem spoilers). Mas posso adiantar que a trama promete muito, possui muita ação e tem boa parte de sua ambientação no Rio de Janeiro. Além disso, o Eduardo inicia o livro com um grande agradecimento (caprichado mesmo) a todos os leitores que o ajudaram a alcançar o sucesso, mostrando, além de um grande talento para a escrita, humildade.
Para adquirir seu exemplar e dar uma moral para a galera do Jovem Nerd, acesse Compre Filhos do Éden e tenha uma ótima leitura.
P.S.: Se você é escritor e quer divulgar seu trabalho, mande um e-mail para mim e combinaremos como promover seu trabalho.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Campanhas de conscientização pelo mundo


Essas são imagens que alertam e chocam. Vale a pena parar e refletir sobre suas mensagens.
Não tem outra forma de alertar prontamente sobre problemas tão complexos, a não ser usar o medo e a realidade - aqui tratadas artisticamente - para atingir o âmago das pessoas.

a) Cuidado com os carros quando usar fones de ouvido

 b) Podes perder mais que tua paciência


c) Água contaminada mata mais que a guerra

d) Certas lembranças duram para sempre

e) Garota Perfeita. Magérrima! Trate com cuidado... baixa durabilidade!

f) Nao trate os outros da maneira que você não gostaria de ser tratado.

g) Filhos de pais que fumam chegam mais cedo ao céu.

h) A Terra está aquecendo.


i) Se você não pode alimentá-los, quem o fará?



terça-feira, 13 de setembro de 2011

Jekyll & Hyde: crônicas bipolares - news.


É isso, após alguns e-mails e sugestões, já defini o primeiro tema do podcast das Crônicas Bipolares: "religiões". O assunto é controverso, porém pode render um bom debate e incentivar pesquisas dentro do contexto. 
Caso tenham mais dicas e sugestões, não deixem de me mandar uma mensagem via e-mail ou twitter.


Coletânea "Cassandras" - um sonho que se concretiza.


Esta é uma das notícias que mais me alegra em passar: a coletânea "Cassandras", organizada por Rainier Morilla e apoiada pelo Nerd Escritor, está em fase final. Após alguns contratempos, revisões e muito suor, ela finalmente chegou à diagramação. Em breve teremos o prazer de uma leitura agradável, composta por contos de 20 escritores (inclusive este que vos fala) que mostram sua particular visão sobre a denominada "musa".
Maiores informações serão passadas em breve.
Caso queira conhecer mais materiais do Rainier - e vale conhecer - acesse Roda de Escritores e Rainier Morilla
Aguardem esta ótima surpresa literária.


segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Campanha - Sounds of silence


Deus abençoe o criador do Fone de Ouvido...



Nota de falecimento - Morre o ator principal da série "Spartacus"


Faleceu ontem, dia 11/09, vítima de Linfoma não-Hodgkin, o ator Andy Whitfield. O ator ganhou maior destaque ao protagonizar a série "Spartacus: Blood And Sand".
"Com 39 anos, Whitfield, faleceu na manhã de domingo em Sydney", segundo um comunicado da rádio local "ABC". O ator encontrava-se ao lado de sua esposa Vashti Whitfield.
Sua participação na série foi interrompida quando, em março de 2010, teve a doença diagnosticada. O papel que lhe pertencia foi passado ao ator Liam McIntyre.

O câncer não escolhe vítimas e, tristemente, parte mais um jovem que nos deixa o legado de seu exemplo ao lutar contra a doença.

