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segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Lançamentos literários de novembro pela Editora Rocco.



Autor: Anne Rice
Tradução: Alexandre D’elia
Preço: R$ 54,50
508 pp. | 16x23 cm
ISBN: 978-85-325-2979-4

Após um intervalo de mais de dez anos o vampiro Lestat, astro maior das Crônicas Vampirescas, está de volta com um mistério: uma voz em sua cabeça que o atormenta, incitando-o a fazer coisas que ele não deseja. Ao mesmo tempo, ao redor do mundo, se espalham relatos de que irmandades inteiras de mortos-vivos estão sendo aniquiladas.
Essa mesma voz misteriosa vaga pelas mentes de outros imortais convencendo antiquíssimos bebedores de sangue, que repousam há séculos sob a terra, a se levantarem para destruir seus iguais. A voz joga os anciões contra os jovens e uns contra os outros, alimentando-se da paranoia. Mas quem é a voz? Quem está ameaçando todo o mundo dos vampiros? Por quê? E o que fazer a respeito dela? Essa é a questão que preocupa a todos os personagens e dá o rumo da história em Príncipe Lestat.
De Nova York o pequeno Benji Mahmoud, pertencente à mesma irmandade que Armand e Louis, transmite em seu programa de rádio, e pela internet, suas mensagens de alerta: “fiquem longe dos anciões. Protejam-se dos anciões”, ao mesmo tempo que pergunta: “onde estão os anciões? Onde está Marius? Onde está Lestat? E Maharet? Por que não nos protegem?”
Reunindo todos os lendários personagens dos livros anteriores em uma amarração impressionante da trama, Príncipe Lestat traz uma ameaça tão grande quanto a que vimos em A Rainha dos Condenados, pondo em risco a própria existência dos vampiros. Assim como antes, todos colocam suas esperanças no príncipe moleque Lestat.

Passando por Miami, Paris, Florença e cidades da Ásia, desta vez a autora trouxe partes importantes da narrativa para o Brasil, tornando o Rio de Janeiro e a Amazônia seus cenários. Anne Rice mantém-se fiel ao seu já conhecido estilo romântico e gótico e aproveita para elucidar vários aspectos de sua própria mitologia com explicações há muito aguardadas pelos leitores, como as verdadeiras origens da Talamasca e a história de Magnus, o criador de Lestat. Personagens que haviam sido apenas brevemente citados no passado recebem nomes e vida próprias nesta nova obra, tão esperada pelos amantes de vampiros do mundo todo.

Roube como um artista - o diário. Um caderno de anotações para um cleptomaníaco.

Autor: Austin Kleon
Tradução: Tiago Lyra
Preço: R$ 29,50
224 pp. | 15x20 cm
ISBN: 978-85-325-3013-4

“Roube como um artista, não como um bobalhão.” Esta é a proposta de Austin Kleon para quem deseja se tornar um “cleptomaníaco criativo”, ou simplesmente se libertar do fardo de tentar ser completamente original e acolher as influências que estão por aí para criar e desenvolver as próprias ideias, trabalhar e viver de forma mais criativa. Afinal, explica o autor, “Tudo se baseia no que veio antes, e toda nova ideia é apenas um mashup ou um remix de uma ou várias ideias anteriores”. Não é à toa que a máxima de Pablo Picasso “Arte é roubo” é uma das epígrafes de Roube como um artista: O diário – Um caderno de anotações para cleptomaníacos, que chega às livrarias em novembro pela Rocco.

Depois de Roube como um artista, um manifesto sobre a criatividade irreverente e repleto de dicas para ativar o potencial criativo do leitor, Kleon, que é escritor e artista gráfico, oferece agora, em Roube como um artista: O diário, um verdadeiro livro de atividades (ou caderno de anotações) para o leitor registrar todo tipo de observação sobre ele mesmo e sobre o mundo e as pessoas a sua volta, formando assim um vasto panorama de seus pensamentos, gostos, interesses, dificuldades e... de suas influências.

São mais de 200 páginas de exercícios – ou brincadeiras, para quem prefere olhar por esse lado – que estimulam o autoconhecimento e a criatividade: por exemplo, listar coisas que você tem vontade de aprender e tudo o que o assusta; registrar seus sonhos todas as manhãs; reescrever sua citação favorita de maneiras diferentes; desenhar no escuro; escrever uma carta para alguém que você odeia (e tentar fazê-lo rir); roubar o título de um livro que você nunca leu e escrever sua própria história com ele; imaginar diálogos para cenas de programas de TV ou para histórias em quadrinhos; fazer colagens com jornais e materiais encontrados na lixeira.

