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terça-feira, 30 de junho de 2015

Programe-se! Evento com José Trajano em julho.


Noite de autógrafos com José Trajano para o lançamento do livro Tijucamérica, Editora Companhia das Letras

Todo fã de futebol tem um time dos sonhos, uma escalação ideal para a equipe perfeita. Mas e quando os grandes craques ficaram no passado e os torcedores já não conhecem mais o sabor da vitória? Este divertido e inusitado livro conta com uma ajuda sobrenatural para trazer de volta a alegria para o gramado do Campos Sales. Munido de um verdadeiro exército de videntes, mágicos, gurus e pais de santo, Trajano faz renascer a maior seleção do América de todos os tempos.

Shopping Tijuca
Avenida Maracanã, 987 - Tijuca
CEP: 20530-230 - Rio de Janeiro - RJ 
Telefone: (21) 3872-3477 

Dia 30 de julho às 19h00

sábado, 27 de junho de 2015

Quando ter uma religião se tornou crime?



Grupos extremistas são um câncer na humanidade. Mas eu não estou citando o grupo A ou B, estou generalizando. O termo "extremista" ganhou novas conotações nos dias atuais. Os outrora "críticos" de religiões que diferiam das suas estão, atualmente, mostrando vontade para uma guerra em termos literais.
Não bastasse as críticas ferrenhas a tudo que contraria seus preceitos religiosos, agora temos homens e mulheres dispostos a ferir e até matar em nome da fé. Isso já é um fato comum (e triste) em várias partes do mundo, porém agora está presente em nosso país, com muito mais força do que gostaríamos.
Fatos isolados ou não, a fé e a luta por ela - ou por sua supremacia diante das demais - é uma irrefutável verdade na história da humanidade. Lições dos malefícios e tragédias gerados pela intolerância estão estampados em lápides ancestrais, no extermínio de raças e na intolerância que afasta seres da mesma espécie. Nossos dias são tomados por notícias de indivíduos que findam a própria vida e a de outras pessoas para provar que suas ideologias e crenças são as corretas.
Sintetizando um pouco o atual cenário, temos grupos com práticas e dogmas diferentes, porém quase todos são voltados a um objetivo em comum: melhorar a índole do homem e aproximá-lo de um estado espiritual menos mesquinho e violento. Ainda assim a busca por novos fiéis, a vontade em evidenciar que a religião professada é a verdadeira e, principalmente, o ódio por qualquer outra vertente que contrarie aquilo que o 'crente' acredita ser o correto está modificando o cenário religioso no Brasil. Caso as coisas continuem dessa forma, certamente chegaremos a ter extremistas dispostos a exterminar os grupos "rivais".
Ter uma fé não é motivo para guerras. A fé, em seu sentido mais puro, é a forma encontrada pelo homem para se aproximar de uma perfeição só encontrada no divino. Ter uma fé seria, sintetizando, buscar ser alguém melhor, mais tolerante e preocupado com o próximo. Lições encontradas nos ensinamentos de Cristo, Buda, Maomé e outros profetas (ou santos, como preferir) não fazem referência ao combate aos divergentes. Pelo amor as pessoas devem se unir. Pela fé elas devem se aproximar de um Deus que irá aprimorá-las.
Eu vejo um cenário de intolerância religiosa preocupante, com grupos radicais ganhando poder pouco a pouco. Caso as coisas continuem assim, brevemente teremos a religião X impondo seus dogmas e crenças sobre as demais. Isso é algo inaceitável pelos prismas da fé, da lei e da decência. Todos podemos ter uma fé, praticá-la e professá-la livremente. Afinal, se uma religião prega a transformação do homem em algo mais puro e melhor, por que travar uma luta contra essa fé?
Partindo de um pressuposto de que Deus é amor em estado puro, qual a lógica de um crente neste mesmo Deus pregar a guerra, a perseguição e morte de quem não compartilha de suas crenças? É lícito guerrear por um ser que é puro amor? 
Seja qual for sua religião, entenda que não é correto usá-la para impor vontades e credos. Você só estará mais próximo de Deus (ou Deuses) quando agir para salvar vidas, diminuir dores e respeitar seus semelhantes. 
Não há lógica nestas guerras "santas". O amor deve chegar a todos, as lições de seres iluminados devem ser semeadas, mas nunca semearemos amor se regarmos a plantação com sangue.


sexta-feira, 26 de junho de 2015

Quatro dias de eventos culturais com ilustradores e escritores.