Rest In Peace.

domingo, 11 de setembro de 2011

Vida com livros - Casas onde a biblioteca é a protagonista


Marisa Viera da Costa (Reportagem) / Zeca Wittner e Gilberto Jr (Fotos) - Estadão
Na biblioteca de Belluzzo, as estantes têm portas de vidro para deixar os 10 mil livros protegidos - Zeca Wittner/AEPara quem gosta de ler, é o lugar mais importante da casa. Na biblioteca, estuda-se, trabalha-se e mergulha-se em outros mundos. E pouco importa se são prateleiras abarrotadas ou uma simples estante, se há obras de arte por perto ou não: o que conta mesmo para estes leitores vorazes é ter um canto para uma boa leitura.
Na biblioteca de Belluzzo, as estantes têm portas de vidro para deixar os 10 mil livros protegidos
Apaixonado por livros, o economista Luiz Gonzaga Belluzzo vem formando sua biblioteca ao longo dos últimos 45 anos. Tem 10 mil volumes que se espalham pelas estantes de duas grandes salas de seu apartamento nos Jardins, pelos armários do corredor e de dois quartos, sem contar os que estão empilhados na mesa de trabalho.
"Uma vez por semana, uma bibliotecária vem aqui guardar os volumes novos. Tudo é catalogado em um programa de computador", diz Belluzzo, ex-presidente do Palmeiras, que, mesmo já aposentado, é professor do curso de Relações Internacionais da Faculdade Campinas (Facamp), da qual é um dos fundadores. O resto do tempo ele passa escrevendo livros (tem oito editados, sobre economia) e, claro, lendo.
Apesar dos milhares de exemplares de sua coleção, de temas que vão de filosofia a ciência, ele sabe identificar os assuntos por prateleiras nas várias estantes de madeira com portas de vidro. Embora eclético, Belluzzo dedica boa parte de seu tempo às obras do economista inglês John Maynard Keynes (1883-1946), que define como reformista e fundador de uma escola de pensamento, e assuntos que têm a ver com ele publicados nos sites de economia que consulta todas as manhãs.

                   
Belluzzo até já pensou em alugar um imóvel só para abrigar sua biblioteca, mas hesita em pôr essa ideia em prática. "Acho difícil me separar dos meus livros", afirma.
Mas foi isso que teve de fazer o escritor e artista plástico inglês Simon Lane quando se mudou para o Brasil há dez anos, depois de ter vivido em seis países. Autor de seis livros, o mais famoso deles Boca a Boca (editora Record, 2003), Lane trouxe cerca de mil exemplares (o resto está encaixotado na Inglaterra). Ainda assim, a biblioteca que mantém em seu apartamento em São Conrado, no Rio, ocupa boa parte dos dois andares do dúplex. A maioria dos livros, sua mulher, uma socialite carioca, herdou da família e está acomodada no móvel projetado pela decoradora Rosa May Sampaio - estantes de madeira laqueada de branco com fundo de fibra de vidro pintada de preto.
"A maior parte de nossos livros é de literatura, mundial e brasileira, e arte. Entre as nossas raridades estão um volume de Macunaíma com gravuras de Caribé, reproduções de manuscritos de Carlos Drummond de Andrade com ilustrações de Portinari, e a primeira edição de Beyond de Mexique Bay, de Aldous Huxley (1934), que trouxe da Inglaterra", conta. Lane atualmente está escrevendo um livro sobre a visão de um estrangeiro sobre o Brasil, que deve ser lançado em 2012. "Passo cerca de oito horas escrevendo e lendo, até a hora de dormir", conta. O livro de cabeceira? "Todos de Vladimir Nabokov."
                    
Quem também tem raridades na biblioteca de sua casa nos Jardins é Rosa May Sampaio. De tradicional família carioca (seu avô, Carlos Sampaio, foi prefeito do Rio de 1920 a 1922), a decoradora estudou letras na PUC do Rio e arte na École du Louvre, em Paris. Entre volumes de literatura brasileira e portuguesa, biografias, coleções de arte e obras completas de escritores clássicos, encontram-se um exemplar em inglês de A Bela Adormecida, do século 19 e uma coleção em miniatura das obras de Shakespeare. Rosa diz que lê todas as noites e que não admite uma casa sem livros. "Sem eles, é uma casa sem alma", afirma.
                                     