O desafio é fazer um exercício por dia. Inevitavelmente, o leitor vai buscar suas referências para cumprir as tarefas e cavoucar ideias e talentos por vezes adormecidos. Ao final, “Você estará pronto para olhar para as suas influências e sua vida cotidiana como matéria-prima para o seu trabalho. Você estará pronto para pegar o que roubou, transformá-lo em seu próprio trabalho, e liberá-lo novamente para o mundo, para que possamos roubar de você”, provoca Kleon, com o bom humor e a sagacidade que marcam sua obra. 



Autor: John Grisham
Tradução: Maira Parula
Preço: R$ 34,50
416 pp. | 16x23 cm
ISBN: 978-85-325-2980-0

O dilema é o novo livro do norte-americano John Grisham, o grande mestre dos thrillers jurídicos. Em questão de dias, a advogada Samantha Kofer muda da sofisticada Manhattan para a pequena Brady, na Virgínia, no coração dos Apalaches. Uma região rústica e brutal, onde os advogados (e todos os moradores) têm sempre uma arma à mão.
Com o apoio de Mattie Wyatt, nascida e criada no condado, e seu sobrinho Donovan Gray, a grande estrela dos tribunais locais, Sam começa o trabalho na Mountain Legal Aid Clinic, local para ajudar pessoas reais com problemas reais. E pela primeira vez na carreira tem que tratar com um juiz em um verdadeiro tribunal.
A princípio temerosa, Sam começa a se acostumar com a vida mais calma e a chance de realmente ajudar pessoas. Mas a sombra das minas de carvão paira sobre Brady. Condições desumanas de trabalho, empregadores picaretas e poluição estragam a paz dos Apalaches e mexem com a vida dos habitantes. Um mundo onde leis não são respeitadas, regras são ignoradas e a própria terra sofre.
Ali, a maioria dos processos é contra as grandes companhias mineradoras. E mesmo sem querer se envolver, Sam logo se vê no centro da ação e no meio de um dos maiores processos da história junto de Donovan. E descobre que Brady, como toda cidade pequena, tem seus segredos.

O autor já mostrou os problemas da indústria do tabaco em O júri, e da pena de morte em Câmara de gás, agora aborda a questão do meio ambiente (que também está presente em seu romance juvenil Theodore Boone – O ativista) ao mostrar o universo da mineração de carvão e suas consequências políticas, legais e para a saúde das comunidades próximas. Adicionando importantes questões ambientais e sociais a tramas jurídicas, John Grisham confirma seu talento.

Cubiculados -A história secreta do local de trabalho


Autor: Nikil Saval

Tradução: Angela Lobo De Andrade

Preço: R$ 49,50

368 pp.  16x23 cm

ISBN: 978-85-69474-01-2


De Bartleby, o escriturário, clássico de Herman Melville, à série The office, pouca coisa foi mais execrada que os escritórios, alvo de rancor e escárnio desde que, no século XIX, começaram a se inscrever em nossa geografia urbana. Até hoje, no entanto, ninguém tinha parado para narrar as origens desse lugar onde, a contragosto, muitos acabam por passar boa parte da existência. É o que Nikil Saval faz em Cubiculados, com um resultado que, em contraposição ao tema, não tem nada de burocrático. Para além de um simples registro histórico, o autor traça uma crônica saborosa sobre a evolução dos escritórios e tenta entender por que eles se tornaram a cultura profissional dominante – discutindo, com astúcia e humor, o que isso tem a dizer sobre nós.
Saval parte de um número – 93% das pessoas prefeririam outro espaço para trabalhar – e de uma cena que, captada por uma câmera de segurança, se tornou viral nas redes: um momento de fúria dentro de um escritório, no qual um homem, sem motivo aparente, lança o monitor do computador sobre o colega da baia vizinha, chuta furiosamente as divisórias e, com um bastão, golpeia com força uma impressora até ser imobilizado e incapacitado por uma arma de eletrochoque. Ninguém tem certeza sobre a credibilidade dessas imagens, mas seu sucesso é o bastante para referendar um dos comentários a seu respeito: “lá no fundo, todo empregado quer que seja verdade.”
Um dos objetivos do autor é justamente compreender a essência desse ódio ao escritório. E, para contar essa história, é preciso estar atento a uma confluência de novos tipos de edificações e profundas mudanças econômicas e sociais. Assim, mesclando o pop ao acadêmico, ele remete a Rousseau (que disse que “o homem nasce livre, mas passa a vida em cubículos”) e chega a Mad men, Dilbert e Como enlouquecer seu chefe para tratar, com muito estilo e propriedade, tanto de arquitetura quanto de negócios – dos antigos monastérios ao Vale do Silício, passando pela Revolução Industrial, a construção dos primeiros arranha-céus e a entrada das mulheres no mercado de trabalho.
Cubiculados é um livro que, apresentando uma pesquisa inédita e aprofundada, fala por intermédio de funcionários anônimos e suas máquinas de escrever, armários de arquivos, escrivaninhas e cadeiras, mas é também uma obra sobre indivíduos que procuraram modelar o escritório – física e socialmente – com o objetivo de melhorar a vida e, claro, a produtividade dos trabalhadores. Mas o maior mérito de Nikil Saval é lançar mão de um símbolo universal do tédio para produzir uma obra brilhante e coesa que, a despeito do tema, é leitura indicada até mesmo para as horas vagas e os dias de folga. 