Fonte: Companhia das Letras.
  • Festival Literário Internacional de Belo Horizonte
    Autores da Companhia das Letras participam do FLIBH, que nesta edição homenageia Carlos Drummond de Andrade. Confira a programação:
  • Mesa com o ilustrador Nelson Cruz - Sexta-feira, 26 de junho, às 16h. Ilustrador de A arca de Noé Contos de gigantes participa da mesa “Livro: palavras e imagens”, com Odilon Moraes, Rodrigo de Faria e Silva e Ana Elisa Ribeiro. Local: Teatro Francisco Nunes — Av. Afonso Pena, s/n, Centro — Belo Horizonte, BH
  • Mesa com Luiz Ruffato e Juan Pablo Villalobos
    Domingo, 28 de junho, às 15h30
    Os autores de Flores artificiais Festa no covil participam da mesa “A literatura e a cidade”.
    Local: Teatro Francisco Nunes — Av. Afonso Pena, s/n, Centro — Belo Horizonte, BH
Drauzio entrevista Frei Betto

Segunda-feira, 29 de junho, às 19h30
Drauzio Varella convida para o Drauzio entrevista Frei Betto, autor de Fome de DeusAs senhas para participar serão distribuídas uma hora antes do evento na entrada do Teatro Eva Herz.
Local: Teatro Eva Herz na Livraria Cultura — Av. Paulista, 2073 — São Paulo, SP


Lançamento de Meu passado me condena

Segunda-feira, 29 de junho, às 19h30
Tati Bernardi bate um papo com Antonio Prata no evento de lançamento de Meu passado me condena pela Editora Paralela, livro da história do casal Fábio e Miá que também ganha seu segundo filme nesta semana. Saiba mais sobre o evento.
Local: Livraria Cultura do Shopping Iguatemi — Av. Brigadeiro Faria Lima, 2232 — São Paulo, SP

quinta-feira, 25 de junho de 2015

O fascínio do brasileiro pela tragédia... ou como ganhar dinheiro com a morte.


