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quarta-feira, 31 de julho de 2013

Espectral - Nova resenha sobre a HQ que esclarece o passado dos Watchmen.










            Todas as vezes que lançam histórias solo de personagens que, de certa forma, compõem um grupo, chega o momento de ler/assistir/ouvir uma história sobre um personagem que você não gosta muito. Quando isso acontece só existem duas possibilidades: o personagem que você não gosta é retratado da mesma forma de sempre ou o personagem é apresentado de uma forma diferente, ou inesperada, fazendo você desgostar um pouco menos dele. Eu estou falando isso por que a ultima história de Before Watchmen a ser lançada no Brasil foi publicada sob o título de Antes de Watchmen – Espectral.
            Confesso que Espectral está longe de ser minha personagem preferida de Watchmen. Ela fica o tempo todo naquela lenga-lenga com o Dr. Manhattan e tal, tirando aquela parte que ela vai pra marte não tem nada de legal nisso (se você não sabe do que eu estou falando, deve procurar o filme ou a HQ Watchmen pra descobrir). Mas como todos os personagens principais da trama de Alan Moore ganharam uma história contando um pouco de sua origem, seria injusto que a moça ficasse de fora. Minha empolgação era baixa, mas a curiosidade era muita. Dei um crédito e li de mente aberta... E a surpresa foi boa.
            Nessa história em quatro partes escrita por Darwym Cooke em parceria com Amanda Conner, que também assina a arte das histórias, somos apresentados à Espectral ainda nos tempos do colégio tentando levar uma vida próxima do normal, mas falhando miseravelmente devido não só a superproteção da mãe, mas também pelo árduo treinamento pelo qual ela passa para garantir que o legado de sua mãe, a primeira Espectral, continue vivo. Mas é a presença de um certo rapaz que faz a moça fugir de casa e viver com alguns amigos hippies pra ficar livre de todas essas pressões e viver tranquila o seu amor.
            Até aí parece uma trama bastante comum, mas o interessante dessa HQ é justamente o fato de Lauren não conseguir ficar longe daquilo que foi treinada pra fazer. Na prática essa é uma história sobre autoconhecimento. De como Lauren precisou se afastar da mãe pra entender que ela nasceu pra se tornar aquilo que a mãe desejou pra ela. Tudo isso ambientado, principalmente, na São Francisco dos anos 60, na efervescência do movimento hippie. Mas é o envolvimento dessa juventude com as drogas que move a trama principal desse volume. O vilão dessa história é justamente o cara que fornece a droga pra todo mundo, o que dentro do contexto da história não faz dele um vilão, mas é quando ele começa a distribuir um novo tipo de ácido que ele vira vilão de verdade. Inclusive cabe destacar uma das partes mais legais da história, em que Lauren está numa viagem de LSD durante uma festa. Essa é a parte onde a arte mais brilha. Tudo vai ficando colorido, distorcido, a musica vai ficando mais envolvente e tudo é só beleza com a galera ao redor. Depois começam as alucinações, a paranoia e, por que não, uma expansão da consciência. Tudo isso é retratado de forma extremamente colorida e psicodélica.
            Sem entregar muitos mais detalhes sobre a história vale lembrar das boas, porém rápidas, participações do Comediante e do Coruja original. Claro que existem algumas referencias a Watchmen, mas se eu falar com detalhes vou estragar a surpresa.
De modo geral Antes de Watchmen – Espectral é uma HQ boa. Nunca gostei muito da Espectral, mas assumo que gostei muito da revista que, apesar de ter uma história menos super-heróica do que na do Coruja, ainda consegue ser interessante o suficiente pra prender a atenção do leitor até o final, não só pelo enredo, mas também pela arte. Quanto à Condenação do Corsário Carmesin, temos mais uma parte curta da história. Não vi nada demais até agora, mas parece que o negocio engrena na próxima parte, é esperar pra ver. Sem mais só nos resta esperar pelo próximo volume de Antes de Watchmen. 


Preconceito e segregação são marcas de empresa fornecedora da Apple na China.


Pegatron é acusada de discriminação antes mesmo de contratar seus funcionários: candidatos devem cumprir uma série de requisitos e passar por vistorias ofensivas

Nesta segunda-feira (29/07) um grupo de defesa dos direitos dos trabalhadores na China divulgou um relatório mostrando que uma das fornecedoras da Apple viola uma série de direitos de trabalhadores. A taiuanesa Pegatron é acusada pela organização China Labor Watch de contratar menores, violar o direito das mulheres e fornecer péssimas condições de trabalho a seus funcionários. Além disso, a empresa também é acusada de discriminação - que ocorre antes mesmo de uma pessoa ser contratada para trabalhar lá. 
É que, para se tornar um empregado da Pegatron, o candidato deve cumprir uma série de requisitos. A determinação de alguns deles é crime em diversos países, incluindo na própria China. Mesmo assim, até agora o governo chinês não se posicionou sobre o caso.
Veja abaixo alguma das exigências para se tornar funcionário da Pegatron e, repare, muitos brasileiros não se encaixariam no perfil procurado pela empresa:
Não ter nenhuma tatuagem:
Segundo o relatório do China Labor Watch, os candidatos são obrigados a ficarem nus e passarem por vistorias em locais públicos e na frente de muitas pessoas para que a empresa se certifique que eles não possuem nenhuma tatuagem. Os exames são feitos em dois momentos diferentes.
Ter menos de 35 anos:
A fábrica contrata apenas funcionários entre 16 e 35 anos.
Não estar grávida:
A Pegatron não aceita funcionárias que estejam grávidas. Mas o que acontece se você engravidar depois de ser contratada? Bem, um Power Point exibido pela empresa aos novos empregados explica: "funcionárias mulheres que engravidarem fora do casamento ou violarem a política de planejamento familiar não podem receber licença-maternidade".
Não ter um cabelo diferente:
A empresa não contrata ninguém com "estilos ou cores de cabelo não usuais".
Ser maior do que 1,5 metro:
A companhia taiuanesa só contrata funcionarios acima de 1,5 metro.

Apple
Para chegar a essas informações, o China Labor Watch afirma ter realizado "investigações secretas" nas fábricas da Pegatron entre março e julho, além de ter se reunido com mais de 200 trabalhadores. A fornecedora da Apple é acusada de violar 86 direitos dos trabalhadores.
Segundo a organização, a gigante de tecnologia se tornou cúmplice da companhia taiuanesa ao ter se comprometido a revisar as condições de seus fornecedores e, mesmo assim, ter aumentado seus pedidos para as fábricas da Pegatron no último ano.
A Apple já foi objeto de críticas no passado pelas condições nas fábricas de suas fornecedores na China após reconhecer que um de seus principais contratados, a taiuanesa Foxconn violou os direitos de seus trabalhadores e inclusive empregou 500 menores de idade.

Franz says: é inacreditável, porém não irreal, que esse tipo de coisa ainda aconteça em uma empresa sediada em um país tão importante quanto a China e, ainda pior, fornecedora de serviço para a Apple. Vergonhoso ver tanta discriminação sem que nada seja oficialmente feito para dar fim a essa política de humilhação ao cidadão que busca - e está capacitado - o emprego.
Mas devemos também atentar ao fato de que em nosso próprio território há muitas empresas - de todos os portes - que usam de uma seleção similar, devidamente disfarçada para evitar processos na justiça.
 
 


terça-feira, 30 de julho de 2013

Festival de Jazz acontecerá no SESC Pompeia em vários dias de agosto. Não percam!!!




Terceira edição reúne artistas experimentais, além da obra de brasileiros e estrangeiros consagrados

A terceira edição do festival Jazz na Fábrica - que traz neste ano as atrações internacionais McCoy Tyner, Cassandra Wilson, Macy Gray, Afrikkanittha, Sun Rooms, Ibrahim Maalouf e Dr. Lonnie Smith, além de artistas nacionais como Benjamin Taubikin, Letieres Leite, Raul de Souza e João Donato -,  acontece entre os dias 1 de agosto a 1 de setembro, na unidade do Sesc em Pompéia, São Paulo. 