Um cartão - Sentimentos cotidianos




Autor: Pedro

Preço: R$ 24,50

192 pp. | 16x15 cm

ISBN: 978-85-68432-43-3

“Não é poesia. Não é declaração. Não é arte. Não é mesmo.

Eu sou só um coração em um pedaço de papel.” – Pedro



“Bem-vindo ao mundo de Pedro. Que por acaso é também o mundo de muitas e muitas pessoas do bem, que lutam todo dia para deixar uma marca positiva no mundo. ”

– Bel Pesce


Uma ideia na cabeça e uma conta no Instagram. Nascia assim a página Um Cartão, que reúne postagens sobre sentimentos do cotidiano na forma de pequenos cartões ilustrados e escritos à mão na badalada rede de compartilhamento de imagens. Depois de conquistar mais de 600 mil seguidores, o projeto se transforma em livro e chega às prateleiras em um projeto editorial ousado, em formato de cartões serrilhados que podem ser lidos como uma grande coleção de tiradas inspiradoras e bem-humoradas ou destacados para serem compartilhados com os amigos ou mesmo usados na decoração.
Criada pelo jovem carioca Pedro Henrique, que de forma despretensiosa resolveu colocar no papel – e na web – seus pensamentos sobre a vida e o amor como forma de extravasar os sentimentos, a página Um cartão se transformou num grande sucesso do Instagram. Em pouco mais de um ano, Pedro coleciona mais de 20 milhões de curtidas, uma média de 20 mil a cada postagem. “Ao escrever e me dividir, me multipliquei”, diz ele, na orelha do livro. Nada mais verdadeiro para quem faz tantos corações baterem no mesmo compasso.
E esse número promete crescer ainda mais com a chegada do livro. Lançamento do selo Fábrica231, Um cartãoSentimentos cotidianos reúne 91 cartões destacáveis que vão conquistar tanto os fãs que já acompanham o trabalho do autor na internet quanto quem ainda não o conhece, com suas mensagens diretas e cheias de otimismo e com seu projeto gráfico diferenciado. Nada mal para quem escreveu em um de seus posts que “As grandes histórias começam por acaso”. 



Emoções e saúde - Um novo olhar sobre a prevenção


Autor: Gilberto Ururahy E Eric Albert
Preço: R$ 39,50
224 pp. | 16x23 cm
ISBN: 978-85-68696-19-4

Com 35 anos de carreira dedicados à Medicina Preventiva, Gilberto Ururahy é o fundador, ao lado de Galileu Assis, da Med Rio Check-up, líder brasileira em check-up médico para executivos. Em Emoções e saúde, seu terceiro livro, ele se une ao psiquiatra francês Éric Albert, dirigente do Instituto Francês de Ações sobre o Estresse (IFAS), para mostrar a importância da realização de check-ups periódicos para a manutenção da saúde e ensinar formas de gerenciar o estresse na vida cotidiana. Afinal, como diz o ditado, “é melhor prevenir do que remediar”.
Destinado a qualquer pessoa em busca de saúde e qualidade de vida, o livro é especialmente indicado para executivos, homens e mulheres, que vivem sob pressão constante. Um dos principais objetivos dos autores é apoiar os leitores na gestão de suas emoções – intimamente ligadas à saúde física. Para eles, ser fiel aos próprios sentimentos e cultivar emoções positivas são tão importantes quanto uma alimentação saudável e a prática de exercícios físicos regulares. E se é impossível viver sem estresse em função do excesso de demandas da vida contemporânea, é possível transformar esse estresse numa força positiva e motivadora, em vez de motor para um estilo de vida pouco saudável que abre as portas do corpo para uma série de doenças.
Emoções e saúde é dividido em sete capítulos, que explicam de forma clara e objetiva desde o funcionamento do cérebro e a maneira como lidamos com os estímulos externos e internos, passando pela relação das emoções e do estresse crônico com as doenças, até ensinar formas práticas de gerenciar toda essa gama de sentimentos e pensamentos de maneira a minimizar seus efeitos negativos sobre a saúde. Para tanto, é fundamental não só adotar um padrão de vida em que a balança trabalho/cobranças versus vida pessoal/trocas afetivas esteja em equilíbrio, mas também manter um acompanhamento médico periódico, o popular check-up, ferramenta preventiva crucial para conhecer os fatores de risco de cada indivíduo de modo a corrigi-los e evitar surpresas desagradáveis.
Ao lado do check-up, vem ganhando força ainda o Wellness Coaching, um conceito inovador baseado na parceria médico-coach que funciona como facilitador para que o paciente consiga quebrar paradigmas e transformar hábitos negativos e pouco saudáveis com o apoio não só do médico, responsável por diagnosticar possíveis problemas e propor as soluções, mas também de um profissional habilitado a ajudar esse paciente a encontrar motivação para realizar de fato as mudanças necessárias. Um passo adiante no universo da medicina preventiva e da saúde de uma forma geral.