Por: Franz Lima.
Não vou frisar o óbvio, uma vez que a imprensa nacional fez questão de esticar o assunto de forma gritante. A verdade é que a morte do cantor Cristiano Araújo - um pop star do sertanejo - ganhou ares de tsunami no Japão ou o atentado às Torres Gêmeas. 
Não que o fato seja indigno de nota. Não que o cantor tenha sido alguém desprezível. Muito ao contrário... 
Entretanto, o que me chamou a atenção é dedicação com que emissoras, jornais, sites e rádios de todos os estados do país anunciaram e divulgaram - quase ininterruptamente - a tragédia do astro e sua namorada. Mas será que tudo isso é por causa da importância de Cristiano como ícone da cultura nacional? Se for, confesso que estranho os motivos de não terem divulgado seus trabalhos com tanta ênfase quanto divulgam a morte dele.
Homenagens são algo louvável, mas não foi isso que vi. 
A verdade é que transformaram a dor de uma família em circo. O pai, os filhos do cantor, os parentes próximos foram expostos quase cirurgicamente. Imitadores e outros cantores novatos surgiram em diversas emissoras para cantar os sucessos do falecido, o que não impede que, paralelamente, divulguem seus trabalhos. O mercado fonográfico não pode parar...
Agora, sendo extremamente honesto, sabem o que levou a situação trágica à condição de premiere de um grande filme? A fascinação do público pela desgraça, pela tragédia. Os sites, rádios, emissoras e jornais ganharam muito com esta notícia. Os discos do cantor estão vendendo como água. É lucro em troca de lágrimas. É a divulgação do caos e da dor para reverter em dinheiro.
Durante esses dois dias, posso garantir que os intervalos comerciais dos programas tiveram seus valores inflacionados. A garantia de que as pessoas ficarão grudadas aos monitores e telas para ver o sofrimento dos fãs e parentes, e a triste sina de Cristiano e sua namorada (quase esquecida em algumas matérias) também é uma óbvia constatação de que haverá mais pessoas sendo bombardeadas por propagandas. Com dor ou não, uma propaganda bem feita é o primeiro passo para o sucesso de vendas, principalmente com um público atento à tela.
Não há compaixão real ou apreço pelo cantor e sua obra. O que há, na esmagadora maioria dos casos, é um aproveitamento de uma perda de alguém que tinha grande público para converter isso em cifras. Óbvio que há exceções, porém o show não pode parar. É lucrando que sites, jornais e outras mídias se mantêm no ar. Lamentavelmente.
Por fim, não posso deixar de citar os estragos que indivíduos usam as redes sociais para divulgar as imagens dos corpos, filmagens do cantor sendo socorrido e até da necrópsia dele. As imagens são chocantes, fortes e descartáveis. Não há motivos para querer ver isso, mas a morbidez da imensa maioria dos brasileiros transformou essas cenas terríveis em virais. Quem é mais culpado por essa situação: quem iniciou a divulgação ou quem deu continuidade? 
Espero que essa sede do macabro diminua. Espero que essa morte traga algo de positivo (ao menos no que diz respeito ao uso do cinto de segurança). Espero que o que fique do cantor seja seu carisma e sua arte. 
Esses são dias para serem esquecidos, principalmente diante da vergonhosa exploração da dor e da perda. 




quarta-feira, 24 de junho de 2015

Os problemas de saúde causados pelo uso de smartphone e como evitá-los


O celular é quase um companheiro inseparável, visto por muitos como um bem essencial no dia a dia - mas o que muitas pessoas não sabem é que o uso excessivo deles pode causar danos ao corpo humano.
Fonte: BBC Brasil
Se você sente constantes dores de cabeça, um couro cabeludo extremamente sensível ou um incômodo atrás de um olho, a culpa pode estar no uso indevido do smartphone.
Especialistas dizem que são cada vez mais comuns os casos de "text neck" - "pescoço de texto" em tradução livre -, dores na cabeça ligadas a tensões na nuca e no pescoço causadas pelo tempo inclinado em uma posição indevida para visualizar a tela do celular.
Segundo a fisioterapeuta Priya Dasoju, a "pescoço de texto" também pode levar a dores no braço e no ombro.
"O que estamos vendo são cefaleias cervicogênicas", afirmou. Ela diz que o problema vem de tanto inclinar a cabeça para frente da tela do celular, e isso cria uma pressão intensa nas partes frontais e traseiras do pescoço.
Esse problema pode se agravar e, em alguns casos, pode levar a uma condição conhecida como nevralgia occipital.
É uma condição neurológica em que os nervos occipitais – que vão do topo da medula espinhal até o couro cabeludo – ficam inflamados ou lesionados. Ela pode ser confundida com dores de cabeça ou enxaqueca.
"Cerca de 30% dos nossos pacientes que vemos têm nevralgia occipital", disse a osteopata Lola Phillips.
"Você tende a ter esse problema quando usa muito tablets, laptops ou smartphones. Você começa a sentir uma tensão na parte da frente do pescoço e uma fraqueza na parte de trás dele."
A dor pode ser intensa, como se o pescoço estivesse "queimando", e começa na base da cabeça, se estendendo por toda a parte superior, no couro cabeludo.
Geralmente, as dores começam na parte de trás da cabeça, no nervo occipital, mas às vezes elas ficam localizadas mais na parte da frente, acima dos olhos.

