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sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Musas de Game of Thrones são transformadas em Pinups



Por: Franz Lima.
Novamente a arte de Andrew Tarusov aparece no Apogeu. O motivo? A criatividade e a extrema competência de suas ilustrações.
Desta vez, Tarusov adaptou as musas de Game of Thrones, série inspirada nas obras literárias de George R. R. Martin, transformando-as nas clássicas e sensuais pinups. Confiram o resultado dessas artes e admirem as belezas das mulheres que trazem beleza e dramaticidade à criação de George Martin. 
Parabéns ao ilustrador russo...












quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Nota de pesar pelo falecimento de centenas de pessoas em Meca.


Hoje, infelizmente, mais de 700 pessoas morreram pisoteadas em decorrência de um tumulto de origem ainda desconhecida. O fato ocorreu na cidade sagrada dos islâmicos, Meca, em pleno período de peregrinação (Hajj). A tragédia abalou não só o mundo islâmico como todo o planeta, principalmente por se tratar de um fato ocasionado durante um evento religioso.
Aos familiares, meu respeito e desejo de paz. 
Allahu Akbar!
 

Japão não abolirá cursos de Ciências Sociais e Humanas, esclarece ministro. Via IPC.


Fonte: IPC Digital. Texto: Daniel Lima

* Recentemente divulguei uma matéria do Terra onde era noticiada a decisão de que algumas universidades japonesas iriam encerrar os cursos de ciências humanas. Entretanto, o site IPC, feito por brasileiros que moram no Japão, desmentiu a notícia, taxando-a de equivocada. As explicações estão abaixo, já que é vital para a credibilidade que as duas versões da trama sejam veiculadas. Busquei em inúmeras pesquisas por mais notícias similares, mas não tive sucesso. De qualquer forma, eis a matéria: 

TÓQUIO (IPC Digital) – No início desta semana, diversos veículos do mundo divulgaram a notícia de que o governo japonês estaria solicitando a universidades públicas que cancelassem cursos das áreas de Ciências Humanas e Sociais. Na mídia brasileira, um grande portal de notícias chegou a utilizar o termo “decreto ministerial” para se referir à mensagem do ministro da Educação japonês, Hakuban Shimomura, enviada às universidade nacionais, pontuando quais seriam as reformas e desafios em que essas instituições devem depositar seus esforços. O trecho que gerou o mal entendido é o seguinte (tradução livre):

“Conforme fora exposto na ‘Redefinição da Nossa Missão’, as universidades devem colocar seus esforços nas reformulação de suas estruturas de forma rápida, com base nas suas características e pontos fortes, bem como na sua função social. Especialmente com relação aos cursos de graduação e pós-graduação nas áreas de Formação de Professores, Ciências Humanas e Sociais, devem ser aplicados esforços no sentido de realizar a abolição de estruturas e a conversão para áreas de alta demanda social.”
O que a carta da referida pasta não mencionou, na ocasião, é que o chamada ‘Redefinição da Nossa Missão’ trata-se de um documento elaborado pelo ministério da Educação junto com as universidades nacionais contendo pontos de reforma para os anos de 2012 e 2013. Na ocasião, esse texto colocou como um das medidas a serem tomadas a extinção de cursos de Formação de Professores que não exijam a obtenção da licença de professor como requisito para a obtenção do diploma, conhecidos no Japão como “cursos licença zero.”
Apesar de o titular da pasta já se encontrar há algum tempo tentando desfazer o que chamou de “mal entendido”, a veiculação do fato por alguns periódicos estrangeiros como The Wall Street Journal fez com que o caso entrasse em evidência nos sites de notícias de diversos países e redes sociais, sem que fosse disponibilizada a explicação oficial do ministério.
Em entrevista ao jornal “Nihon Keizai Shimbun” no dia 10 de agosto, Shimomura já havia esclarecido que o termo “abolição de estruturas” se referia, portanto, aos currículos de licença zero, procurando também explicar que seu ministério não compartilha a opinião de que cursos das áreas de Ciências Exatas deveriam receber algum tipo de privilégio, ou que o dito “conhecimento prático” deve ocupar uma posição prioritária nas políticas educacionais. O ministro complementou mencionando o problema do constante encolhimento da população enfrentado pelo Japão e o número cada vez menor de jovens, o que tornaria imprescindível o estímulo à formação de professores devidamente licenciados.



quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Andrew Tarusov e o envelhecimento dos Cartoons.