O festival já trouxe grandes nomes do jazz internacional (Dee Dee Bridgewater, Cedar Walton, Christian Scott, Archie Shepp, Avishai Cohen, entre outros) e da música brasileira identificada com o jazz (Leny Andrade, César Camargo Mariano, Cyro Batista, Airto Moreira, entre outros), firmando-se como referência entre as programações voltadas ao gênero e às suas vertentes, na cidade. 

O festival aprofundando caminhos já apontados nas edições anteriores. A proposta de programação da edição de 2013 aposta em uma aproximação do jazz produzido na África e na América Latina, sem abandonar suas principais referências. Nomes como Afrikhanita (Angola), Richard Bona (Camarões), Christian Galvez (Chile), Edsel Gomez (Porto Rico) e Álvaro Montenegro (Bolívia) estão no line up deste ano, que conta com a presença de mais de 30 grupos e solistas. Estão previstas em toda a programação uma larga escala de timbres: voz, piano, trompete, saxofone, guitarra (e violão), órgão, contrabaixo, bateria, trombone, vibrafone, samplers etc. Também se estendem por uma variada gama de estilos e tendências que passam pelo swing, be bop, hard bop, cool jazz, bossa nova e samba jazz, jazz latino, experimentos eletrônicos, etno jazz, nu jazz, funk, soul, R&B, blues e swing; uma colorida diversidade de origem afro-americana e um intenso diálogo entre gerações. 

O festival procura se reafirmar como um espaço de difusão do gênero, com o intuito de promover - de maneira acessível - o encontro do público com as diversas tendências do jazz, as pesquisas mais contemporâneas e arrojadas de artistas experimentais, além da obra de brasileiros e estrangeiros consagrados e com sólida contribuição criativa para este universo, escrevendo mais um capítulo nas intenções programáticas e as ações educativas do Sesc. Para saber mais acesse o portal do Sesc em São Paulo. www.sescsp.org.br

Serviço:

Unidade Pompeia - Rua Clélia, 93
Telefone: (11) 3871-7700
Sem estacionamento.
Horário da Bilheteria: terça a sábado das 9 às 21 horas e domingos e feriados das 9 às 19 horas.
Formas de pagamento: Cheque, cartões de crédito (Visa, Mastercard e Diners Club International) e débito (Visa Electron, Mastercard Electronic, Maestro e Redeshop).


PROGRAMAÇÃO:


INTERNACIONAIS

McCoy Tyner (EUA)
Antigo companheiro de John Coltrane abre a edição 2013 do Jazz na Fábrica.
Um dos maiores pianistas vivos do jazz, Tyner ficou famoso enquanto companheiro do saxofonista de free jazz: Foi integrante de seu mítico quarteto de 1960 a 1965. Tyner nasceu e cresceu na Filadélfia e estudou piano de maneira sistemática por vários anos desde muito jovem. No início da carreira, deixou-se influenciar por Bud Powell, Thelonious Monk e Art Tatum, porém logo desenvolveria um estilo próprio. Os acordes de mão esquerda de Tyner estão longe de constituir mero acompanhamento. Graças a um grande conhecimento das potencialidades acústicas do piano e a uma concepção harmônica incomparavelmente avançada, Tyner usa os acordes para conduzir a ação, para estabelecer as linhas mestras. Assim, eles são protagonistas, não coadjuvantes. Outra característica marcante é que, ao contrário de muitos pianistas, à medida que o desenvolvimento de um improviso se encaminha para seu clímax, Tyner não co meça a congestionar o espaço sonoro com um frenesi de notas rápidas, sugerindo um extravasamento emocional. Ao contrário, ele adota a jogada de cada vez mais grandiosas e sofisticadas sequências de acordes em ambas as mãos, deixando-os soar plenamente, valorizando suas ressonâncias.

Teatro
Dias 1,2 e 4 de agosto, quinta e sexta, às 21h e domingo, às 19h.
Recomendado para maiores de 12 anos.
Ingressos: R$ 50,00 (inteira); R$ 25,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 10,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
Venda de ingressos pela rede INGRESSOSESC a partir das 14h do dia 25/07/2013.
Afrikkanittha (ANG) e Cliff Korman Trio (EUA/BRA)
A cantora que nasceu em Angola, após viver na África do Sul, emigrou para França, onde começou a trabalhar com Ray Lema e com bandas de soul e funk. Em 2007, ela gravou um primeiro single Kebrando o Silêncio, seguido por um primeiro álbum, intitulado Weza que combina jazz com ritmos africanos. Três anos mais tarde, ela gravou um novo álbum chamado Ainda Sonho com os talentosos produtores Etienne Mbappé, Cheikh Tidiane Seck, Julien e Moreira Chonguiça Agazar de Moçambique. Este álbum, mais experimental, é uma fusão inteligente entre ritmos, em que a jovem demonstra um muito conhecimento da cultura de seu continente e aqueles timbres em que ela se influenciou naturalmente, como o gospel, o jazz e bossa nova. A maioria de suas letras é em português.

Compondo os encontros de artistas com origens diversas, pensados para o festival, este show traz Afrikkanitha e o Cliff Korman Trio (RJ). Korman, radicado no Brasil, é pianista, arranjador e pesquisador especializado em jazz, improvisação e música brasileira.

Choperia
Dia 2 de agosto, sexta, às 21h30.
Recomendado para maiores de 18 anos.
R$ 30,00 (inteira); R$ 15,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 6,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
Venda de ingressos pela rede INGRESSOSESC a partir das 14h do dia 25/07/2013.
Sun Rooms (EUA) + Rabotnik (BRA)
Dois conjuntos voltados para diferentes tipos de experimentação dividem a noite na Choperia. Sun Rooms é Jason Adasiewicz no vibrafone, Mike Reed na bateria e Nate McBride no baixo acústico. O grupo formado em Chicago em 2008 iniciou suas atividades como um trio de improvisação livre, buscando uma aproximação com o free jazz e o experimentalismo. Ex-baterista, Adasiewicz é conhecido pelo vigor e força empregados em seu vibrafone, similares aos utilizados na bateria, o que provoca uma ressonância que quase atinge a distorção. O swing é a marca do baterista Mike Reed, que acrescenta os andamentos "para a frente" da banda, e o baixista Devin Hoff tempera as peças com fraseados de personalidade, particularmente em seus momentos solo.

Rabotnik é o projeto musical de Eduardo Manso e Estevão Casé criado em 2004 no Rio de Janeiro, em paralelo à banda Binario, da qual faziam parte na época. Na procura por sonoridades, o grupo já foi eletrônico, trabalhou com composição de trilhas sonoras e hoje tem como foco principal a improvisação. O grupo também conta com o baixista Bruno di Lullo e os bateristas Rafael Rocha e Leo Monteiro - em formações adaptáveis que variam de trios a sextetos - e recebeu convidados para as sessões de improviso, como Arto Lindsay, Damo Suzuki (ex-Can), Kassin, Rob Mazurek, Marcelo Camelo, Chelpa Ferro, Silvia Machete, Pedro Sá, Domenico Lancellotti, entre muitos outros.
Choperia
Dias 3 e 4 de agosto, sábado às 21h30 e domingo às 19h30.
Recomendado para maiores de 18 anos.
R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 4,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
Venda de ingressos pela Rede INGRESSOSESC a partir das 14h do dia 25/07/2013.
Cassandra Wilson (EUA)
Uma das maiores cantoras de jazz dos anos 1990, começou trabalhando com Dave Holland e Abbey Lincoln. Depois de conhecer Steve Coleman, ela se tornou vocalista principal do grupo M-Base. Em 1992, assinou com a Blue Note Records e lançou o álbum Dawl Blue Light Til que abriria caminho para uma nova geração de cantoras de jazz que procuram uma abordagem e repertório que desafiam a supremacia do songbook American Standart. Até hoje seu repertório inclui blues, country e folk. Em 1997 excursionou no projeto de Wynton Marsalis, Blood on the Fields e em 2000 gravou Traveling Miles, tributo a Miles Davis. Seus prêmios incluem dois Grammys, o Django D´Or, The Music Award Edison e o Prêmio Eco 2012 para Jazz.

