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quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Desgarrada - uma história diferente dos X-Men.




Hoje, 31 de dezembro, li uma história dos X-Men bem diferente. Publicada na Wizard Brasil nº 22, a trama foi chamada de "Desgarrada".
O centro da história é a dedicação de Hank McCoy, o Fera, quando na condição de médico. Logo de início, Hank está cuidando das asas de um menino. Ferido, o mutante com asas de morcego não pode voar, fato que leva a família a contatar os X-Men. Por meio de uma cirurgia, o mutante volta a voar.

Após ajudar o menino, o Fera retorna aos afazeres pessoais (uma resenha de uma obra de Stephen Hawking), quando o supercomputador Cérebra, capaz de detectar mutantes em qualquer lugar do mundo, informa a presença de um. Este mutante apresenta sinais de morte iminente.

Hank vai até o lugar e descobre se tratar de uma mutante com traços felinos. A literal Mulher-Gato reage com violência à presença do X-Man e, durante o combate, ela sai ferida. Ainda assim, ela não é abandonada. A mutante é transportada para a mansão dos X-Men e lá recebe os cuidados do doutor McCoy.

A melhora ocorre e, por ocasião de um breve despertar, novamente Hank é atacado. Desta vez, entretanto, a felina desmaia. A curiosidade científica de Hank é aguçada, já que a mulher parece querer morrer, além de não estabelecer qualquer tipo de comunicação, exceto rosnados.
Diante de um quadro clínico que indica melhora, mas com reações que mostram a busca pela morte, pouco resta ao Fera senão pedir auxílio.

Jean Grey, a telepata do grupo, sonda a mutante e conclui algo estarrecedor: ela não é uma mulher mutante; ela é uma felina mutante, uma gata que assimilou a aparência humana, porém ainda com os instintos e comportamentos de sua raça.
Ao analisar o quadro completo, já com as informações de Jean, o Fera conclui que ela realmente está morrendo e, como qualquer outro gato, apenas quer um lugar isolado para partir em paz.
A felina foge e, no dia seguinte, Hank sai da mansão com uma pá na mão. A mutante, humana ou não, era merecedora de um enterro digno.

Que lições tirei?

São apenas 12 páginas de quadrinhos. As participações de Jeff Jenken (roteiro), John Totleben (arte), e Jeromy Cok (cores) permitiram a criação de uma narrativa cheia de reflexões.
Quando revi a trama, pude perceber que há muito mais que a aventura de um mutante. Aliás, a ação não é o foco.
Do início ao fim é possível ver que os artistas se uniram para falar sobre a união entre excluídos, para abordar sobre a preocupação com o próximo e, ainda, um alerta sobre conclusões precipitadas. Contudo, concluo, o ponto principal está na valorização e o respeito à vida, seja ela de uma pessoa ou animal.
McCoy é um cientista e médico, qualificações que não o impediram de enxergar em uma gata a vida que há em qualquer um de nós.
Respeitar seu recolhimento para morrer e enterrar o corpo foram demonstrações máximas de humanidade por parte de alguém que é visto como um animal pela sociedade.
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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

Superman vs Goku: a batalha através da técnica de flipbook.



Dois heróis de fama mundial e com poderes extraordinários são postos em combate através da técnica chamada flipbook, uma das mais antigas quando o assunto é animação. 

Perdido em Marte. O resgate de uma ótima ficção científica.


Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo

Marte é um planeta que cerceia os temores dos homens há muito tempo. Na ficção, ele é o lar de seres violentos, a esperança de um novo lar ou apenas algo inalcançável. Seja como for, a possibilidade de visitá-lo e tirar - acima de tudo - lições sobre sua história geológica é uma premissa que gerou várias obras sobre o assunto. Perdido em Marte também trata da ida do homem a Marte, porém com uma variável interessante: o que faria um ser humano caso ele ficasse só e sem recursos em um planeta inóspito, sem a menor possibilidade de resgate? O suicídio seria uma alternativa? A loucura o atingiria? A morte chegaria pela inanição? Como sobreviver em um lugar sem recursos a oferecer? 

Para responder às questões acima, o diretor Ridley Scott colocou uma equipe de exploradores em solo marciano. Lá, os pesquisadores colhem amostras de solo para experiências, enquanto uma equipe monitora as condições meteorológicas e suas variações de uma base. Por se tratar de um planeta praticamente inexplorado, as possibilidades de oscilações e mudanças climáticas existem e, infelizmente, uma dessas mudanças chega ao grupo de forma radical. Uma tempestade fortíssima de areia os atinge de forma brutal, levando-os a se evadirem do lugar. Durante a fuga, um dos tripulantes é atingido e dado como morto. E começa, literalmente, a aventura...