'Raios de dores'

Adam Clark Estes começou a sentir dores de cabeça alguns meses atrás. Segundo ele, a dor é intensa. "É como se fosse a dor de uma ressaca forte. Você sente a cabeça latejando."
"Como se alguém tivesse me golpeado na cabeça com um cano de aço quente enviando raios de dores lancinantes no crânio", conta.
Você pode sentir a dor em um dos lados da cabeça ou nos dois, e até atrás dos olhos quando movimenta o pescoço. O conselho para curar o problema é mudar de postura na hora de mexer no celular – e evitar o uso excessivo dele.
"Quem sofre disso deveria pensar em adotar posturas diferentes quando estiver usando o celular. Sentar na vertical, por exemplo, e levantar o celular ou usar um suporte para ele ficar em uma altura mais adequada", explica a osteopata Lola Phillips.
"É preciso ter mais disciplina com o uso do telefone também", reitera.
O tratamento inclui correção de postura, massagem e remédios anti-inflamatórios, mas em alguns casos é preciso tomar medidas mais drásticas.
Adam Clark Estes teve que injetar um coquetel de esteroides e outros relaxantes nos nervos ao redor do seu pescoço.
"Dói bastante. Acho que o médico me deu quase 20 injeções separadas e depois delas eu fiquei tão mole que achei que iria desmaiar."
"Depois de me recuperar, o médico me disse que me sentiria melhor em um dia – e melhorou mesmo", conta.
Médicos também podem receitar relaxantes musculares, antidepressivos.
Especialistas dizem que a prevenção é a melhor opção. Diminuir o uso de smartphones ou então posicioná-los mais próximo da altura dos olhos são boas estratégias para evitar o problema.
"Tente não manter a mesma postura por muito tempo", disse a fisioterapeuta Priya Dasoju.
"Coloque um lembrete no celular ou no computador para se certificar de que você não está na mesma posição por muitos minutos consecutivos."
Os médicos garantem que as condições causadas por uso excessivo de smartphones são apenas dolorosas, não fatais.

terça-feira, 23 de junho de 2015

A triste sina do ator que interpretou o professor Girafales.



Rubén Aguirre Fuentes ganhou fama internacional com seu personagem professor Girafales, na turma do Chaves. Girafales era uma versão mexicana do professor Raimundo, personagem de Chico Anysio. Suas aulas para uma turma de crianças bagunceiras e brincalhonas, além de suas investidas na dona Florinda ficaram na mente de alguns milhões de espectadores de gerações diferentes. 
Hoje, entretanto, Rubén passa por uma situação gravíssima. Sem dinheiro para pagar os devidos cuidados médicos que precisa e com uma dívida em torno de 15 mil reais, o ator está em um beco sem saída, já que precisa custear o tratamento.
O Hospital que pode prestar o tratamento necessário ao ator não o aceita sem o devido pagamento. Em contrapartida, a Associação Nacional dos Atores é acusada por Rubén de não prestar apoio.

Ele pediu ajuda através de uma carta enviada no twitter. Leiam abaixo:
Acusações à parte, o fato é que o eterno Girafales chegou a um impasse que, infelizmente, pode lhe custar a vida.
Vítimas de um acidente de carro no ano de 2007, ele e sua esposa não podem mais trabalhar. A esposa perdeu uma perna e ele está em uma cadeira de rodas. A situação é agravada pelo diabetes e problemas na coluna.
De 2007 para cá, todos as reservas da família foram empregadas no tratamento e medicamentos para o casal. Entretanto, agora sem recursos, Rubén apela para o bom senso da Associação visando receber os tratamentos necessários.
O fato está gerando polêmica por conta das afirmativas de representantes da Associação que afirmam, categoricamente, apoiar financeiramente o ator.
Seja como for, esta é a pior hora para esquecer as alegrias que Girafales trouxe aos espectadores. Ele lutou até os últimos recursos se esgotarem. Esta não é a hora de abandonar um homem que trabalhou em prol da alegria de gerações de crianças. 
O mínimo de respeito a sua história é necessário...

E agora, quem poderá ajudá-lo?






quinta-feira, 18 de junho de 2015

Análise da graphic novel A Travessia, de Camila Torrano.