Papa-léguas e Coiote

Fonte: Andrew Tarusov.

Andrew Tarusov é um ilustrador russo, nascido em Ribinsk. Atualmente ele resider em Los Angeles, California. O artista também atua na área de animação. As ilustrações deste post são a visão de Andrew sobre como estariam os cartoons, de acordo com a data em que foram criados.

Frajola e Piu-piu

Margarida
Patolino

Tom e Jerry

Gaguinho

Lola Bunny e Pernalonga

Minnie e Mickey

Pateta

Pato Donald



terça-feira, 22 de setembro de 2015

Imagem do dia: grafite com cenas do game Limbo.


Caso não tenha jogado esse sombrio indie game, procure-o na rede e baixe. A jogabilidade é boa e o grau de dificuldade irá agradar aos fãs dos jogos de plataforma. 
#FikDik.

Já parou para pensar quem foram os mentores de sua vida?


Seja na área pessoal ou profissional certamente alguém com mais experiência foi peça fundamental em suas decisões

*Por Cassia Verginia de Resende

Setembro de 2015 - Se você discorda da afirmação acima provavelmente nunca parou para refletir sobre o assunto ou não sabe exatamente o significado da palavra mentor.  Mentor é alguém com bastante experiência em determinada área da vida. Essa pessoa compartilha e transmite seu conhecimento à outra pessoa para que ela possa tornar-se melhor. 

Todos nós já tivemos um ou mais mentores ao longo da vida. Pode ter sido um dos pais, um professor, chefe, padre, pastor, irmão, primo mais velho ou um simples conhecido ou colega de trabalho. Ainda está com dúvidas? Feche os olhos e reflita por um instante, provavelmente irá lembrar-se de alguém que de alguma forma já interferiu de modo significativo em sua vida. 

Mas afinal, quais as qualidades fundamentais de um mentor? Experiência, maturidade e inspirar confiança. O que o difere de um professor ou coach? O professor fornece informações a partir de um consistente repertório teórico e instruções necessárias para que um aluno exerça uma atividade. Já o coach apoia o indivíduo na busca da realização de suas metas, buscando identificação e desenvolvimento de competências. Ao contrário do professor, o coach parte do princípio de que as pessoas têm dentro de si, aflorando todos os conhecimentos necessários para alcançar o seu objetivo, facilitando assim o processo. 

No mundo contemporâneo, onde as interações sociais “presenciais” vêm cedendo lugar a relacionamentos virtuais, os mentores estão sendo substituídos por pesquisas online. Temos que tomar cuidado, pois essas ferramentas da web disponibilizam apenas o conhecimento explícito. O ouro, que é o conhecimento tácito, ou seja, a experiência, ainda está com os seres humanos. 

O mundo corporativo consciente diz que o conhecimento é a maior fonte de vantagem competitiva da atualidade e tem investido na gestão do conhecimento, implantando programas de mentoring nos quais profissionais com grande experiência e conhecimento orientam e apoiam profissionais mais jovens, ensinando como agir no âmbito profissional ao da carreira. O mentoring, propicia a criação de um círculo virtuoso no qual o conhecimento gerado dentro da própria empresa é compartilhado, disseminado e multiplicado. 

De acordo com uma recente pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Coaching, no Brasil apenas 10% das empresas utilizam mentores, mas a tendência é que esse número aumente. Existe uma demanda enorme de profissionais necessitando desenvolver a maturidade e uma oferta crescente de profissionais com vivências e experiências a serem compartilhadas.

Pensando em suas necessidades atuais de desenvolvimento: do que você precisa? Um mentor ou um mentorado?

*Cassia Verginia de Resende -  é sócia-diretora da Questão de Coaching (www.questaodecoaching.com.br) e consultora de desenvolvimento humano, facilitadora do grupo de estudos de Coaching da – ABRH/SP e vice-coordenadora do grupo de excelência em Coaching do CRA-SP

- Todos os releases desta empresa estão disponíveis no site da Versátil Comunicação (www.versatilcomunicacao.com.br/versa/imprensa.asp).