Nota: os primeiros 10 minutos do filme são confusos. Como o espectador tem pouquíssimo tempo para se acostumar a quem é quem na trama, fica difícil compreender o que está ocorrendo. A narrativa é linear, sem flashbacks, mas há momentos em que a confusão é instaurada, fato que ocorre pelos cortes bruscos entre o retorno dos astronautas à base e sua saída em direção à nave para a fuga. É preciso atentar bastante para não perder o fio condutor da trama...


Dando sequência à análise, o filme aborda, após o acidente, a tentativa de sobrevivência do astronauta Watney (Mark Whalberg). Um milagre o salvou da morte certa, o que não minimiza seus problemas, já que as rações para sobreviver são escassas e a possibilidade de cultivo em solo marciano nulas. Começa uma saga onde, literalmente, o homem lutará por sua sobrevivência.

As nuances que surgem no decorrer da jornada de Watney são inconcebíveis a uma pessoa comum. Falta de água, energia escassa, frio extremo, terreno inóspito, tempestades de areia e outros entraves. Por sorte, ele é botânico e começa a resolver seu problema de alimentação. Por azar, a única trilha sonora que deixaram foi um repertório de disco music. 
O que vocês verão a seguir é a união de um grupo para salvar um homem, assim como verão um homem que luta para manter a esperança. Ambas as lutas são difíceis, pois há um abismo incomensurável de distância entre a Terra e Marte. Tudo é difícil, o que não impede a permanência de um fator preponderante para um provável resgate: a esperança.


Há algo a ser observado durante todo o longa-metragem: a união de pessoas que querem salvar um único homem. Solidariedade e sacrifícios pessoais em torno de um único objetivo, de uma única vida. Líderes se expõem, cientistas dão seu melhor, pessoas comuns torcem para que o melhor ocorra. Não há nada mais bonito que ver diferenças sendo postas de lado em prol de uma vida. 

Muitas são as variantes para consolidar o resgate, mas é óbvio que eles irão até lá. Isso, entretanto, fica em segundo plano quando o assunto é a sanidade do astronauta. Watney passou longos dias em que apenas sua vontade de viver esteve ao seu lado. A solidão, tal como acontece em Náufrago, é uma companheira terrível. Lampejos de delírios e o medo do fim são constantes nos longos dias de Watney no planeta vermelho. Sem opções, ele se apega às pequenas esperanças que vão surgindo com o decorrer da trama. 

Não questione se é possível ou não sobreviver em um planeta distante e com mínimos recursos... essa não é a força-motriz do filme. O que fica após assistir Perdido em Marte é a certeza de que temos limites e, certamente, podemos ultrapassá-los. O que permanece na mente de quem assistirá esse drama é a convicção de que a inteligência humana pode ter limites quando restrita a um só homem, porém seu potencial é infinito ao se unir a outros. Cooperação é a palavra-chave do filme. Esperança é o que ganhamos após vê-lo.


Ao final do post, um guia visual do filme com os astronautas...

Elenco:

Matt Damon - Mark Watney
Jessica Chastain - Melissa Lewis
Jeff Daniels - Teddy Sanders
Michael Peña - Rick Martinez
Kristen Wiig - Annie Montrose
Kate Mara - Beth Johanssen
Sebastian Stan - Chris Beck
Sean Bean - Mitch Henderson
Aksel Hennie - Alex Vogel
Chiwetel Ejiofor - Venkat Kapoor
Benedict Wong - Bruce Ng
Donald Glover - Rich Purnell

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domingo, 27 de dezembro de 2015

Primeira capa de Dark Knigth III é divulgada. Saiba mais sobre a continuação da obra máxima de Frank Miller.



Por: Franz Lima

Vou lançar minha opinião sincera sobre Cavaleiro das Trevas 3: ela é uma empreitada que está pegando o gancho de Batman vs Superman - a origem da justiça. Caso vocês não se lembrem, a trajetória dessa "trilogia" é simples e começa com Batman - O Cavaleiro das Trevas (Dark Knight ou DK), Batman O Cavaleiro das Trevas 2 e, agora, o terceiro capítulo cujo subtítulo é The Master Race. O primeiro DK marcou gerações e a forma de se fazer quadrinhos. Alguns críticos dividem as HQ em antes e depois de DK. 
A segunda aventura, mais caricata e com desenhos de péssimo gosto, foi um fiasco mundial de crítica. As vendas não foram assim tão mal, já que os fãs da primeira edição avançaram como zumbis para comprar a aguardada continuação. Eu, inclusive. Todos, sem exceção, se deram muito mal.
Agora, alavancado por uma jogada de marketing que envolve o cinema, hot toys e graphic novels, Frank Miller e um time de desenhistas e roteiristas lançam a terceira aventura do Cavaleiro das Trevas. 
Capas que reconstituem clássicas cenas do primeiro DK ou fazem alusão a elas. Mesmo com os desenhistas chamados para aprimorar a obra, a sensação incômoda de apelação não se dissipa.
Não gosto do saudosismo e sou 100 favorável à evolução, seja ela nos quadrinhos, cinema ou literatura. Estagnar não é uma opção. Contudo, ver algo que parece uma tremenda propaganda enganosa - assim como foi DK II - ocorrer e permanecer calado é algo inaceitável.
Espero demais estar enganado, porém as evidências estão cada vez mais fortes.
Resta-nos aguardar o lançamento da edição nacional, seja ela encadernada ou sequencial, tal como ocorre nos EUA. Aguardar com muita cautela...