Por: Franz Lima
Um dos maiores feitos da editora Escrita Fina é o apoio e divulgação de escritores e ilustradores nacionais, além da retomada de obras clássicas, porém desconhecidas (como é o caso da coletânea de contos de terror de autores nacionais dos séculos XIX e XX).
Um dos talentos que me surpreendeu positivamente foi o da escritora e ilustradora Camila Torrano. 
Camila Torrano
Camila é uma ardorosa fã do terror e, obviamente, esse  amor pelo sobrenatural não poderia deixar de influenciar em seus trabalhos. 
Um destes trabalhos ganhou a devida atenção através da Escrita Fina: A Travessia.
O livro é uma verdadeira graphic novel. Com uma trama bem interessante e ilustrações de alto nível, Camila criou um universo onde o mal está muito mais próximo de nós do que imaginávamos.
A história relata, basicamente, a viagem de um casal que foge da Irlanda em tempos de crise (meados do século XIX). Para isso, os dois subornam um capitão de uma nau que, em troca do pagamento, transporta o casal para a América. 
A viagem é uma verdadeira aventura, cheia de mistério e com um clima bastante sombrio. Grande parte do impacto da obra está nas ilustrações de Camila. Seus desenhos são extremamente expressivos e retratam com maestria o clima tenso que cerca a trama do início ao fim.
Algumas das cenas de A Travessia lembram os quadrinhos da antiga revista Cripta. A imaginação da autora criou seres monstruosos e cenas memoráveis, como a do navio sendo iluminado por um único facho de luz que atravessa as nuvens de chuva. 
A história é muito boa e, repito, ganha muito mais destaque com a arte de Camila. 
Certamente daria um magnífico episódio das séries Além da Imaginação e Mestres do Horror.
Parabéns à escritora e também à editora Escrita Fina. A obra despertou meu interesse pelo trabalho da promissora Camila Torrano.

Dados técnicos:
Título: A Travessia
Autora e ilustradora: Camila Torrano
Editora: Escrita Fina
ISBN: 978-85-63877-53-6
Ano da Edição: 2012
Nº de Páginas: 88


 







Fox lançará filme com a história de Malala


(ANSA) - A história da jovem paquistanesa Malala Yousafzai, vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2014, chegará aos cinemas por meio da Fox Searchlight Pictures, que distribuirá o documentário "He Named Me Malala", dirigido por Oscar Davis Guggenheim e inspirado no livro "Eu Sou Malala".
O documentário é um retrato íntimo da jovem que foi alvejada na cabeça por membros do Talibã por defender o direito das mulheres à educação. O filme narra a relação entre Malala e seu pai, um professor e dono de uma escola no vale do Swat.
"Conviver 18 meses com Malala, seu pai Ziauddin e sua família foi uma das experiências mais bonitas da minha vida", disse o diretor. Malala ficou mundialmente famosa em 2002, quando, com apenas 15 anos, foi atacada por extremistas na saída da escola.
Após correr risco de morte, a jovem se recuperou e se mudou para a Inglaterra, criando a Fundação Malala para recolher fundos para projetos educacionais.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Aprenda sobre liderança com Game of Thrones


Traição, jogos emocionais e falsidade. Estamos falando da trama do bem-sucedido seriado Game of Thrones, que acaba de terminar sua quinta temporada. Mas será que a descrição não se aplica também ao seu ambiente de trabalho?
Fonte: BBC
Lições de liderança sobre vencer, chegar ao topo, tratar bem as pessoas (ou não) e gerenciar subordinados são fundamentais tanto no mundo da ficção quanto em empresas da vida real.
Aqui, dois influenciadores da rede social LinkedIn comentam o assunto.