Teatro
Dias 9, 10 e 11 de agosto, sexta e sábado às 21h30 e domingo às 19h30.
Recomendado para maiores de 18 anos.
R$ 50,00 (inteira); R$ 25,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 10,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
Venda de ingressos pela Rede INGRESSOSESC a partir das 14h do dia 25/07/2013.
Álvaro Montenegro (BOL) e Benjamin Taubikin (BRA)
Considerado um dos mais importantes novos conjuntos latinoamericanos, o grupo propõe uma nova abordagem para a música urbana de seu país, articulando as tradições andinas com influências modernas. De acordo com a textura sofisticada da sua proposta, a ideia é uma mescla construída de tal forma que o ouvinte não consegue reconhecer distintamente o fluxo familiar das cadências da música boliviana e latinoamericana. O show é um dos encontros, pensados para o festival, entre artistas representantes de culturas musicais diferentes, mesclando canções indígenas com a música escrita e a criação espontânea e livre. Assim, Álvaro Montenegro divide o palco com o pianista e compositor brasileiro Benjamin Taubkin, o baixista Zeca Assumpção e o baterista Sergio Reze. Da Bolívia, vêm também Juan Carlos Cordero (guitarra) e Marisol Diaz Vedia (voz).

Choperia
Dia 10 de agosto, sábado às 21h30.
Recomendado para maiores de 18 anos.
R$ 30,00 (inteira); R$ 15,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 6,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
Venda de ingressos pela Rede INGRESSOSESC a partir das 14h do dia 25/07/2013.
Edsel Gomez (PRI)
Pianista porto-riquenho radicado nos Estados Unidos, que também morou no Brasil no período de 1986 a 1996 quando produziu e lançou o álbum Celebration Chico Buarque, só com músicas do compositor brasileiro. Nos últimos doze anos, além de inúmeros trabalhos paralelos com músicos norte-americanos da seara do latin jazz, Gomez é o pianista e diretor-musical da célebre cantora Dee Dee Bridgewater e foi o responsável pelos arranjos e direção musical do álbum em que Dee Dee presta tributo a Billie Holiday e com o qual ganhou o Grammy. Para os shows no Brasil, o músico traz temas do seu álbum "Cubist Music" e incluirá no repertório alguns standards como Manteca e Night in Tunisia, de Dizzie Gillespie, e Perdido, de Duke Ellington acompanhado de músicos brasileiros: Daniel Alcântara, no trompete e flugelhorn; Rodrigo Ursaia, sax-tenor e flauta; Cássio Ferreira, no sax-alto e flauta; Evaldo Guedes, baixo acústico e Cuca Teixeira, bateria.

Teatro
Dias 17 e 18 de agosto, sábado às 21h e domingo às 19h.
Recomendado para maiores de 18 anos.
R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 4,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
Venda de ingressos pela Rede INGRESSOSESC a partir das 14h do dia 01/08/2013.
Et Hop (FRA) + No Square (CHE)
Urbana e cosmopolita, a música da banda francesa Et Hop cruza os ritmos e as influências de diversas vertentes do jazz. Apresenta-se com projeção de filmes em Super 8 que inspiram diretamente a composição e se integram à musicalidade do palco. No show, cinco músicos e uma VJ apresentam um jazz-groove com as cores do Super 8. O grupo já se apresentou em numerosos festivais na França (Jazz in Marciac, Banlieues Bleues / Paris, Faites de l'image / Toulouse) e realizou em 2009 uma turnê na Rússia no festival de Primavera do Volga (Sala filarmônica de Samara, Togliatti e Orenbourg).

A No Square foi fundada em 1994 com Matthieu Durmarque no saxofone, Matthieu Roffé no piano, André Hahne no baixo e Alexandre Ambroziak na bateria. O repertório é totalmente autoral em seus oito álbuns lançados: The Fly (1996), Maçãs Verdes (1997), Empreintes (1999), Live à la Case à Chocs (2000), C? Doregon où est (2002), Double Album Studio & Live (2005), Le Pendu (2008) e Les Lois de l'Ephemere (2012). O grupo cria um jazz elétrico em que tudo está a serviço da coesão do quartet, extremamente noturno e comunicativo.

Choperia
Dia 16 de agosto, sexta, às 21h30.
Recomendado para maiores de 18 anos.
Ingressos: R$ 30,00 (inteira); R$ 15,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 6,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
Venda de ingressos pela Rede INGRESSOSESC a partir das 14h do dia 01/08/2013.
Richard Bona (CMR) + Letieres Leite Quinteto (BRA)
Natural de uma pequena aldeia de Camarões, Bona é cantor, compositor, baixista e produtor musical. Nascido em 1967, começou rapidamente a dominar a linguagem do jazz, adquirindo a reputação de um dos baixistas de jazz mais requisitados do mundo. Agora, em seu sétimo álbum solo (Bonafied), Bona trabalha um repertório intimista, com forte presença acústica e um conjunto multi-gênero de canções que oferecem histórias pessoais, homenagens e referências ao jazz latino, ao tango, ao pop africano e ao ambiente dos cabarés parisienses.

Foi nos anos 1980 que o maestro, compositor, arranjador e saxofonista soteropolitano Letieres Leite começou a conceber sua peculiar visão de sincretismo musical: um tributo à ancestralidade baiana no qual as harmonias modernas do jazz se tornam os temas que se incorporam aos ritmos afro-brasileiros originários do candomblé. Letieres iniciou suas atividades acadêmicas na Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia e em paralelo se dedicou ao estudo de música. Autodidata, aprendeu a ler e a tocar flauta e sax. Em 1986, o músico ingressou no Konservatorium Franz Schubert em Viena, Áustria. Foi na Europa que iniciou sua história como instrumentista, apresentando-se com inúmeros músicos em festivais pelo continente: com Gil Goldstein em 1990, Paulo Moura no Festival de Montreux ano 1992, com os grupos Hip-Noses e Tamanduá, ambos formados com o mistura de músicos brasileiros e suíços, e com o Brazilian Love Affair, com o qual se apresentou tanto na Áustria como no Bra sil. Em 2006, veio à luz a Orkestra Rumpilezz, fundada por ele mesmo e formada por mais cinco percussionistas e 15 músicos de sopro. Em 2011, a Orkestra foi contemplada com quatro grandes editais de circulação, o Natura Musical, o Conexão Vivo, o Itaú Rumos e o Programa Petrobras Cultural, que resultaram na criação de duas grandes turnês pelo Brasil.

Choperia
Dias 17 e 18 de agosto, sábado às 21h30 e domingo às 19h30.
Recomendado para maiores de 18 anos.
Ingressos: R$ 30,00 (inteira); R$ 15,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 6,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
Venda de ingressos pela Rede SESC, a partir das 14h do dia 01/08/2013.
Roscoe Mitchell (EUA)
Reconhecido internacionalmente, como músico, compositor e, principalmente, inovador, Mitchell iniciou sua carreira na década de 1960, em Chicago. Seu papel na inovação como instrumentista, como compositor e, em sequência, como improvisador, o colocou na linha de frente da música contemporânea por 40 anos. Com 87 álbuns lançados e mais de 250 composições, do clássico ao contemporâneo, do free jazz à música de câmara, o músico recebeu diversos prêmios e homenagens, tocou com grandes orquestras e grupos, e nos mais conceituados palcos do jazz do mundo. Nessa apresentação, o público tem a oportunidade de apreciá-lo em cena num concerto solo, explorando as muitas sonoridades e temas que sua musicalidade possibilita.

Teatro
Dias 22 e 23 de agosto, quinta e sexta às 21h.
Recomendado para maiores de 12 anos.
Ingressos: R$ 30,00 (inteira); R$ 15,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 6,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
Venda de ingressos pela rede INGRESSOSESC a partir das 14h do dia 01/08/2013.
David Murray Quartet e Macy Gray
Após o seu trabalho no projeto musical Questlove Afro-Picks - que incluiu Tony Allen -, em colaboração com a Red Bull Music Academy, Murray traz uma big band numa viagem transversal pelo universo da cantora Macy Gray, atualizado pela roupagem sonora do jazzista. Além de cantora, Macy Gray é também atriz. Famosa por sua voz rouca, seu estilo de música é o R&B e o soul. Macy também é compositora e produtora musical. Contudo, declara-se influenciada por nomes como Billie Holiday e Betty Davis, o que se evidencia neste show em que a intérprete encarna o estilo da clássica crooner de jazz.