Sobre a Questão de Coaching – www.questãodecoaching.com.br
A Questão de Coaching – empresa especialista em desenvolvimento pessoal e profissional – é fruto da aliança de cinco profissionais qualificados e com grande experiência de mercado em capacitação de pessoas. A diversidade de formação acadêmica de seus executivos, compostos por psicólogos, administradores e educadores, contribui para a troca de experiências e crescimento, além de proporcionar uma visão mais ampla em diferentes situações.

Com alicerce fundamentado em um aprendizado constante, a empresa busca, diariamente, a excelência e aprimoramento do trabalho para contribuir com a evolução profissional e o desenvolvimento humano de pessoas e empresas interessadas em evoluir, superar obstáculos e ascender na escala do sucesso.

A Questão de Coaching oferece treinamentos, palestras e workshops que ressaltam a importância de manter a motivação, de investir no relacionamento e na comunicação e, principalmente, de tornar-se um líder profissional e da própria vida. 

sábado, 19 de setembro de 2015

Os "menores" nunca estão errados?



Por: Franz Lima.

A insegurança no Rio de Janeiro não é novidade. Os apelos da população por mais atitude, fiscalização e energia por parte das polícias e a Guarda Municipal ainda ecoam. 
Então, recentemente, a PMRJ tem tido a iniciativa de conter tumultos, balbúrdias e furtos praticados por grupos de jovens na volta das praias. Constituídos por menores e maiores de idade, esses grupos se aproveitam do poder intimidador numérico para roubar ou, na melhor das hipóteses, tumultuar a viagem dos passageiros. A PM retira esses arruaceiros dos ônibus, revista-os e encaminha os que forem identificados como criminosos para apuração ou apreensão. Em suma, o cidadão de paz segue sua viagem com tranquilidade e em segurança. 
Pergunto: o que a Polícia Militar fez de errado no que narrei até agora? Eu acredito que essa é a atitude correta, diante dos delitos cometidos. 
Entretanto, um grupo de "ativistas" tenta impedir a polícia de cumprir seu papel ao acusar os policiais de truculência e discriminação. Sei que são cidadãos de bem, mas é óbvio que não são usuários do transporte público, principalmente quando o assunto é a volta da praia. 
Por não passarem pelo sufoco e o medo de uma viagem onde palavrões, ameaças e músicas incitando o tráfico e o ódio à polícia são proferidas, esses "ativistas" buscam seus cinco minutos de fama junto à Imprensa. Tenho a firme convicção de quem vivem em suas redomas e que se locomovem em seus confortáveis carros. 
Assim é fácil crucificar o policial que cumpre apenas seu dever. O PM honesto, correto, não faz distinção de cor ou condição social. O PM assume sua posição de defensor da ordem e segurança públicas quando frente a algo ou alguém que ponha esses valores em xeque, seja esse alguém do subúrbio ou o rico da zona Sul. 
Os "meninos"retirados dos veículos -em um dos últimos casos - tinham TODOS passagem pela polícia. 
É hora de parar com o revanchismo contra o agente público de segurança. A Polícia não é nossa inimiga, e sim os delinquentes que usam o medo para impor o domínio

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Uma quinzena cheia de lançamentos literários na Companhia das Letras.



Te vendo um cachorro, Juan Pablo Villalobos (Tradução de Sérgio Molina)
Te vendo um cachorro trata de uma mãe e de um vendedor de tacos obcecados por cães. Ela para aplacar a solidão; ele para lucrar um pouco mais com o seu negócio. É também a história de um garoto que herdou, não se sabe se por destino ou talento, a taqueria do tio e, com ela, a técnica de preparar tacos à base de filés caninos… Mas é possível que o cerne desse romance seja mesmo ironizar os desejos sexuais, a velhice, a vida adulta, a juventude, a literatura, os religiosos, os críticos, os leitores e o México.



A conexão Bellarosa – 4 novelas, Saul Bellow (Tradução de Caetano Waldrigues Galindo e Rogério Galindo)
As quatro novelas deste volume, escritas na fase final da vida do autor – Um furto, A conexão Bellarosa, Uma afinidade verdadeira e Ravelstein -, são o testemunho do talento e da vitalidade do maior renovador do romance americano depois de William Faulkner. Com temas como a perseguição ao próprio passado, as tragédias do século XX, o adultério e a comédia da vida intelectual, as histórias são tão divertidas e leves quanto melancólicas e intrincadas. Um triunfo.