Jeff Haden, dono da BlackBird Media

"Quando George R. R. Martin escreveu os romances da série As Crônicas de Gelo e Fogo, é possível que nem passasse por sua cabeça que eles se tornariam livros de autoajuda para empreendedores em busca de lições sobre liderança. Repletas de violência gratuita, incesto, magia negra e dragões, as histórias não trazem muita semelhança com a vida real", escreveu Haden em um post no LinkedIn.
"Mas tirando esses elementos, os romances (nos quais se baseia o seriado da HBO Game of Thrones) mostram a simples história de uma disputa para ser o melhor: o melhor guerreiro, o melhor líder e o melhor reino."
Quais lições podem, então, ser tiradas dos Sete Reinos de Westeros? Haden oferece três das principais:
"A atenção é uma virtude. O oitavo episódio da quarta temporada gira em torno de uma luta aparentemente impossível de ser vencida entre o príncipe Oberyn, um homem de estatura normal, e o gigante Ser Gregor. A agilidade de Oberyn o ajuda a correr ao redor de seu enorme rival. Infelizmente, o príncipe sofre de uma falta de concentração momentânea e Gregor aproveita a oportunidade para acabar com ele."
"É algo brutal, claro, mas em termos corporativos, há uma lição aqui: sempre se mantenha alerta e concentrado na tarefa que está executando."
"A sorte sorri para os corajosos. Os Dothraki poderiam ter se tornado oponentes terríveis. Mesmo assim, os Lannisters, Starks e Baratheons não tinham medo deles por um simples motivo: os Dothraki temiam o mar, e todos sabiam disso. O medo dos Dothraki os tornou impotentes, presos a uma rotina e incapazes de crescer ou se tornar mais poderosos", explica Haden.
"É como se eles fossem a BlackBerry do seriado: uma empresa sólida em seu próprio mundo, mas indiscutivelmente indiferente às oportunidades lançadas pelos telefones de tela de toque. Enquanto isso, sua principal rival, a Apple, se jogava na exploração de novos territórios. O resultado: a Apple decolou e a BlackBerry fracassou", exemplifica.
"Nunca se subestime. Se você já assistiu a Game of Thrones, provavelmente já ouviu a frase: ‘Você não sabe nada, Jon Snow’. Ironicamente, ela não poderia estar mais distante da realidade. O filho ilegítimo do Lorde Eddard Stark deixou rapidamente de ser a ovelha negra da família para se tornar o Comandante da Muralha", diz Haden.
"Ele não só é corajoso e inteligente, como também acredita em si mesmo e não tem medo de seguir seus instintos – qualidades que todo bom líder precisa ter. O resultado é que ele ganhou o respeito de praticamente todos a sua volta."
"Enquanto outros homens dos Sete Reinos de Westeros estavam ocupados enchendo a cara, transando com a irmã ou planejando atos de violência, Snow se destacou na disputa pelo Trono de Ferro", escreve Haden. "Ele é ao mesmo tempo o superazarão e a prova de que você nunca deve se subestimar."

David Beebe, vice-presidente de marketing global do grupo Marriott International

Assim como os reis de Game of Thrones podem ser destronados por personagens até então menores, o mesmo pode acontecer com altos executivos. É importante ter isso em mente ao tratar com seus subordinados, até mesmo o estagiário que está trabalhando de graça.
"A responsabilidade dos estagiários e a estrutura de programas de estágio variam de empresa para empresa", escreve Beebe em um post sobre o assunto no mesmo LinkedIn. "É crucial pensar como formar uma relação com o estagiário e aprender com eles."
Entre as principais dicas do executivo para se lidar com estagiários estão:
"Deixe-os familiarizados. Não importa o tamanho da companhia. É fundamental que os estagiários conheçam a empresa e sua história, seus valores, seus departamentos etc. Pode ser algo já batido para você, mas é novidade para eles", afirma Beebe.
"Convide-os para reuniões (quando possível). Deixe-os à vontade para dar suas opiniões, contribuir e compartilhar suas ideias", aconselha o executivo. "Eles estão na empresa para aprender, mas você e seus colegas também podem aprender com eles – não se deve ignorá-los e colocá-los em um canto."
"Dê feedback a eles. Não deduza que eles sabem o que é bom ou ruim. Para muitos, essa é a primeira experiência no mundo do trabalho e um feedback consistente os ajudará a se guiarem."
"Delegue a eles um projeto de longo prazo. Fora das reuniões e dos projetos do dia a dia, envolva-os junto com outros estagiários ou funcionários em um projeto que eles possam desenvolver ao longo da duração do estágio e apresentar para as diversas equipes", recomenda Beebe.