Choperia
Dias 23 e 24 de agosto, sexta e sábado às 21h30.
Recomendado para maiores de 18 anos.
Ingressos: R$ 50,00 (inteira); R$ 25,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 10,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
Venda de ingressos pela rede INGRESSOSESC a partir das 14h do dia 01/08/2013.
Christian Galvez Cuarteto (CHL)
Nos dias de hoje, o baixista Christián Galvez é considerado o grande nome do jazz contemporâneo do Chile. Além de grande músico, exerce a função de produtor e possui uma ampla discografia. Está muito presente dentro da música brasileira, já tendo trabalhado com Ivan Lins, Benjamim Taubkin, Marinho Boffa e Leny Andrade. No presente trabalho, que ganhou o "Prêmio Nacional de Arte Altazor", traz a seguinte formação: Christian Galvez (baixo elétrico), Pablo Menares (Contrabaixo acústico), Andres Perez (Sax), Felix Lecaros (bateria).

Choperia
Dia 29 de agosto, quinta, às 21h30.
Recomendado para maiores de 18 anos.
Ingressos: R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 4,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
Venda de ingressos pela rede INGRESSOSESC a partir das 14h do dia 01/08/2013.
Ibrahim Maalouf (FRA/LBN)
Trompetista e pianista, compositor, arranjador e professor de trompete franco-libanês. Nascido em Beirute no Líbano, Ibrahim vem de uma família de intelectuais e de artistas. É filho do trompetista Nassim Maalouf e da pianista Nada Maalouf, sobrinho do escritor Amin Maalouf e neto de Rushdi Maalouf, jornalista, poeta e musicólogo. Ibrahim Maalouf é o único trompetista no mundo a tocar música árabe com um trompete de quarto de tom, inventado por seu pai, nos anos 1960. Ibrahim foi também premiado nos maiores concursos de trompete clássico do mundo. Em julho de 2010, recebeu a Vitória da Revelação Instrumental do ano (prêmio Franck Ténot) nas Vitórias do Jazz em Juan-les-Pins (França).

Teatro
Dias 31 de agosto e 01 de setembro, sábado às 21h e domingo às 19h.
Recomendado para maiores de 12 anos.
Ingressos: R$ 30,00 (inteira); R$ 15,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 6,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
Venda de ingressos pela rede INGRESSOSESC a partir das 14h do dia 01/08/2013.
Dr. Lonnie Smith (EUA)
Organista e pianista americano, ícone do soul, do funk e do R&B, o músico tocou também com importantes artistas do free jazz como Miles Davis e Pharoe Saunders. Ingressou no Art Blakey's Sextet, compartilhando o piano com Mike Nock e Keith Jarrett, que eventualmente era substituído por Chick Corea. É um dos headliners desta edição do festival.

Choperia
Dias 31 de agosto e 01 de setembro, sábado às 21h30 e domingo às 19h30.
Recomendado para maiores de 18 anos.
Ingressos: R$ 50,00 (inteira); R$ 25,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 10,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
Venda de ingressos pela rede INGRESSOSESC a partir das 14h do dia 01/08/2013.



NACIONAIS

Rabotnik - divide a noite com Sun Rooms (EUA)
Choperia
Dias 3 e 4 de agosto, sábado às 21h30 e domingo às 19h30.

Raul de Souza
A rica música de Raul passa por diversos ritmos como samba, jazz e choro. Seus últimos CD e DVD (lançados pelo Selo SESC) - "O Universo Musical de Raul de Souza" - foi premiado em 2013. Nascido no Rio de Janeiro, o também compositor teve sua consagração e reconhecimento nos anos 1970, quando saiu em turnê pelos Estados Unidos com Airto Moreira e Flora Purim. Lançou três álbuns por lá: "Sweet Lucy" (1977), "Don't Ask My Neighbours" (1978) e "Till Tomorrow Comes" (1978). Nessa mesma década teve seu nome inserido na "The Encyclopedia of Jazz in The Seventies", dos críticos Leonard Feather e Ira Gitler.

Teatro
Dia 08 de agosto, quinta, às 21h.
Recomendado para maiores de 12 anos.
Ingressos: R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 4,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
Venda de ingressos pela rede INGRESSOSESC a partir das 14h do dia 01/08/2013.
João Donato - Donato e o Jazz
Em 2000 o show de João Donato no Free Jazz Festival foi eleito pela imprensa o melhor show da temporada. Em 2010 o álbum João Donato Trio (Sambolero) foi premiado com a estatueta do Grammy de Melhor Álbum de Jazz Latino. Por duas vezes, Donato percorreu 10 cidades do Japão com os melhores pianistas de jazz do mundo, no concerto The 100 Goldfingers. Apresentou-se, em mais de 60 anos de carreira, nos mais importantes festivais de jazz do mundo (EUA, Inglaterra, Holanda, Alemanha, Rússia, Japão, Austrália, Singapura etc.). No início de sua carreira, nos EUA, tocou e foi parceiro de importantes nomes do jazz, como Bud Shank, Chet Baker, Tito Puente, Cal Tjader, Mongo Santamaria e outros. Entre as influências jazzísticas de Donato, o mais importante é o pianista e arranjador Stan Kenton e sua então polêmica orquestra de arranjos arrojados e transgressores para a época. Outra influência em sua formação foi o trompetista de vanguarda e integrante do cool jazz, Shorty Rogers. Da m esma turma, o trompetista Chet Baker, integrou o conjunto de João Donato em São Francisco.

Teatro
Dias 24 e 25 de agosto, sábado, às 21h e domingo, às 19h.
Recomendado para maiores de 12 anos.
Ingressos: R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 4,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
Venda de ingressos pela rede INGRESSOSESC a partir das 14h do dia 01/08/2013.
Ivo Perelman
Filho de pai polonês com mãe russa, Ivo Perelman cursou um ano de arquitetura antes de decidir correr o mundo com seu sax tenor. Nascido na cidade de São Paulo, Ivo começou na música tocando peças eruditas, de Bach a Villa-Lobos, no violão, imediatamente iniciando uma intensa pesquisa pessoal em busca de novos sons, experimentando o violoncelo, a clarineta, o piano e o trombone, antes de se decidir pelo sax tenor. Em seu primeiro álbum lançado no Brasil (1991), Perelman conseguiu juntar um time estelar que incluía o casal Airto Moreira e Flora Purim, John Patitucci, o baterista Peter Erkstine e ainda a pianista Eliane Elias. O disco angariou quatro estrelas e meia da criteriosa revista Downbeat. O primeiro álbum abriu portas para uma enxurrada de outros, que hoje somam vinte quatro lançamentos. Em todos os trabalhos a presença marcante do som visceral tem levado a crítica especializada a compará-lo com Dexter Gordon, Archie Shepp, Pharoah Sanders, Sonny Rollins e sua maior e confessada influência, John Coltrane.

Choperia
Dia 9 de agosto, sexta às 21h.
Recomendado para maiores de 12 anos.
Ingressos: R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 4,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
Venda de ingressos pela rede INGRESSOSESC a partir das 14h do dia 01/08/2013.
Alegre Corrêa e Wolfgang Muthspiel
Dois grandes nomes da guitarra com reconhecimento internacional fazem noite multicultural, com a participação de brasileiros e senegaleses. Com a participação de Gabriel Grossi, Fagner Wesley e o baixista senegalês Alioune Wade. Alegre Corrêa é natural de Passo Fundo (RS). Desde os 13 anos atua como violonista, cantor, percussionista e compositor. Em 2010, recebeu o prêmio mais importante de sua carreira, o GRAMMY AWARDS, como guitarrista do disco 75, de Joe Zawinul & The Zawinul Syndicate (Heads Up International), na categoria "Melhor Álbum de Jazz Contemporâneo". Corrêa também foi premiado em primeiro lugar no Rio Grande do Sul no "Musicanto Festival" (1992) e em São Paulo no "FAMPOP" (1998), ambos na categoria de música instrumental. Na sua turnê no Brasil em 2003, foi premiado com o Prêmio Cultura de Ouro do estado do Rio Grande do Sul. No mesmo ano, foi eleito o músico do ano pelo importante "Austrian Hans Koller Award". Prêmio máximo da música instrumental na Áustria . Já realizou diversas turnês pela Europa, tocando em importantes lugares como Ópera de Viena, Vienna Konzerthaus, Jazzherbst Salzburger. Também já se apresentou na Alemanha, Suíça, Itália, Hungria, Luxemburgo, Croácia, Eslovênia, Turquia e Israel. Participou de inúmeros festivais importantes, como "Montreux Jazz Festival" (Suíça), "Florianópolis in Jazz" (Brasil), "WOMAD Festival in Wiesen" (Áustria). No seu segundo álbum, "Negro Coração", faz parceria com o lendário Hermeto Pascoal.