A Bela e a Adormecida

Autor: Neil Gaiman

Tradução: Renata Pettengill
Ilustração: Chris Riddell
Preço: R$ 49,50
70 pp. | 20x27 cm
ISBN: 978-85-7980-249-2

Uma rainha disposta a decidir o próprio futuro, e a princesa que precisa de resgate não é exatamente quem parece ser. Em uma sombria e fascinante história, as mais queridas heroínas dos contos de fadas são reinventadas de maneira brilhante por Neil Gaiman, em parceria com o ilustrador Chris Riddell. Em A Bela e a Adormecida, a história de Branca de Neve se entrelaça com a da Bela Adormecida em uma incrível releitura contemporânea, acompanhado das ilustrações de Chris Riddell.
Primeiro lugar na cobiçada lista dos mais vendidos do The New York Times, A Bela e Adormecida tem projeto gráfico sofisticado, edição em capa dura e sobrecapa com papel transparente. As ilustrações de miolo são em preto e branco, mas acompanhadas de pantone dourado que dão destaque a detalhes da trama.
No livro, uma jovem rainha é informada, na véspera de seu casamento, sobre uma estranha praga que assola as fronteiras do seu reino. Um sono mágico se espalhava pelo território vizinho e ameaçava os seus domínios. Na companhia de três anões, ela abandona o fino vestido da festa, pega sua espada e armadura e parte pelos túneis dos anões para o reino adormecido. Uma viagem repleta de ação e suspense, até uma estonteante descoberta.
Um dos maiores nomes da literatura de fantasia da atualidade, admirado por várias gerações de leitores em todo o mundo, Gaiman une-se a um dos mais premiados ilustradores britânicos para criar uma obra surpreendente, uma releitura atual das duas mais conhecidas princesas, repleta de magia e aventura capaz de hipnotizar o mais exigente dos leitores.

Alma negra - Mestres da Maldição

Autor: Holly Black
Tradução: Regiane Winarski
Preço: R$ 39,50
336 pp. | 13,7x 20,7 cm
ISBN: 978-85-7980-253-9

Apesar de ter crescido em uma família de vigaristas com poderes especiais, o adolescente Cassel Sharpe está tentando agir de forma correta. Entre trabalhar para a máfia e o FBI, decidiu ficar ao lado da lei, ainda que isso tenha lhe custado a garota que amava. Depois de Gata branca e Luva vermelha, em Alma negra, livro que encerra a trilogia Mestres da Maldição, Holly Black mostra o protagonista aprendendo a conviver com suas habilidades e buscando dar um rumo para a própria vida.
Por ser um mestre da maldição de um tipo raro e poderoso, que consegue transformar objetos ou seres vivos em algo completamente diferente com um simples toque, Cassel Sharpe prefere ignorar seu dom e mantê-lo em segredo. Mas o FBI está de olho nessa habilidade: a agente Yulikova, que recrutou o rapaz, quer que ele use seus poderes para neutralizar o governador Patton, ex-namorado da mãe de Cassel e responsável por uma verdadeira caça a todos os mestres.
Paralelamente, a máfia também tem planos para o jovem Sharpe. O chefão Zacharov, pai de Lila, o grande amor de Cassel, sequestrou a mãe do rapaz e espera que, em troca da liberdade e da vida dela, o adolescente recupere um tesouro roubado há anos: o Diamante da Ressurreição. Segundo a lenda envolvendo a pedra, quem a usar se torna invulnerável. Só que a missão não é o único desafio a deixar a vida de Cassel em risco. Se quiser sobreviver, ele precisa esconder de Zacharov o trabalho para o FBI.  
E até no exclusivo colégio Wallingford, Cassel não tem paz. Além de enfrentar a frieza de Lila, ele precisa lidar com o término do namoro dos amigos Sam e Daneca, bem como descobrir o que realmente deseja a misteriosa Mina Lange. Em uma trama envolvente, Holly Black faz os leitores prenderem o fôlego a cada capítulo e torcerem para que o último livro da série Mestres da Maldição não marque também o fim de Cassel Sharpe.