Alfaguara

A orgia perpétua – Flaubert e Madame Bovary, Mario Vargas Llosa (Tradução de José Rubens Siqueira)
Neste ensaio memorável, Vargas Llosa mescla memória e erudição para falar de um autor essencial para a arte do romance: Gustave Flaubert. Vargas Llosa não fala apenas “por que Madame Bovary remexeu camadas tão profundas do meu ser, por que me deu o que outras histórias não conseguiram me dar”, fala também das circunstâncias em que Flaubert o escreveu, de suas dificuldades para encontrar “a palavra justa” em cada frase, e de suas frequentes discussões e ideias sobre a literatura. A orgia perpétua é uma porta de entrada ao mundo flaubertiano, mas é também uma experiência emocionante sobre a força transformadora da ficção.


A linha azul, Ingrid Betancourt (Tradução de Julia da Rosa Simões)
Buenos Aires, década de 1970. Julia, uma jovem que tem o misterioso dom de prever o futuro, se apaixona por Theo – um ativista político idealista. O caso de amor faz com que Julia se una à luta contra a ditadura argentina, marcando profundamente a trajetória de ambos. Mais tarde, grávida de poucos meses, Julia e Theo são capturados pelos militares. Após um período de torturas inimagináveis, eles conseguem. Somente anos depois, refugiados nos Estados Unidos, terão a chance de se reencontrar. Contudo, o casal nunca mais será o mesmo.



Um homem chamado Ove, Frederik Backman (Tradução de Paulo Chagas de Souza)
Ove tem cinquenta e nove anos e não gosta muito das pessoas. Afinal, hoje em dia ninguém mais sabe trocar um pneu, escrever à mão ou usar uma chave de fenda. Ninguém mais quer trabalhar e assumir responsabilidades. Todo mundo é jovem, usa calça justa e só quer saber de internet. Para Ove, uma sociedade em que tudo se resume a computadores e café instantâneo só pode decepcioná-lo. Como se isso não bastasse, a única pessoa que ele amava faleceu. Sem sua esposa, a vida de Ove perdeu a cor e o sentido. Meses depois, ele toma uma decisão: vai dar fim à própria vida. No entanto, cada uma de suas tentativas é frustrada por algum vizinho incompetente que precisa de ajuda. Mas, quando uma estranha família se muda para a casa ao lado, Ove aos poucos passa a encarar o mundo de outra forma.



O elefante e a porquinha: Posso brincar também, Mo Willems (Tradução Nina Lua)
Em Posso brincar também?, o Elefante e a Porquinha estão brincando de jogar e pegar a bola quando aparece uma nova amiga para participar do jogo: a cobrinha. Mas cobras não tem braços e eles não sabem como dizer isso a ela. Será que conseguirão encontrar um jeito de incluí-la na brincadeira?

Suma de Letras


O risco, Rachel Van Dyken (Tradução de Flora Pinheiro)
Beth nunca fez nada de arriscado. De inconsequente. De divertido. Isso é, até acordar em um quarto de hotel ao lado de Jace, um senador sexy, que ela reencontrou em uma festa de casamento na noite anterior. O problema é que sua última lembrança da noite é estar na cama, abraçada a uma caixa de biscoitos, chorando copiosamente. E Jace também não se recorda de muito mais. Outro problema? Eles foram fotografados entrando juntos no hotel, e agora a mídia está em polvorosa, especulando quem é a misteriosa acompanhante do senador. Uma amiga? Uma antiga namorada? Uma… prostituta?

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Eventos literários de 18 a 21 de setembro. Via Companhia das Letras.


Anna Todd em Curitiba
Sexta-feira, 18 de setembro, às 18h30
Local: Livrarias Curitiba do Shopping Palladium — Avenida Presidente Kennedy nº. 4121 — Curitiba, PR

Lançamento de O bobo do rei
Sábado, 19 de setembro, às 15h
Angelo Brandini autografa O bobo do reilançamento da Companhia das Letrinhas, em São Paulo.
Local: Livraria NoveSete — Rua França Pinto, 99, Vila Mariana — São Paulo, SP

Lançamento de Se liga no som
Sábado, 19 de setembro, às 14h
Ricardo Teperman autografa Se liga no som, livro em que fala sobre rap e sociedade, em São Paulo. O evento também terá participação de MC’s e batalha de freestyle.
Local: Espaço Revista Cult — Rua Aspicuelta, 99, Alto de Pinheiros — São Paulo, SP

Bate-papo O pequeno príncipe Piloto de guerra
Segunda-feira, 21 de setembro, às 19h30
A tradutora e pesquisadora Mônica Cristina Corrêa apresenta as novas edições de O pequeno príncipe Piloto de guerra, de Antoine de Saint-Exupéry, em Florianópolis.
Local: Livrarias Catarinense do Beiramar Shopping — Rua Bocaiúva, 2468, Centro — Florianópolis, SC

Kenner lança ação promocional de Dia das Crianças em parceria com o filme Hotel Transilvânia 2.