Wolfgang Muthspiel chama atenção ao redor do mundo pela técnica apurada como guitarrista. Além de seus projetos voltados para o jazz e gêneros clássicos, Muthspiel compõe para grupos de música clássica contemporânea. Ele recebeu encomendas do Ensemble for New Music (Zürich), do Ministério das Artes da Áustria, Klangforum Wien, do Boston-bassed ensamble Marimolin, do violinista Beni Schmid e, mais recentemente, da fundação Austrian Esterházy (2009, ano de Haydn). Graças ao seu vasto campo de atuação, Wolfgang Muthspiel foi considerado o grande nome do Jazz na Áustria em 1997 e, em 2003, ganhou o prêmio European Jazzprize. Juntamente a seus projetos atuais está o Duo "Friendly Travelers" com o baterista Brian Blade, o Wolfgang Muthspiel 4tet (com o pianista suíço Jean-Paul Brodbeck), MGT "From a Dream" com Slava Grigoryan e Ralph Towner, The Drumfree Trio - com Larry Grenadier e Chris Cheek, bem como seus sempre imprevisíveis Solo Performance em que incorpora diferentes guit arras e loops.

Teatro
Dia 15 de agosto, quinta, às 21h.
Recomendado para maiores de 12 anos.
Ingressos: R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 4,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
Venda de ingressos pela rede INGRESSOSESC a partir das 14h do dia 01/08/2013.
Duo Nazário
O compositor, pianista e arranjador Lelo Nazário e seu irmão, o baterista e percussionista Zé Eduardo Nazário, são referências indiscutíveis na música instrumental brasileira, tendo estabelecido novos patamares de criação e interpretação no cenário musical contemporâneo. Ao longo de mais de três décadas de sólidas e bem sucedidas carreiras individuais, lançaram vários álbuns, criaram o lendário Grupo Um, considerado um marco da música criativa no Brasil, realizaram turnês pela Europa e Estados Unidos e tocaram ao lado de grandes nomes da música brasileira e internacional, como Hermeto Pascoal, Egberto Gismonti, Edu Lobo, Gilberto Gil, Naná Vasconcelos, Joe Zawinul, John McLaughlin, o grupo Pau Brasil, a Banda Sinfônica do Estado de São Paulo e muitos outros. Com uma formação nada convencional e composições próprias, o Duo Nazário vem preencher uma lacuna no cenário da música instrumental com uma orientação voltada para a música contemporânea e as linguagens de vanguarda, b uscando explorar a riqueza de ritmos e instrumentos de diferentes origens e misturando elementos de diversas tradições que somam sons eletroacústicos e jazz contemporâneo a formas populares brasileiras proporcionando uma grande abertura para a improvisação.

Teatro
Dia 16 de agosto, sexta às 21h.
Recomendado para maiores de 12 anos.
Ingressos: R$ 20,00 (inteira); R$ 10,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 4,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
Venda de ingressos pela rede INGRESSOSESC a partir das 14h do dia 01/08/2013.
Eliane Elias Quarteto
Eliane é conhecida por seu estilo musical diferenciado e imediatamente reconhecível que mistura suas raízes brasileiras, sua voz sensual, sua habilidade instrumental impressionante para os clássicos e habilidades de composição. Compositora além de intérprete, seu repertório também inclui interpretações de obras conhecidas de compositores de gêneros diversos como Jim Morrison, Stevie Wonder, Paul Desmond, Jorge Ben, Gilberto Gil, Baden Powell e Tom Jobim. Cinco vezes indicada ao Grammy, seu último disco I Thought About You (A Tribute To Chet Baker) é um belo exemplo de sua interpretação personalizada em conexão com a tradição do importante jazzista americano.

Teatro
Dias 29 e 30 de agosto, quinta e sexta às 21h.
Recomendado para maiores de 12 anos.
R$ 50,00 (inteira); R$ 25,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 10,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
Venda de ingressos pela rede INGRESSOSESC a partir das 14h do dia 01/08/2013.
CAFÉ COM LEITE
Programações gratuitas, voltadas para novos nomes das cenas mineira e paulistana. Artistas em contato direto com o público contemporâneo apreciador do jazz nas noites de São Paulo e Belo Horizonte

Marcelo Monteiro (SP) + Antônio Loureiro (MG)
Marcelo Monteiro iniciou seus estudos no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo em 1986, com flauta transversal, além de cursar outras escolas como Conservatório do Brooklin, FAAM e ULM, tendo como professores Jean Noel Saghard, Marta Ozzeti, Demétrio Lima, Mané Silveira, dentre outros. Também teve aulas particulares com o saxofonista Vinícius Dorin. Fez o curso básico de Harmonia com o professor Claudio Leal Ferreira e também o de harmonia e improvisação com Roberto Sion. Participou da big band de Roberto Sion da ULM. Os músicos que compõe o disco são: Marcelo Monteiro (sax tenor, barítono e flauta), Daniel Amorin (baixo acústico), Maurício Caetano (bateria), mais os convidados Amílcar Rodrigues (trompete), Didi Machado (trombone) e Lucas Vargas (órgão).

O compositor e multi-instrumentista Antonio Loureiro chega ao segundo álbum solo apostando na liberdade do improviso e defendendo uma criação musical que prescinda de rótulos classificatórios. Em sua concepção, não há diferença entre canção e música instrumental ou entre o popular e o erudito. Seu repertório traz influências do som progressivo das bandas Yes e Genesis e do jazz contemporâneo de Brad Mehldau, assim como da canção, no melhor estilo da tradição brasileira.

Choperia
Dia 8 de agosto, quinta às 21h30.
Recomendado para maiores de 12 anos.
R$ 10,00 (inteira); R$ 5,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 2,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
Venda de ingressos pela rede INGRESSOSESC a partir das 14h do dia 01/08/2013.
Frederico Heliodoro (MG) + Lilian Carmona (SP)
Frederico Heliodoro é um jovem baixista de Belo Horizonte, ganhador de prêmios como instrumentista e compositor. Dividiu o palco com músicos de peso como Marcio Bahia, Roberto Menescal, Benjamim Taubkin, Cliff Korman, Lupa Santiago e Nivaldo Ornellas. Uma das peculiaridades do seu trabalho é o uso da voz como instrumento extra.

Nascida em São Paulo, Lilian Carmona apresenta um currículo brilhante de uma sólida carreira nacional e internacional e é reconhecida como a primeira mulher baterista profissional do Brasil. Tocou e gravou com artistas e grupo de grande expressão como: Michel Legrand, Paquito D'Rivera, Cesar Camargo Mariano, Carmen Mc Rae, e a Royal Phillarmonic of London, entre outros.

Choperia
Dia 22 de agosto, quinta, às 21h30.
Recomendado para maiores de 18.
R$ 10,00 (inteira); R$ 5,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 2,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
Venda de ingressos pela rede INGRESSOSESC a partir das 14h do dia 01/08/2013.
Jorginho Neto (SP) + Felipe Continentino (MG)
Jorginho Neto aparece nas preferências atuais de Raul de Souza, mestre do trombone, segundo o qual "já se passaram muitos anos depois de Bocato e Vitor Santos. Agora apareceu esse jovem trombonista, com um talento e frases lindas e melodiosas. Continue nesse caminho Jorginho. Vai ser bom para a música brasileira". Formado pela antiga Universidade Livre de Música Jorginho transita pelo samba-jazz, tendo como referências o baterista Edson Machado e o pianista Sergio Mendes.