Letais - Pretty Little Liars

Autor: Sara Shepard
Tradução: Fal Azevedo
Preço: R$ 32,50
320 pp. | 13,7x20,7 cm
ISBN: 978-85-7980-256-0

No décimo quarto livro da série Pretty Little Liars, Sara Shepard prova mais uma vez que as maldades de A. parecem não ter limites, assim como os segredos escondidos pelas ex-melhores amigas de Alison DiLaurentis: Spencer, Hanna, Emily e Aria. Bestseller do The New York Times adaptado para a TV, Pretty Little Liars se tornou uma febre entre os adolescentes e segue surpreendendo os fãs a cada novo livro.
Em Letais, o FBI chega às mansões da idílica Rosewood, onde as aparências, realmente, enganam. Ao pedirem ajuda à instituição para desmascarar A. e acabar de uma vez por todas com suas ameaças, Spencer, Hanna, Emily e Aria acabam vendo seus segredos mais escabrosos virem à tona. E tudo indica que chegou a hora de pagar por cada um dos erros cometidos nos últimos anos.
À medida que a verdade é revelada, as belas mentirosas veem suas vidas virarem de cabeça para baixo: Spencer é expulsa de Princeton; Hanna é afastada da campanha eleitoral e do coração do pai; Emily é levada a tomar uma atitude radical; e Aria corre o risco de ser exilada do país.
Em meio a revelações explosivas, a trama leva as garotas, uma a uma, ao fundo do poço. Mas isso parece não ser suficiente para A. Não basta perder tudo e ver suas vidas desmoronarem depois de tantas reviravoltas. A. tem um plano letal. E se ele der certo, Spencer, Hanna, Emily e Aria terão contado sua última mentira.


sábado, 28 de novembro de 2015

Drauzio Varella entrevista Luis Fernando Verissimo. Não percam!


Debate com Julián Fuks e Marcelo Rubens Paiva

Sábado, 28 de novembro, às 17h30
Julián Fuks e Marcelo Rubens Paiva falam sobre política e literatura em São Paulo.
Local: Livraria da Vila — Rua Fradique Coutinho, 915 — São Paulo, SP


Drauzio entrevista Luis Fernando Verissimo

Segunda-feira, 30 de novembro, às 19h30
Drauzio Varella conversa com Luis Fernando Verissimo, que está lançando o livro As mentiras que as mulheres contam.
Local: Teatro Eva Herz na Livraria Cultura — Av. Paulista, 2073 — São Paulo, SP

Boemia, escravidão, crime, redenção e muito mais nos novos livros da Cia. das Letras.



A noite do meu bem, Ruy Castro
Os cassinos fecharam para sempre, mas os indestrutíveis profissionais da noite, sem falar nos boêmios de plantão, logo encontraram um novo habitat: as boates de Copacabana. Eram casas em tudo diversas dos cassinos. Em vez das apresentações grandiosas, dos espaçosos salões de baile e das orquestras em formação completa — que estimulavam uma noite ruidosa —, as boates, com seus pianos e candelabros, favoreciam a penumbra e a conversa a dois.
Isso não quer dizer que tenham deixado de ser o centro da vida social. Ao contrário, não havia lugar melhor para saber, em primeira mão, da queda de um ministro, de um choque na cotação do café ou de um escândalo financeiro do que nas principais boates, como o mítico Vogue, frequentado por exuberantes luminares da República e por grã-finos discretos e atentos. Mas a noite era outra: assim como a ambiance, a música baixou de tom. Os instrumentistas e cantores voltaram aos palcos em formações menores, andamento médio e volume baixo, quase um sussurro. Tomava corpo um novo gênero, um samba suavizado pela canção, que encontrou nas boates o lugar ideal para se desenvolver plenamente. Essa nova música, com seus compositores, letristas e cantores; as boates, com seus criadores, funcionários e frequentadores, e o excitante contexto social e histórico que fez tudo isso possível são o tema do novo livro de Ruy Castro, que mais uma vez nos delicia com sua prosa arrebatadora.