Para celebrar o Dia das Crianças a marca de sandálias Kenner lança ação promocional em parceria com o filme Hotel Transilvânia 2, da Sony Pictures Animation.

Na compra de uma Kenner Joy (linha infantil) o cliente ganha um exclusivo livro de atividades do filme. A promoção acontece em todo o país, em 796 pontos de vendas da marca. No Rio de Janeiro, nas lojas Redley, Terry e Oyster o presente é ainda melhor: comprando um par de Joy e um segundo de qualquer outra linha Kenner, além do livro de atividades, o comprador é presenteado com um par de ingressos para assistir ao Hotel Transilvânia 2!

A ação não para por aí: a Kenner também preparou um brinde especial em parceria com a rede de cinemas Cinemark. Os membros do programa Cinemark Mania que apresentarem seu cartão de fidelidade nas bilheterias da rede, ganham um copo exclusivo Hotel Transilvânia 2 by Kenner.

A campanha durará do dia 15 de setembro de 2015 até quando durarem os estoques.

SOBRE KENNER:

Com seus calçados ergonômicos, de qualidade e ricos em histórias, a marca brasileira Kenner, que há 27 anos se consolida no mercado de sandálias premium no país, continua a oferecer experiências sensoriais surpreendentes e únicas para todos aqueles que buscam se diferenciar usando produtos de design inovador, confortáveis e com durabilidade em seus materiais. Atualmente, a marca é a terceira maior de calçados do país.

Com escritório na cidade do Rio de Janeiro (RJ) e fábrica em Campina Grande (PB) com 16.500 m² de área construída, as sandálias Kenner são consagradas no mercado por seu DNA que é feito da paixão pelo design, conhecimento e tecnologia, atenção aos detalhes, prazer, conforto e respeito, além de valorizar as sensações que a vida ativa nos proporciona.

A Kenner conta hoje com 7 linhas de sandálias voltadas para o público masculino, além da linha Lips e Joy, que atendem o público feminino e infantil respectivamente. Todas as linhas se renovam duas vezes ao ano, com coleções sempre atuais e ricas em detalhes e variedade de cores. 

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Crônica sobre a intolerância.



Viver é um ato simples que requer apenas foco em sua própria vida, tolerância (pois todos têm diferenças entre si) e respeito pelo próximo. Com estas três atitudes, certamente o mundo será muito melhor.
Entretanto, a realidade tem se mostrado infinitamente diferente. As vidas alheias provocam repugnância, ainda que nada tenhamos a ver com elas; simples gestos são vistos como ofensas e tratados como tal. A felicidade dos outros é interpretada como uma agressão e, por isso, retaliada. Mas, observem, não estou falando da Idade Média ou de países onde o Estado Islâmico dita as regras. Essa é a realidade do Brasil, um país miscigenado, banhado por culturas de incontáveis países, construído com o suor e sangue de escravos, embasado no trabalho das regiões mais pobres (a mão-de-obra ainda é proveniente, em sua maioria, do Norte e Nordeste) e, mesmo com tudo isso, detentor de um racismo e uma intolerância velados, disfarçados por estatísticas e notícias não divulgadas.
Tudo que disse acima é de conhecimento público, mesmo que boa parte vire o rosto para essa realidade. Porém não é a pior parte. Hoje, estamos diante de uma pequena guerra de ideologias. Cristão contra cristão, uma vez que a “minha visão do cristianismo é melhor que a sua”. Cristãos contra demais religiões, seitas ou seja lá como as chamem, já que Deus mandou combater os idólatras.
A inconstância de tais pensamentos pode resultar em qualquer coisa. Diante de pessoas que acreditam deter a “verdade” e querem impô-la aos outros, estamos frente a frente com o caos. A situação ganha a imprevisibilidade das ondas do mar, cuja direção pode mudar em milésimos de segundo. E tudo pode piorar, pois as ondas tomam, gradativamente, a mesma direção. As ondas da intolerância ganham força e velocidade para se tornar um maremoto, um tsunami.