Felipe Continentino, é baterista e compositor. Ganhou o prêmio de jovem instrumentista BDMG 2010 e representou a UFMG em São Paulo, tocando no encontro internacional de jazz 2011 (International Association of Schools of Jazz) liderado pelo renomado saxofonista David Liebman.

Choperia
Dia 30 de agosto, sexta às 21h30.
Recomendado para maiores de 18 anos.
R$ 10,00 (inteira); R$ 5,00 (usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, estudantes e professores da rede pública de ensino). R$ 2,00 (trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes).
Venda de ingressos pela rede INGRESSOSESC a partir das 14h do dia 01/08/2013.
JAZZ NA RUA

Daniel Nogueira e Denilson Martins
Daniel Nogueira atua nas bandas Coisa Fina e Bixiga 70. Denilson Martins já tocou na Banda Paralela, Coisa Fina e na Orquestra Jovem Tom Jobim. O duo percorre a rua central do Sesc Pompeia tocando standards de jazz, clássicos do nosso samba-jazz, composições próprias e improvisações, sempre interagindo com o público de todas as idades.

Rua Central
Dias 9, 10 e 11 de agosto, sexta e sábado, às 19h e domingo, às 18h
Grátis. Livre.

Doreen Ketchens Quartet (EUA)
O grupo, liderado pela clarinetista e cantora Doreen Ketchens, percorre o mundo difundindo a cultura e as tradições musicais de New Orleans. Diversas vezes apontada pela crítica especializada como a "Rainha do Clarinete" ou a versão feminina de Louis Armstrong ou, simplesmente, "Little Louis", Doreen já se apresentou com grandes nomes do jazz como Ellis Marsalis, Trombone Shorty e Jon Faddis, entre outros. As apresentações do trio costumam ser calorosas, enérgicas e dançantes. A banda tem na formação tuba e violão elétrico.

Rua Central
Dias 23, 24 e 25 de agosto, sexta e sábado, às 19h e domingo, às 18h.
Grátis. Livre.

RiverBoats Jazz (BRA)
Músicos de rua apresentam um repertório das décadas de 1920 e 1930, nos estilos: Blues, Spiritual, Dixieland, Charleston e os Standard do Jazz.

Rua Central
Dias 16, 17 e 18 de agosto, sexta e sábado, às 19h e domingo, às 18h.
Grátis. Livre.

PARA A FAMÍLIA: JAZZ AO POR DO SOL
Inspirado nos happenings artísticos que acontecem principalmente na Europa e nos Estados Unidos, o deck da unidade recebe versões jazzísticas, voltadas para todos os públicos e todas as idades. No comando das picapes, o DJ Tahira toca clássicos e temas mais festivos e dançantes do gênero, e ainda convida quatro jovens músicos (Beto Montag, Marcelo Monteiro, Sidiel Viera e Sidmar Vieira) para improvisar em cima de suas bases. Ao longo de toda a atividade haverá oficina de criação artística para as crianças.

Deck
Dias 4 de agosto e 01 de setembro, domingos das 15h, às 19h.
Grátis. Livre.



OUTRAS ATIVIDADES

Workshop
Será que dá Jazz? Improviso: do étnico ao free
Álvaro Montenegro (BOL) e Ivo Perelman (BRA). Mediação: João Marcos Coelho.
Alvaro Montenegro, saxofonista e flautista, é um dos mais importantes instrumentistas bolivianos, articulando as tradições andinas com influências modernas. João Marcos Coelho, jornalista e crítico musical, é colaborador do jornal O Estado de S. Paulo, da Revista Concerto e apresentador do programa "O que há de novo", da Rádio Cultura FM. Choperia.
Dia 07 de agosto, quarta, às 20h30.
Distribuição de ingressos com 1h de antecedência.
Grátis. Livre.

Bate-Papo
Será que dá Jazz? Jazz e Música Brasileira
Com Cliff Korman (EUA) e Lilian Carmona (BRA). Mediação: José Flávio Júnior
O pianista Cliff Korman é educador reconhecido e pesquisador de jazz, música brasileira e improvisação. Tem desenvolvido numerosos projetos envolvendo músicos brasileiros e norte-americanos, apresentando grande variedade de composições e arranjos. Já lecionou piano e teoria jazzística, improvisação e música instrumental brasileira na Manhattan School of Music, Unirio, Escola de Música de Brasília e Universidade Federal de Minas Gerais, onde atualmente é professor na área de música popular. Lilian Carmona, baterista, é reconhecida como a primeira mulher baterista profissional do Brasil. Dona de sólida carreira nacional e internacional, já tocou com grandes nomes do jazz, como Michel Legrand, Paquito D'Rivera, Cesar Camargo Mariano e Carmen McRae, entre outros. Lauro Lisboa, jornalista, é colunista da área de música do jornal O Estado de S. Paulo.

Choperia.
Dia 21 de agosto, quarta às 20h30.
Distribuição de ingressos com 1h de antecedência.
Grátis. Livre.

Será que dá Jazz? Festivais de Jazz na América Latina
Com Christian Galvez (CHI) e Benjamin Taubkin (BRA). Mediador: Carlos Calado.
Christian Gálvez, baixista, é considerado o grande nome do jazz contemporâneo do Chile. Além de excelente instrumentista, Gálvez é produtor e agita a cena cultural do país. Benjamim Taubkin, pianista, tem, na música brasileira e seu diálogo com outras culturas, seu campo de atividade. Como músico, arranjador, compositor e produtor, atua em diversas formações - de solo à orquestra sinfônica - em concertos no Brasil e exterior. Carlos Calado é jornalista e crítico musical. Atualmente colabora com a Folha de S.Paulo e com o Valor Econômico.

Choperia.
Dia 28 de agosto, quarta às 20h30.
Distribuição de ingressos com 1h de antecedência.
Grátis. Livre.

Site recomendado: Stephen King Brasil.



Sempre apoiei e recomendei vários sites para os leitores do Apogeu do Abismo. Entretanto, a partir de agora, vou tornar oficial essa divulgação através de posts com o link e informações sobre outros agregadores de conteúdo.
Esse sobre o qual vou falar é um velho conhecido nosso que, entretanto, merece total atenção. 
Conheçam o Stephen King Brasil, o mais conceituado e influente site sobre o escritor estadunidense de terror. 
Gerenciado por Edilton Nunes (que foi autor e escritor do projeto Um Ano de Medo) e apoiado pela editora Suma das Letras - responsável pela publicação dos livros de King no país -, ele também já foi citado em várias mídias especializadas e teve inclusive estampada na contracapa da biografia do mestre King sua opinião sobre a mesma. 
Conteúdos e opiniões pertinentes sobre todas as obras do autor, incluindo séries, filmes e quadrinhos estarão a sua disposição. Há outras seções bem interessantes como o Baú do Stephen King, notícias de filmes e novos livros. 
Destaque para o podcast feito em parceria com o pessoal do Masmorra Cast onde são analisados todos os filmes feitos baseados nas obras literárias de Stephen. Eu participo de um desses casts. 
Claro, estarão disponíveis livros do autor para sorteio.
Podem incluir o SKBr como favorito. Sempre haverá muitas informações e resenhas de alta qualidade sobre tudo que se refira ao Mestre do Terror.

EU RECOMENDO!


Direto da redação: boletim Panini de Quadrinhos.


Destaque:
HIT GIRL
Com a morte do Big Daddy e com a máfia desarticulada por algum tempo, Hit-Girl volta para sua mãe e padrasto para tentar viver uma vida normal. Mas o que é normal quando você é uma pequena matadora? Velhos hábitos são difíceis de largar… A estrela em ascensão de Kick-Ass é o destaque dessa história, que preenche a lacuna entre Kick-Ass e Kick-Ass 2. Por Mark Millar e John Romita Jr.