quinta-feira, 11 de junho de 2015

Abbey Road Parody. Cover art inspired in the last recorded album of the Beatles



The Beagles
Abbey Road foi o 12° álbum lançado pela banda britânica The Beatles. Foi lançado em 26 de setembro de 1969, e leva o mesmo nome da rua de Londres onde situa-se o estúdio Abbey Road. Foi produzido e orquestrado por George Martin para a Apple Records. Este álbum está na lista dos 200 álbuns definitivos no Rock and Roll Hall of Fame.
(Fonte: Wikipedia)

Original cover art

The Avengers

Snoopy e sua turma

The Beatles, literalmente


Quarteto Fantástico (Homem-Aranha ao fundo)

Uma versão mais sombria

Futurama

Vader, Buffy, Hermione e Zorro

Jack Skellington

Marx, Lennin, Mao Tsé e Che

Legos

Minecraft

Depressivos

Tributo ao álbum original

Inspirado em Vincent van Gogh

Lego Abbey Road

Simpsons

Star Trek

Tintin

Travessia dos vilões

Vocaloids

Country version

Zumbis

Teletubbies


quarta-feira, 10 de junho de 2015

Três novos lançamentos marcam a semana na Companhia das Letras.


Drauzio Varella é oncologista, autor de best-sellers, voluntário numa prisão, pesquisador do uso medicinal de espécies amazônicas e ainda celebridade na TV. Mas consegue há mais de vinte anos conciliar esse atribulado dia a dia com a prática regular de exercício físico. Para ele, correr não é só um hobby: é o que lhe dá o equilíbrio para enfrentar os desafios da vida. Em Correr, Drauzio conta como e por que decidiu espantar o sedentarismo; relata o desafio da primeira maratona; nos dá um panorama da história das corridas desde sua suposta origem na Grécia antiga; oferece informações médicas sobre a prática; e, de quebra, nos leva de “carona” num passeio sensível pela alma humana. Leitura indispensável para corredores e futuros corredores.


Declaração de amor, de Carlos Drummond de Andrade
Com o subtítulo “Canção de namorados”, esta reunião de poemas amorosos, românticos e deliciosamente apaixonados de Carlos Drummond de Andrade mostra a faceta mais lírica do grande poeta mineiro. Textos já clássicos ou que merecem uma nova leitura, como “Amar”, “Lembrete”, “Ausência”, “Toada do amor”, “Declaração de amor” e “O chão é cama”, foram criteriosamente selecionados por Luis Mauricio e Pedro Augusto Graña Drummond, netos do poeta e grandes conhecedores de sua obra. O resultado é uma celebração de beijos, abraços e carinhos – uma festa para o amor, enfim.

Quadrinhos na Cia.

Uma das criações máximas de Angeli, Bob Cuspe foi a grande resposta do cartunista aos excessos dos anos 1980, à hipocrisia reinante da elite cultural e financeira, à vida espalhafatosa e deslumbrada dos yuppies que vicejaram no Brasil após o fim da ditadura. Seu brinco era um grampo, suas roupas não passavam de trapos, a porta de sua casa era um bueiro e suas bandas eram os Ramones, os Ratos de Porão, os Sex Pistols e o The Clash. Seus inimigos estavam por toda parte.
Assim como Rê Bordosa, Wood & Stock, Benevides Paixão e Mara Tara, Bob Cuspe fez história na revista Chiclete com Banana, grande marco do quadrinho independente brasileiro. Com tiragens que chegavam a mais de 100 mil exemplares mensais, aChiclete foi um dos símbolos da redemocratização; se Rê Bordosa apontava mudanças nos costumes e na vida social do paulistano, Bob Cuspe serviu para encapsular a frustração, a raiva, os anseios e a revolta dos desfavorecidos.
Todavia, quem espera encontrar aqui militância e proselitismo veio ao lugar errado. A resposta de Angeli está à altura da pergunta: ácida, cruel, sem concessões, uma cusparada na cara de tudo que está aí.