Mulheres de cinzas, Mia Couto
Primeiro livro da trilogia As Areias do Imperador, Mulheres de cinzas é um romance histórico sobre a época em que o sul de Moçambique era governado por Ngungunyane (ou Gungunhane, como ficou conhecido pelos portugueses), o último dos líderes do Estado de Gaza – segundo maior império no continente comandado por um africano. Em fins do século XIX, o sargento português Germano de Melo foi enviado ao vilarejo de Nkokolani para a batalha contra o imperador que ameaçava o domínio colonial. Ali o militar encontra Imani, uma garota de quinze anos que aprendeu a língua dos europeus e será sua intérprete. Ela pertence à tribo dos VaChopi, uma das poucas que ousou se opor à invasão de Ngungunyane. Mas, enquanto um de seus irmãos lutava pela Coroa de Portugal, o outro se unia ao exército dos guerreiros do imperador africano. O envolvimento entre Germano e Imani passa a ser cada vez maior, malgrado todas as diferenças entre seus mundos. Porém, ela sabe que num país assombrado pela guerra dos homens, a única saída para uma mulher é passar despercebida, como se fosse feita de sombras ou de cinzas.


Ao unir sua prosa lírica característica a uma extensa pesquisa histórica, Mia Couto construiu um romance belo e vívido, narrado alternadamente entre a voz da jovem africana e as cartas escritas pelo sargento português.


Confissões de um homem livre, Luiz Alberto Mendes

Quando tinha doze anos, Luiz Alberto Mendes fugiu de casa pela primeira vez. Filho de pai alcoólatra e de dona Eida, vivia num ambiente de brigas intermináveis e de opressão. Aos dezenove foi preso, acusado de assalto e homicídio. Primeiro passou pela Febem, atual Fundação Casa, depois, já adulto, cumpriu pena em várias casas de detenção. Em 1984, fugiu e foi recapturado. Quase dez anos depois, vivendo em regime semiaberto, com um pé na liberdade e outro no sistema prisional, foi detido em flagrante por roubo. Em um dos pontos altos deste livro, o autor narra a fuga repleta de tensão, imprevistos e erros, que culminaram no cerco da polícia.

Faltando pouco para alcançar a liberdade definitiva, teria que amargar mais alguns anos na cadeia. Mas dessa vez o anti-herói deste relato autobiográfico tinha um bom motivo para viver à margem das confusões e dos grupos radicais: agora era pai de Renato, fruto do casamento com Irismar. Enquanto esteve preso, trabalhou no setor jurídico, em um grupo espírita, nos Correios, foi professor e até produziu bichinhos de pelúcia. Passou por muitas celas, foi transferido para diferentes presídios, e cada mudança representava um recomeço: impor-se diante dos colegas, conhecer as regras, conquistar privilégios e arrumar um emprego para sustentar a família.

Confissões de um homem livre encerra a trilogia que começou com Memórias de um sobrevivente e foi seguida de Às cegas. Assim como nos outros livros, o seu relato do mundo do crime é um dos poucos que não doura a pílula. O discurso é seco, nervoso e direto. Sua honestidade, desconcertante. E são essas qualidades que aparecem de modo mais contundente nesta história sobre os anos que antecederam a sua liberdade.


Flores, votos e balas, Angela Alonso

É vasta a bibliografia sobre a abolição. Já foram discutidas suas causas econômicas, as resistências judiciais e cotidianas de que foi alvo, as revoltas e as fugas de escravos. Ainda não foi plenamente reconhecida, contudo, a relevância do movimento abolicionista .Joaquim Nabuco, um de seus líderes, atribuiu a libertação dos escravos à magnanimidade da casa imperial. No centenário da Lei Áurea, em 1988, estudiosos e ativistas do movimento negro contestaram essa versão e ressaltaram a resistência dos cativos, operando apenas uma inversão de sinal: em vez da liderança da dinastia, o protagonismo dos escravos; em vez da princesa Isabel, Zumbi. Esse deslocamento deixou à sombra um fenômeno que não foi nem obra de escravos, nem graça da princesa: o movimento pela abolição da escravidão. Este livro conta sua história. Reconstrói a trajetória da rede de ativistas, associações e manifestações públicas antiescravistas que, a exemplo de outros países, conformou um movimento social nacional – o primeiro no Brasil do gênero. O movimento elegeu retóricas, estratégias e arenas, operando sucessivamente com flores (no espaço público), votos (na esfera político-institucional) e balas (na clandestinidade), num jogo que se estendeu por duas décadas, de 1868 a 1888. Tudo isso é narrado por meio da trajetória de ativistas nacionais decisivos para o desfecho da empreitada: André Rebouças, Abílio Borges, Luís Gama, José do Patrocínio e Joaquim Nabuco – três deles negros. A abolição não se faria por si, pelo desenvolvimento da economia ou por decisão solitária do sistema político, como não se fez por canetada da princesa. É a relevância do movimento abolicionista para o fim da escravidão que este livro mostra de forma brilhante. A luta pela libertação dos escravos dividiu águas na história do país – investigar sua natureza é também compreender um processo que ainda reverbera nas formas contemporâneas da desigualdade no Brasil.