Originalmente publicado em:
  • Hit-Girl 1-5
Detalhes da edição Formato americano (17 x 26)
132 páginas
Capa Cartão
Lombada Quadrada
Papel LWC
Publicação Especial
Preço: R$ 21.90
Distribuição Nacional
 
LEGIÃO: ORIGEM SECRETA
Três adolescentes estranhos uns aos outros, mas dotados de espantosas habilidades sobre-humanas e uma vigorosa noção de justiça, se unem para salvar a vida de um homem chamado RJ Brande. Por uma coincidência do destino – ou talvez não – trata-se de ninguém menos que um dos seres mais ricos do universo! Nasce a Legião dos Super-Heróis!
Essa é a história oficial. Porém, a verdade por trás da criação de um dos maiores supergrupos da DC Comics está prestes a ser revelada… agora mesmo! O lendário roteirista Paul Levitz, acompanhado pelo desenhista Chris Batista (SJA, 52), retorna à equipe que revolucionou décadas atrás para desvendar os fatos secretos que resultaram na existência da Legião, respondendo a questões nunca esclarecidas: “Por que a organização conhecida como Planetas Unidos foi formada?”, “Quem realmente tentou assassinar RJ Brande?” e “Que poder seria grande o suficiente para deixar planetas inteiros desolados?”

Originalmente publicado em:
  • Legion - Secret Origins 1-6
Detalhes da edição Formato americano (17 x 26)
140 páginas
Capa Dura
Lombada Quadrada
Papel Couché
Publicação Especial
Preço: R$ 19.90
Distribuição Setorizada


OS DEFENSORES 1
O Incrível Hulk procura seus velhos amigos dos Defensores para pedir sua ajuda contra um inimigo praticamente invencível: Nul, o Destruidor de Mundos! Desde que o Gigante Esmeralda se livrou da influência da entidade asgardiana, Nul tem vagado pelo mundo e apenas os Defensores têm os meios para detê-lo! E um misterioso engenho capaz de realizar desejos pode causar o fim de tudo que há se cair em mãos erradas!

Originalmente publicado em:
  • Defenders 1 a 6
Detalhes da edição Formato americano (17 x 26)
140 páginas
Capa Cartão
Lombada Quadrada
Papel LWC
Publicação Especial
Preço: R$ 18.90
Distribuição Nacional


LIGA DA JUSTIÇA 13
Liga da Justiça: será que o beijo entre Superman e Mulher-Maravilha criará um casal ou uma situação constrangedora? Acompanhe o desenrolar dessa história e não perca também o ataque da mortífera Mulher-Leopardo! E em LJI, a verdadeira natureza de OMAC é revelada!

Originalmente publicado em:
  • Justice League 13
    Justice League Internacional Annual
Detalhes da edição Formato americano (17 x 26)
68 páginas
Capa Couché
Lombada Grampo
Papel Pisa Brite
Publicação Mensal
Preço: R$ 6.50
Distribuição Nacional


HOMEM-ARANHA 139
Edição especial com 148 páginas e com a conclusão de Confins da Terra. O mundo inteiro está acreditando na proposta do Doutor Octopus para salvar a humanidade… menos o Homem-Aranha, que está percorrendo o globo para desmascarar o plano do vilão antes que seja tarde demais! E ainda: Morbius, o Vampiro Vivo, descobre uma cura para o doutor Curt Connors, mas as coisas não saem como o planejado e o Amigão da Vizinhança precisa evitar que todos nos Laboratórios Horizonte se tornem vítimas do terrível Lagarto!

Originalmente publicado em:
  • Amazing Spider-Man 685 a 690
    Avenging Spider-Man 08
Detalhes da edição Formato americano (17 x 26)
148 páginas
Capa Couché
Lombada Quadrada
Papel Pisa Brite
Publicação Mensal
Preço: R$ 15.90
Distribuição Nacional
 
X-MEN 139
Scott Summers e o restante do Quinteto Fênix decidem acabar de vez com a ameaça do Senhor Sinistro, sem imaginar que o vilão está contando com isso e tem planos para roubar a Força Fênix. E os outros X-Men desconfiam de que algo está muito errado com as atitudes de seus colegas mutantes. Um pouco antes desses eventos, a equipe de Tempestade descobre que uma nova geração de monstros está sendo criada em laboratório, usando o DNA mutante.
 
Originalmente publicado em:
  • Uncanny X-Men 15 e 16
    X-Men 30
Detalhes da edição Formato americano (17 x 26)
68 páginas
Capa Couché
Lombada Grampo
Papel Pisa Brite
Publicação Mensal
Preço: R$ 6.50
Distribuição Nacional
 
OS VINGADORES 114
Os Novos Vingadores precisam salvar Emma Frost de um ataque de extremistas antimutantes e Luke Cage tem de se decidir entre ficar na equipe ou priorizar sua família! Magnum vai à Torre dos Vingadores para pedir desculpas ao Capitão América por seus últimos atos e acaba entrando num confronto com o Hulk Vermelho.
 
Originalmente publicado em:
  • Avengers 31
    New Avengers 30 e 31
Detalhes da edição Formato americano (17 x 26)
68 páginas
Capa Couché
Lombada Grampo
Papel Pisa Brite
Publicação Mensal
Preço: R$ 6.50
Distribuição Nacional
 
 




Novidades em livros pela Companhia das Letras.




Memórias de um sargento de milícias, de Manuel Antônio de Almeida
Leonardo, protagonista destas Memórias, nada tem em comum com os heróis românticos de sua época. Filho de “uma pisadela e de um beliscão” em um flerte em alto-mar, desde cedo abraça o ócio como único modo possível de vida, inaugurando, segundo Antonio Candido, uma nova modalidade de narrativa, a do romance-malandro. Publicado pela primeira vez há mais de 150 anos, como folhetim no Correio Mercantil do Rio de Janeiro, a história de Leonardo chega ao leitor moderno com um vigor narrativo impressionante. Nas palavras de Ruy Castro, que assina o inspirador prefácio desta edição e alça Memórias à categoria de obra-prima da nossa literatura, o romance é um “milagre” e “uma façanha literária”, sem a qual “não teríamos ouvido falar — na literatura, na crônica, na música popular — de Machado de Assis, João do Rio, Lima Barreto, Carmen Miranda, Noel Rosa, Millôr Fernandes, Carlos Heitor Cony, Chico Buarque, Ivan Lessa e tantos outros discípulos, confessos ou inconscientes, de Manuel Antônio de Almeida”.

Alta fidelidade, de Nick Hornby (Trad. Christian Schwartz)
“Me pego preocupado, de novo, quanto àquele negócio da música pop, se gosto dela porque sou infeliz, ou se sou infeliz porque gosto dela.” Rob não tem como saber. Desde garoto consome toneladas de música, coleciona vinis raros, grava fitas temáticas e se apaixona por garotas que, no mínimo, tenham a decência de não gostar do Sting. É por isso que aos 35, depois que a namorada, Laura, vai embora de casa, ele não sabe o que dói mais: ouvir as letras chorosas de todas aquelas músicas que deram algum significado a tantos momentos de sua vida ou lembrar do tempo em que elas não o deixavam assim infeliz. Num processo de revisão incessante e obsessivo — qual o top five dos piores foras de todos os tempos? e as quatro piores coisas que se pode fazer a um namorado sem ele saber? —, Rob vai buscar uma reconciliação com a vida, com as ambições que um dia teve para sua combalida loja de discos e, quem sabe, com a própria Laura. Repleto de um impagável humor autodepreciativo que faz de Rob um personagem ainda mais carismático, Alta fidelidade se tornou rapidamente um clássico pop — um encontro do romance de formação com a comédia romântica, tudo isso acompanhado de uma trilha sonora da melhor qualidade.

Febre de bola, de Nick Hornby (Trad. Christian Schwartz)
Acompanhar o futebol é um prazer para a maioria das pessoas, mas quando esse interesse vai além do entretenimento e leva um homem a atrelar seus fracassos e conquistar pessoais ao desempenho de um time, a paixão muda de nome e se torna algo próximo do amor louco — ou de um vício incontrolável. É como tendência incurável à obsessão e ao desterro que Nick Hornby descreve sua relação com o Arsenal, time que a maioria dos torcedores ingleses ama odiar. Fiel ao impopular clube desde os onze anos, o escritor se apresenta neste livro de memórias como alguém que relega a literatura, o diploma de Cambridge e até a família ao banco de reservas, à espera de uma brecha no calendário de jogos para entrar em campo. Nesta coleção de pequenos ensaios repletos de afeto, confissões e uma memória milimétrica — capaz de recriar lances inteiros de uma vida encarada como metáfora do futebol —, Hornby revela a dimensão humana das multidões que lotam os estádios dispostas a passar noventa minutos de sofrimento em nome da alegria improvável de um gol.