Cultura em vários eventos literários. Via Companhia das Letras.


Companhia das Letrinhas no Salão FNLIJA Companhia das Letrinhas vai estar no 17º Salão FNLIJ do Livro Infantil e Juvenil, no Rio de Janeiro. Veja quais autores estarão lançando seus livros durante o evento, e não deixe de nos visitar no estande B2.
  • Bate-papo e lançamento de Memórias póstumas de Noel RosaQuinta-feira, 11 de junho, às 15h
    Luciana Sandroni e Maria Clara Barbosa conversam com os leitores no lançamento de Memórias póstumas de Noel Rosa.Local: Biblioteca FNLIJ para Jovens
  • Bate-papo com Adriana CarrancaSábado, 13 de junho, às 11h
    Adriana Carranca conversa com os leitores sobre Malala, a menina que queria ir para a escola.Local: Espaço FNLIJ de Leitura
Lançamento de Malala, a menina que queria ir para a escolaDomingo, 14 de junho, às 16h
Adriana Carranca autografa o lançamento da Companhia das Letrinhas, Malala, a menina que queria ir para a escola, no Rio de Janeiro.
Local: Livraria da Travessa – Rua Voluntários da Pátria, 97, Botafogo — Rio de Janeiro, RJ

Encontro de AfternatorsDomingo, 14 de junho, às 15h
Para comemorar o lançamento do 3º livro da série “After”, fãs de Anna Todd vão se reunir em São Paulo para falar de After – Depois do desencontroSaiba mais sobre o evento.
Local: Loja da Companhia das Letras por Livraria Cultura — Av. Paulista, 2073 — São Paulo, SP
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Aprenda nove truques para melhorar sua busca no Google. Via BBC


O Google é a mais comum das ferramentas de busca. Mas como aproveitar melhor o que esse "oráculo" tem a oferecer?
Reunimos nove truques para aprimorar suas buscas no Google. Via BBC Brasil

1. Esqueça a pontuação

Acentos, letras maiúsculas ou minúsculas – nada disso faz diferença nos resultados. E também não importa se você escreve com erros ortográficos. Isso porque o corretor automático do Google utiliza a grafia mais usada da palavras

2. Refine sua busca

Na própria página do Google há um botão para se ajudar as configurações da buscas, seja por país ou por idioma.
Também é possível fazer uma busca avançada, determinando, por exemplo, o período de tempo em que o conteúdo foi atualizado ou publicado ou ainda o formato do arquivo da informação procurada.


3. Não se esqueça das aspas

Para buscar por frases exatas, basta colocar a frase entre aspas. Mas tenha em mente que alguns resultados relevantes podem não aparecer ao se usar aspas. Por exemplo, se usá-las para procurar "Alexander Bell", não vão aparecer as referências a Alexander G. Bell.

4. Para buscar em um site específico

Se você está certo de que a informação que busca está em um site específico, basta digitar "site:" (sem aspas) antes do termo buscado. Exemplos: site: bbcbrasil.

5. Buscar por formatos

Se você está em busca de arquivos específicos - seja .PDF, .PPT ou .XLS -, acrescente o termo "filetype:" seguido da abreviatura de três letras do tipo de arquivo. Outra possibilidade é escolher o tipo específico de arquivo desejado na configuração avançada do Google.

6. Em busca de páginas relacionadas

Uma boa alternativa é usar o termo "related:" quando a ideia é encontrar uma página com conteúdo similar à de outra. Basta usar esse termo seguindo da URL do site.

7. Encontrando definições

Basta escrever "define:", seguido da palavra procurada para se obter diferentes descrições e definições dela.

8. Para fazer uma conta

Se você colocar uma equação matemática no box de busca, o Google fará as contas para você, te poupando o tempo de abrir a calculadora do computador.

9. Conseguindo resultados dentro de uma faixa específica de valores

Para isso, basta escrever dois pontos (..) entre os valores procurados. Por exemplo, se quiser comprar uma bolsa que custe entre entre 200 e 300 reais, escreva "bolsa R$ 200..R$ 300"

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