Pode parecer exagero da minha parte, mas é preciso ressaltar que somos criados dentro de uma sociedade com raízes excludentes. Os estereótipos acionam preconceitos adormecidos em nossa alma. Basta que você reflita sobre suas reações e medos diante de um negro encapuzado (afinal, ele não tem como mudar a cor de sua pele e não tem culpa de usar o capuz de seu casaco por causa do frio). Cansei de perceber reações de desprezo e raiva quando nordestinos pronunciam frases com seu característico sotaque. Por que ser diferente incomoda tanto?
A distância virou uma barreira. Assim, as pessoas sentem-se melhores e mais seguras quando estão em seus apartamentos, protegidas da pobreza, violência e dos andarilhos que "podem" querer lhes tirar seus pertences, o conforto e até a vida. Não há mais a preocupação com os desprovidos de recursos e, ao invés de buscar compreender a realidade que os engloba, preferimos isolá-los nas favelas e periferias. Claro que entre os menos favorecidos sempre haverá aqueles que preferem usar a violência para atingir seus sonhos, mas eles não são a regra, são a exceção. Ser pobre não é sinônimo de violência, é sinônimo de luta pela sobrevivência. Milhões de pais, mães, filhos... homens, mulheres e crianças que querem apenas melhorar. Não estão à margem da sociedade por vontade própria ou preguiça - como muitos imaginam -, apenas não dispõem dos recursos que uma minoria tem e retém para si.
Os muitos "marginais" lutam incessantemente para obter uma ínfima parcela daquilo que os ricos detêm, mas são pouquíssimos os que obtêm sucesso. A parcela que fica confinada em uma realidade brutal, pobre e desprovida de esperança merece uma chance de melhora. Contudo, essa chance não deve vir de programas sociais de cunho populista, outra fonte de insatisfação das demais classes que, infelizmente, creem que o dinheiro público está mal empregado. Na verdade, um real investimento em educação - principalmente a fundamental - e um esforço dos governos para ampliar ações sociais realmente pertinentes seriam um ponto inicial interessante. 
Creio que um dia chegaremos ao ponto onde ser pobre não será um indicativo de vergonha, mas uma condição que, com o apoio do governo, esforço do próprio cidadão e investimentos socioeducativos reais poderá ser superada. Além disso, se a tolerância é tão pregada em mídias e redes sociais, o que impede de transpô-la para a realidade? Será difícil aceitar as diferenças? Será difícil compreendê-las e lutar para minimizá-las? As respostas ficarão sob nosso jugo, pois somos a base para uma sociedade mais igualitária, justa e tolerante. 
Caso você seja um dos que discordarão deste texto, pense em uma situação hipotética: você se negaria a receber o sangue de alguém que poderia salvar sua vida, apenas por causa de sua cor, credo, raça ou religião? Eu, honestamente, duvido...


Japão pede para que universidades cancelem cursos de humanas. Por que?


A área de ciências sociais também será afetada. Ministro da Educação pede para que cursos ‘contemplem as necessidades da sociedade’

Fonte: Terra. Comentários: Franz Lima.
Vários cursos de ciências sociais e humanas serão cancelados no Japão após um pedido para que universidades “sirvam áreas que contemplem as necessidades da sociedade”. As informações são do site Times Higher Education .
Das 60 universidades nacionais que oferecem cursos nessas disciplinas, 26 confirmaram que irão cancelar ou reduzir essas matérias conforme o pedido do governo japonês.
A ação se deu após o ministro da Educação, Hakuban Shimomura, enviar uma carta às 86 universidades nacionais do Japão pedindo que “tomem ações para abolir organizações (de ciências sociais e humanas) ou sirvam áreas que contemplem as necessidades da sociedade”.
O decreto ministerial foi colocado pelo presidente de uma das instituições como “anti-intelectual”, enquanto as universidades de Tokyo e Kyoto, as mais prestigiadas do país, afirmaram que não irão acatar o pedido.
No entanto, 17 universidades irão parar de recrutar estudantes para cursos nas áreas de humanas e ciências sociais, incluindo direito e economia, de acordo com uma pesquisa feita pelo jornal The Yomiuri Shimbun.
Segundo o estudo, o Conselho de Ciência do Japão expressou em agosto uma “profunda preocupação com o provável impacto que a ação administrativa teria sobre o futuro das ciências sociais e da área de humanas no Japão”.
Acredita-se que o pedido seja parte dos esforços do presidente Shinzo Abe para promover o que ele chama de “vocações educacionais mais práticas que satisfaçam as necessidades da sociedade”.
Porém, a ação também pode ser conectada com a atual pressão financeira sobre as universidades japonesas, relacionada ao baixo índice de natalidade e a diminuição do número de estudantes. Esses fatores contribuem para que muitas instituições funcionem 50% abaixo de sua capacidade.