Receita de Ano-Novo, Carlos Drummond de Andrade (Ilustrações de Andrés Sandoval)

Natal, Ano-Novo, tempo de balanço pessoal, de renovação. Sentimentos um tanto ambíguos se alternam, quando a eletricidade pelo encerramento de mais um ciclo vem acompanhada de inefável melancolia. Esse é o espírito evocado pelos poemas de Carlos Drummond de Andrade, selecionados por Luis Mauricio Graña Drummond e Pedro Augusto Graña Drummond, neste Receita de Ano-Novo. Com projeto gráfico exclusivo e ilustrações de Andrés Sandoval, colaborador de publicações como piauí e The New Yorker e autor de Socorram-me em Marrocos (Companhia das Letrinhas), Receita de Ano-Novo é um brinde — muito drummondiano, pois — ao final do ano. Boas festas!

Fontanar 

Uma luz entre nós, Laura Lynne Jackson (Tradução de Luiz A. de Araújo e Afonso Celso da Cunha Serra)


Uma luz entre nós lista algumas dicas para termos uma vida rica e plena. Através de sua maravilhosa visão de mundo, Laura Lynne Jackson nos lembra de que nosso relacionamento com aqueles que amamos é duradouro; que estamos todos conectados e participamos das vidas uns dos outros; que estamos aqui para amar e sermos amados. Sua história oferece um novo entendimento sobre as nossas consciências e a experiência humana.


Companhia das Letrinhas

Você tem talento, Charlie Brown!, Charles M. Schulz (Tradução de André Conti)

Charlie Brown vai fazer de tudo para impressionar a Garotinha Ruiva! Participar do concurso de talentos da escola com um número de mágica, tentar alguns passos de dança bem originais em uma competição e muito mais. Será que ele finalmente vai provar que tem um grande talento? Ou mais uma vez vai fazer um papelão daqueles?

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Capitão América: Guerra Civil. Análise do trailer.



Por: Franz Lima
Após a ferocidade vista em Capitão América - o Soldado Invernal, todos os fãs da Marvel aguardaram o lançamento de Guerra Civil, o terceiro filme do Capitão. Mas, caso ainda tenha dúvidas, quais os motivos que levaram o público a tanto alarde? Esse filme segue à risca o que foi visto nos quadrinhos? Continue o texto e terá conhecimento disso tudo e muito mais...

O trailer mostra o essencial de Guerra Civil: o confronto entre duas facções. A primeira apoia o Homem de Ferro. A segunda está ao lado do Capitão América. Então, você que não leu as HQ irá me perguntar sobre o que levou os Vingadores a esse cisma? Como os heróis se dividiram em grupos com pensamentos tão contrários, principalmente se eram unidos no passado?


A trama original aborda uma catástrofe provocada por heróis jovens, os Novos Guerreiros, inconsequentes com o controle de seus poderes. Entretanto, o trailer (veja-o na íntegra no final do post) parece não seguir essa linha. Na verdade, há uma aparente associação de um incidente fatídico com o Soldado Invernal. Em função disso, o governo resolve ordenar não só a prisão de Bucky, como também criar um cadastro para os heróis. É aí que a coisa ganha ares de guerra, já que Steve Rogers - o Capitão - não aceita a injustiça com seu amigo e também repudia o cadastramento sob a alegação de que ele irá expor a vida pessoal dos mascarados. 

O Homem de Ferro é um dos que apoiam a causa. Tony Stark revelou sua identidade há tempos e ele vê essa catalogação como uma arma para evitar o anonimato de seres com poderes inimagináveis. Sob o controle governamental, Stark acredita que outras catástrofes poderão ser evitadas ou, na pior das hipóteses, seus responsáveis serão penalizados. Com base nisso, inicia-se uma caçada ao Soldado Invernal.


Diante da perseguição ao seu melhor amigo, o Capitão América entra na linha de defesa ao Soldado. Para ele, não há covardia maior que culpar um inocente para dar uma justificativa à opinião pública. Bucky não está ligado ao crime, fato que leva outros heróis (incluindo o Falcão, a Feiticeira Escarlate e o Gavião Arqueiro) a defendê-lo. Óbvio que Tony também terá sua equipe de apoio cujos primeiros componentes são o Máquina de Guerra, Pantera Negra, Visão e Viúva Negra.