O legado de Humboldt, de Saul Bellow (Trad. Rubens Figueiredo)
“Poeta, pensador, bebedor problemático, ingestor de pílulas, homem de gênio, maníaco-depressivo, maquinador requintado, história de sucesso, no passado escreveu poemas de grande argúcia e beleza.” Esse é Von Humboldt Fleisher, o exuberante autor de Baladas de Arlequim, livro que fez Charlie Citrine cruzar o país em busca de uma carreira na literatura. Mas a vida de Humboldt foi um fracasso, e ele morreu no esquecimento e sem amigos, tendo rompido até mesmo com seu mais dedicado pupilo. Agora é a vida de Citrine, depois de atingir fama e fortuna no sucesso de um personagem inspirado em Humboldt, que parece descarrilhar como a de seu antigo mentor. Às turras com a lei, mulheres e um mafioso que destruiu sua Mercedes a pauladas, Charlie recebe do amigo um presente além do túmulo, um legado que poderá colocar sua vida no eixo de uma vez ou terminar por enterrá-la, como tudo a sua volta parece indicar. (Romance vencedor do prêmio Pulitzer)

Degelo, de Ilija Trojanow (Trad. Kristina Michahelles)
São muitas as maneiras de entender o apelido que Zeno Hintermeier, um estudioso de geleiras obcecado pelo aquecimento global, ganhou de seus colegas de trabalho — “Mr. Iceberger”. Solitário, frio, à deriva, Zeno está cada vez mais instransigente com os homens, de maneira geral, e mais especificamente com os turistas que leva à Antártida, como coordenador da expedição do navio cruzeiro Ms Hansen. Depois do derretimento completo da geleira que pesquisava nos Alpes, ele não tolera mais os comportamentos de agressão ao meio ambiente. As anotações ácidas do cientista, que caminha para a loucura à medida que viaja mais ao sul, tecem a trama deste romance de Ilija Trojanow, uma das vozes mais notáveis da literatura alemã contemporânea. Em meio a atrapalhações dos viajantes, uma intervenção artística em pleno continente gelado e uma comunicação difícil por rádio, Mr. Iceberger planeja um último grito de desespero.

As garras do leopardo, de Chinua Achebe (Trad. Érico Assis; Ilustrações de Mary Grandpé)
No começo, todos os bichos eram amigos. Eles não tinham garras nem dentes afiados — nem mesmo o rei, o bondoso leopardo. A única exceção era o cachorro, que, com seus caninos pontudos, era motivo de gozação entre os animais. Certo dia, o cão, cheio de rancor, resolveu usar o que tinha de diferente para enfrentar o rei leopardo e se tornar o bicho mais poderoso da selva. E foi assim, a dentadas, que ele derrotou o grande líder, mandando-o para bem longe. Mas o leopardo logo retornaria. Dotado de um rugido ainda mais forte, de garras afiadas e dentes reluzentes, o antigo rei queria fazer justiça — e a partir daí a vida na selva nunca mais seria a mesma.

História de dois amores, de Carlos Drummond de Andrade (Ilustrações de Ziraldo)
Osbó era um elefante de bem com a vida. Ele estava tão ocupado pensando nas férias que tiraria para descansar de suas obrigações como chefe da manada que nem percebeu uma pulga — aliás, um pulgo — instalada atrás de sua orelha. É assim que começa esta história da amizade entre Pul, o pulgo, e Osbó, o elefante. Juntos, eles viajam, enfrentam guerras, riem e choram — até chegar aquele dia em que a convivência fica complicada. Vaidoso por ser amigo de um bicho importante, Pul passou a distribuir ordens por todos os lados e a ser malcriado à toa, inclusive com Osbó. Mas pra tudo existe uma solução. E, em muitos casos, essa solução é aquela coisa que todo mundo sente, que dizem que move até montanhas.

Editora Paralela

Os 500, de Matthew Quirk (Trad. Ana Ban)
Após uma infância e uma juventude complicadas, tudo que Mike Ford queria era uma vida honesta. Seguiu à risca a trajetória de um grande homem: se formou em direito em Harvard com as melhores notas e já era visto como a nova promessa do Grupo Davies — a mais poderosa empresa de consultoria de Washington. No entanto, quando já desfilava entre os mais importantes figurões dos EUA, Mike percebeu que sua nova vida talvez estivesse baseada em muito menos honestidade do que seu passado como jovem criminoso. Mas será que tudo que ele havia conquistado não seria suficiente para que aceitasse aquela situação?

Editora Seguinte

Três é demais, de Ali Cronin (Trad. Rita Sussekind)
Jack está perdidamente apaixonado. Ollie evita relacionamentos sérios. Donna não consegue arrumar um namorado. Mas e Cass? Todos acham que ela tem tudo que uma garota poderia desejar, mas a realidade está longe de ser perfeita. Seus amigos odeiam Adam, seu namorado. E seu melhor amigo está apaixonado por ela. Cass está dividida. Como ela irá escolher entre os dois? Acompanhe o emocionante último ano na escola de quatro garotas e três garotos.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Companhia das Letras indica eventos literários. Confiram!


Bate-papo com Joca Reiners Terron em Santos
Terça-feira, 30 de julho, às 19h30
Em nova edição das Tarrafadas (evento de aquecimento para a Tarrafa Literária), Joca Reiners Terron participa de bate-papo e fala de seu novo livro, A tristeza extraordinária do leopardo-das-neves.
Local: Sesc Santos – Rua Conselheiro Ribas, 366 – Santos, SP

Bate-papo com Daniel Galera no Rio de Janeiro
Quarta-feira, 31 de julho, às 19h30
Daniel Galera participa de debate com medição de Guilherme Freitas.
Local: Biblioteca Popular de Botafogo – Rua Farani, 53 – Botafogo – Rio de Janeiro, RJ

Lançamento da Companhia das Letrinhas
Sábado, 3 de agosto, às 16h
Lançamento do livro infantil A lobinha ruiva, com presença dos autores Stela Greco Loducca e Renato Moriconi. Haverá distribuição de ilustrações para colorir.
Loja: Livraria da Vila – Alameda Lorena, 1731 – São Paulo, SP

Oficina “Princípios essenciais da Escrita Criativa”
1 e 2 de agosto, das 18h às 21h
Nesta breve oficina com a escritora Noemi Jaffe, pretende-se verificar cinco princípios básicos da escrita ficcional, refletindo sobre a teoria, verificando exemplos de sua ocorrência e aplicando-os em exercícios criativos. Veja mais informações no site da Estação das Letras.
Local: Estação das Letras – Rua Marquês de Abrantes, 177 – Flamengo – Rio de Janeiro, RJ

Xavier e Magneto fazem parte dos primeiros pôsteres oficiais de X-Men: dias de um futuro esquecido.



Um dos filmes mais aguardados pelos fãs da equipe mutante mais famosa do mundo - X-Men: dias de um futuro esquecido - é a adaptação de uma das passagens mais sombrias dos mutantes da Marvel. A trama mostra um futuro alternativo onde os mutantes são caçados pelos temidos Sentinelas que, via de regra, matam ao invés de aprisionar. A história também aborda os temas de racismo, preconceito e campos de concentração. 
Dirigido por Bryan Singer, a produção mesclará os personagens da trilogia X-Men, além dos que estiveram presentes em X-Men: Primeira Classe. Os pôsteres acima são uma amostra do que poderemos aguardar, evidenciando a diferenças entre o Magneto interpretado por Ian McKellen (futuro) e Michael Fassbender (passado) e também o Professor Xavier de Patrick Stewart (futuro) e James McAvoy (passado). 
O filme tem previsão de lançamento para o dia 23 de maio de 2014.



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