Herança. Filha e sócia de Etel Carmona na Etel Interiores, a administradora de empresas Lissa Carmona Tozzi é outra leitora voraz. "Quando era pequena, levantava mais cedo só para ler e fui bastante incentivada pelo meu pai e minha avó, de quem herdei boa parte da minha biblioteca", diz Lissa, que desenhou com a mãe a estante de ipê com 6,30 m de comprimento por 2,45 m de altura onde está boa parte de seus livros de história, arte e romances.
"Tenho uma coleção de poetas brasileiros, e obras completas de Machado de Assis, Fernando Pessoa, Dostoievski, Eça de Queiroz. Edgard Alan Poe e Paul Auster", enumera. Lissa, que está na fase dos autores japoneses, como Yasunari Kawabata e Haruki Murakami, Lissa gosta de ler na poltrona do Liceu de Artes de Ofícios revestida de couro caramelo ou no sofá, com a cadela Rose. "Mudo os complementos da sala de acordo com a estação. Agora no inverno, as almofadas são de pele para aumentar a sensação de acolhimento na hora da leitura."
                                       

Clima ideal para a coleção
Ter uma boa biblioteca implica manter livros arrumados e em bom estado. Domingos Fiuza, sócio do Habilis Atelier, especializado na encadernação, douração e restauração, diz que o primeiro passo, em grandes bibliotecas, é manter o local climatizado, com desumidificador e ar-condicionado. "A temperatura deve ficar entre 20 e 23 graus. O ambiente também não pode ser muito seco para não rachar o couro das capas."
Bem cuidada e bonita
  • Escolha um lugar sem umidade para instalar a biblioteca ou simplesmente a estante com os livros. Evite deixar os volumes encostados diretamente na parede
  • Não use luzes fortes para não ressecar as capas de couro
  • Investigue periodicamente se a estante ou armário está livre de cupins. Uma biblioteca com mais de mil livros deve ser limpa a cada seis meses
  • Para ajudar na hora de encontrar um volume, organize a coleção por assuntos ou por autores. Em uma biblioteca grande, o ideal é contratar um bibliotecário para fazer a catalogação
  • Pequenos objetos, fotos de família ou apoiadores de livros podem decorar as prateleiras sem atrapalhar na organização
Raridades preservadas
Quem guarda raridades na biblioteca precisa redobrar os cuidados, para evitar, por exemplo, cupins. "Quando isso acontece, temos de fazer a desinfecção, que consiste em incubar os volumes em câmaras de gás ou espalhar veneno em pó", diz Domingos Fiuza, sócio do Habilis Atelier. Também é possível amenizar o aspecto amarelado das páginas usando produtos químicos, sempre com auxílio de um especialista.

Publicado originalmente no site do Estadão em 01 de julho de 2011.

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Conto - Visitante


Autor: Franz Lima

Ao longe, ouço o som dos passos. O pisar é suave e ritmado, quase uma marcha. Tenho consciência do meu destino, mas não quero aceitá-lo. Por que eu?

Contemplo sua sombra aproximando-se pelo vão da porta. Ela é fina como o fio de uma foice. Algo a ver com sua lendária imagem? Não sei.

Vejo-me indefeso como nunca estive.

O momento torna-se quase dramático. Eu possuo o conhecimento sobre o que virá, mesmo sem desejá-lo.

Repasso meus bons momentos, como se quisesse viver tudo novamente. Tarde demais.

A porta é aberta e nos olhamos pela primeira e única vez. Por que não sorrimos?

Percebo agora que a aguardei toda a minha vida.

Para que lugar foram o medo e a tensão?