As cenas que se seguem mostram vários conflitos. São combatentes em uma verdadeira arena, mas não há mostras de contenção entre eles, algo que indica ação ininterrupta no filme. Como ocorrido no segundo filme do Capitão, o uso da violência para obtenção de resultados será uma marca, fato que não impede ou minimiza a lição principal da trama: sem o diálogo, opiniões acabarão tornando-se em imposições. Cada lado da história tem sua versão e suas verdades, mas, sem o entendimento, de nada valerão as ideologias.
Enfim, creio que em termos de dinamismo, teremos uma obra como ainda não vimos na Marvel. Também acredito que a carga emocional será grande, já que amigos lutarão entre si. Seja como for, Guerra Civil promete e, como fã, acredito que cumprirá.
Aliás, o trailer estendido deverá trazer as presenças do Homem Formiga e do Homem-Aranha, ausentes neste teaser trailer.
E isso é apenas o começo...
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quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Pôsteres e imagens de Capitão América: Guerra Civil.



Um dos mais aguardados conflitos do universo Marvel já teve seu trailer divulgado (e que será analisado em breve). Mas há imagens que também marcam a rivalidade entre Tony Stark e Steve Rogers. Seja qual for o resultado do conflito, os Vingadores e muitos outros heróis - e vilões - nunca mais serão os mesmos...

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Cenas clássicas do Batman de Frank Miller são recriadas em referência a Capitão América: Guerra Civil.


Por: Franz Lima.
Algumas das mais conhecidas cenas de combate dos quadrinhos foram refeitas para homenagear o aguardado filme Capitão América: Guerra Civil. Com base no traço e na composição das cenas de Batman - O Cavaleiro das Trevas, de Frank Miller, o artista brasileiro Butcher Billy obteve imagens que fazem referência ao filme que promete abalar o universo Marvel. 
Os resultados vocês poderão conferir logo abaixo, comparando as imagens originais com as do combate entre o Homem de Ferro e o Capitão América. Butcher nomeou seus trabalhos como The Dark Knight Civil War.

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Quatro dias de shows com Alceu Valença. Gratuito!



Em comemoração aos seus 40 anos de carreira, o cantor Alceu Valença, em parceria com a Caixa Cultural, promoverá nos dias 26 a 29 de novembro shows gratuitos.

O show terá participações de Paulo Rafael (guitarra e viola de 12) e André Julião (sanfona). O repertório conta com sucessos de toda a carreira do cantor, temas do agreste e do sertão pernambucanos.

Imperdível. 

Informações sobre os shows:

Datas: 26/11/2015 a 29/11/2015

Horário: 19h15

Horário da Bilheteria: Ingressos disponíveis a partir das 12h do dia do evento (limitado a um par por pessoa). São apenas 80 lugares.

Local: Caixa Cultural São Paulo. Praça da Sé, 111. Centro - SP.

Valor do Ingresso: Entrada franca

Informações: (11) 3321-4400

Facebook do evento: Alceu Acústico

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CasaOutlet Shopping recebe Orquestra de Violeiros de Taboão da Serra


No próximo sábado, dia 28, o CasaOutlet Shopping recebe, às 17h, a Orquestra de Violeiros de Taboão da Serra (SP) para apresentação única. Formada por adultos, a orquestra que conta com um repertório nos clássicos caipira de raiz preparou, entre outras, a cantoria de “Cuitelinho”, “Chico Mineiro”, e o “Hino Nacional”.

EVENTO GRATUITO

SERVIÇO
Espetáculo: Orquestra de Violeiros de Taboão da Serra
Data: 28 de novembro
Horário: 17h
Local: CasaOutlet Shopping
Endereço: Rodovia Régis Bittencourt, Km 271,5 – Taboão da Serra (SP)
Duração: aprox. 60 minutos
Censura: Livre

CasaOutlet Shopping
Horário de funcionamento:
Segunda a sábado: 10h às 20h
Domingos e feriados: 14h às 20h
Rodovia Régis Bittencourt, km 271,5 – Taboão da Serra/SP
(11) 4786.7424
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O vídeo abaixo mostra a Orquestra em uma de suas apresentações:



segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Frank Miller apresenta cartaz feito para a CCXP 2015.


Por: Franz Lima.
O cartaz acima marca a presença de Frank Miller na Comic Con Experience 2015, que ocorrerá de 03 a 06 de dezembro. A ilustração apresenta uma Mulher-Maravilha guerreira que será uma das principais personagens de DKIII, a aguardada continuação do maior sucesso de Miller. Mesmo com o visual brutal, muitos fãs ainda estão com "os dois pés atrás" por causa do fiasco que foi a segunda parte de DK. De qualquer forma, Frank marcará presença na CCXP como convidado de honra e, óbvio, para divulgar seu mais recente trabalho. 
Honestamente, achei o desenho abaixo do que esperava, principalmente se comparado com o primeiro Dark Knight. A colorização também não segue os traços de Lynn Varley. Tudo indica que, pelo menos visualmente, teremos um novo DKII.
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