Franz diz: "O estudo das ciências sociais e humanas é vital para a manutenção de nossa memória e para a compreensão do homem e suas complexidades. Extinguir o estudo de tais ciências é um crime contra o patrimônio histórico e cultural. 
Compreendo que há a necessidade de ampliar-se o estudo - e a consequente formação de especialistas em áreas como mecatrônica, tecnologia da informação, física nuclear, engenharia de produção, etc -, mas a necessidade de um aumento dos estudantes em áreas exatas não é justificativa para a extinção de cursos que formem filósofos, historiadores, sociólogos e outros pensadores. As ciências humanas foram primordiais para os principais momentos da história da humanidade, qual a lógica em acabar com isso?
Qualquer pode optar pelo aprofundamento na área de estudo que bem entender, porém isso pode ser feito com a coexistência - como sempre foi - das ciências exatas e as humanas. 
Triste atitude de quem visa, acima de tudo, o lucro e a imposição do poder. Acho improvável que isso vá obter maior apoio, mas é preciso lembrar que muitos admiram o Japão como potência econômica e educacional, fato que por si só pode implicar em imitação por outros países.


sexta-feira, 11 de setembro de 2015

A inocência da nudez e da fantasia nas fotos de Wang Chien-Yang.


Fonte: Wang Chien-Yang
Texto: Franz Lima.  


A nudez é ainda vista com receio por muitas pessoas. Acredito que a banalização da nudez seja a responsável por tal receio. A facilidade em ver corpos nus (não estou abordando o sexo em si) é inacreditável. Com uma simples busca é possível visualizar incontáveis corpos despidos, alguns com conotação sexual, outros voltados à divulgação de produtos. O fato é que a beleza e a inocência de um corpo despido estão esquecidos quase que totalmente. 
A série de fotografias "House", feita por Wang Chien-Yang, tenta retomar essas virtudes. Com a mistura de fantasia, locações que lembram quartos de crianças e mulheres nuas, porém não explicitamente, o fotógrafo criou um ensaio que recuperou o encanto do nu. Não há malícia embutida nas fotos, mas é possível lembrar da docilidade de uma criança em cada uma das imagens.
As locações são todas em lugares fechados, quartos, e têm decorações que lembram os ambientes de bebês. Vocês identificarão clássicos do cinema e literatura nas cenas representadas, incluindo Toy Story, Alice no país das maravilhas, A fantástica fábrica de chocolates entre outros. É um ensaio de nu artístico que irá agradar crianças, jovens e adultos sem que para isso precise apelar para o chocante ou o puramente sexual.















quinta-feira, 10 de setembro de 2015

Consultas inusitadas promovem o plano de sáude Assim no Rock in Rio.


A Kindle criou para a Assim, plano de saúde oficial do Rock in Rio, uma campanha que une o universo médico ao rock'n'roll, que será veiculada em jornais, revistas e mídia exterior. Além da campanha, a agência também foi responsável pela ambientação dos postos de saúde da Cidade de Rock, que inclui cartazes com desenhos minimalistas das principais atrações.

Com a maior rede própria de hospitais da América Latina, toda concentrada no Rio de Janeiro, a Assim Saúde será responsável pelo serviço médico e de emergência do festival. Inclusive assistindo aos músicos e membros da organização durante o período do evento.

A iniciativa ajudará a aproximar os visitantes do evento à Assim, já que a campanha tem um apelo direto ao que eles mais curtem: o rock. As primeiras imagens da campanha mostram o roqueiro do Kiss, Gene Simmons, e também David Bowie em seus visuais clássicos do auge de suas carreiras.


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