Obrigado por ter vindo. Gostaria de tê-la encontrado antes, porém isto não diferencia nada, já que teremos a eternidade só para nós…


terça-feira, 6 de setembro de 2011

A batalha do Apocalipse - Sorteio de livro


Amigos, tenho recebido alguns e-mail com dúvidas sobre como concorrer ao livro do Eduardo Spohr - A batalha do Apocalipse. Assim, para clarear tudo, eis os procedimentos:
a) Siga publicamente o blog. Para isso, basta clicar em "Participar deste site", logo abaixo de SEGUIDORES. Estou fazendo de tudo para transformar este blog em sucesso, sempre buscando o melhor em entretenimento e informação para todos.
b) Comente neste post ou no outro que também faz referência ao sorteio e podcast. Lembrem-se que preciso do apoio e da opinião de todos.
c) O sorteio está confirmado para o dia 01/10/2011. Divulgarei o resultado no dia seguinte.
d) Caso disponham de um tempo, mandem sugestões sobre que assunto querem que seja abordado no primeiro podcast de "Jekyll & Hyde: crônicas bipolares".
e) Como diria o Peixonauta: "juntos, somos demais".
Abraços a todos.
Franz.
P.S.: vejam como seria um pôster para o filme sobre o livro. Cool!




segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Conto - Diante de ti.



    Estamos finalmente um diante do outro. Há anos esperamos por tal   oportunidade, em que as dúvidas seriam postas de lado e a mentira extirpada de nosso coração, onde ela já semeou a discórdia.
     Nosso amor era tão belo e sólido. Mas a beleza de uma mesa encoberta por  uma  bela   toalha  acaba  se  esvaecendo, quando, ao retirarmos a toalha, verificamos que os cupins já a destruíram silenciosamente.
     Eu olho para sua face. Há beleza nela. Há uma paz desconhecida para mim.
    Seus lábios sorriem, levemente rubros. Eu toco cada pequena parte sua, o que me dá muito prazer. Indiferente, você não repara em mim. Confesso, eu jamais esperei por retribuição ao amor que lhe oferto.
     Ficamos nus. Seu corpo tem o cheiro do inverno. Eu, ao contrário, exalo o perfume da fome. É chegada a hora de nos unirmos. É chegada a hora em que irei me alimentar de sua carne e seu sangue. Pois jamais haverá união igual à nossa.
    Nunca surgirá um amor como  este, onde  o sentimento  transcende a  morte  e a paixão, verdadeiramente, alimenta a alma.

AGRADECIMENTO: The Gunslinger (imagem) - O nerd escritor

Trailer - Missão: Impossível. O protocolo fantasma.


Um trailer cheio de ação, com locações fantásticas e cenas de tirar o fôlego. Trilha sonora com Eminem e imagens em IMAX incríveis. Tenho certeza que este filme não decepcionará. Lançamento nos EEUU previsto para dezembro deste ano.
Vejam e tirem suas próprias conclusões:


Sting - Live in Berlim. Ouça uma das faixas.


Este foi um dos shows de 2010 mais bacanas. O oldman Sting canta seus maiores sucessos, acompanhado da Orquestra Sinfônica de Berlim. Destaque para as performances da backing vocal.
Baixe e ouça a música" Desert Rose" clicando aqui.



Gostou do que ouviu? Então adquira já o DVD ou Blu-Ray e valorize o trabalho deste magnífico cantor.

Imagens realistas by Sheridan J e Surrealistas by Jim Warren




Sheridan J é uma ilustradora dona de um grande talento e trabalha muito bem com ilustrações que beiram o real. Vale conferir. Acessem Deviantart Sheridan.
Eis um exemplo da qualidade dela. Há trabalhos que me lembram o trabalho do Android-HS (do Jovem Nerd), outro grande ilustrador.





 

Outro grande ilustrador, porém surrealista, é Jim Warren. Muitos e-mail com imagens dele acabam recebendo o título de obras de Salvador Dalí, apesar da assinatura no canto das obras. O fato é que seus desenhos e quadros são de grande impacto e criatividade.
Veja mais trabalhos dele em Jim Warren.


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