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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Em empresa de Americana, mulheres são maioria em cargos operacionais e de gestão


Na Cemara Loteamentos, com sede em Americana, interior de São Paulo, as mulheres são maioria em praticamente todas as áreas da companhia. Entre os 100 postos de trabalho ofertados, cerca de 60 são ocupados por elas. Mas a predominância do público feminino não se resume aos cargos operacionais.
Entre 16 funções gerenciais existentes, nove são ocupadas por mulheres. Dentre as áreas que são chefiadas por elas estão: atendimento ao cliente, financeiro, suprimentos, vendas, marketing, qualidade, recursos humanos, arquitetura e urbanismo. Na companhia não há diferença de salários entre homens e mulheres que ocupam o mesmo cargo.
“Mesmo sendo uma empresa de um segmento que costuma empregar muitos homens, o fundador sempre teve como política balancear os gêneros, o que continua sendo aplicado nas contratações nos dias de hoje. Achamos saudável este equilíbrio, pois o clima organizacional se mantém harmonizado”, comenta Eneida Ferreira Vindilino Lima, analista de recursos humanos sênior.
Mais do que a igualdade entre os direitos dos gêneros, estudo da “Corporate Woman Directors Internacional (CWDI)”, grupo de pesquisa americano, aponta que a evolução da rentabilidade e o sucesso financeiro das companhias estão correlacionados ao aumento da presença de mulheres em cargos de liderança – significa que elas fazem a diferença para os cofres das organizações. “A mulher tende a ser mais criativa, buscando soluções e alternativas diferentes, muitas vezes inovadoras, o que coaduna com as crenças da empresa”, comenta Marcos Dei Santi, diretor da Cemara.
Entretanto, o equilíbrio entre os gêneros no ambiente de trabalho ainda não é uma realidade entre grande parte das empresas brasileiras – principalmente quando falamos de cargos de alto escalão. De acordo com dados da pesquisa “Women in Business 2015”, da consultoria Grant Thornton, 57% das empresas no Brasil não têm mulheres em cargos de liderança – o País só fica atrás da Alemanha e Japão.
Em relação à América Latina, o otimismo é maior, a pesquisa da Corporate mostra que na região o Brasil é o segundo na lista com mais mulheres em cargos de direção.
Mães e profissionais
Segundo a Grant Thornton, a infraestrutura deficiente do Brasil faz com que o deslocamento da mulher seja exaustivo e, muitas vezes, imprevisível, o que torna a situação muito mais difícil, principalmente, para aquelas que têm filhos. 
De olho nestes problemas que afligem, principalmente, as mamães, a Cemara reúne valores que ajudam muitas delas a se sentirem à vontade, até mesmo, para tomar a decisão de ter o primeiro filho. Lá pelo menos quatro mulheres engravidam todos os anos. “Nós focamos na flexibilidade de horário, para as mamães amamentarem, levarem ao pediatra e acompanharem as crianças nos primeiros anos de escola”, comenta Marcos Dei Santi, diretor da companhia.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Goodyear e MindsOn levam fãs à NASCAR®


Agência brasileira Minds On está à frente da maior promoção da marca norte-americana no país. São três viagens aos EUA com acompanhantes e mais de 100 prêmios instantâneos.
A Goodyear está com uma nova promoção, que permite que o consumidor tenha a chance de acompanhar de perto uma prova da temporada 2016 da NASCAR®, na cidade de Charlotte, nos Estados Unidos.

A ação foi desenvolvida pela agência Minds On, que desde sua fundação, em 2009, atende a Goodyear com trabalhos já realizados em grandes feiras do setor, arquitetura de lojas para toda a América Latina, material de pontos de venda, campanhas de incentivo, evento de lançamento de produto, entre outros.

Como forma de potencializar esta grande promoção da Goodyear no Brasil, em paralelo ocorre a campanha de incentivo Acelerando nas Vendas, que impactará mais de 5.000 vendedores em mais de 2.000 pontos de vendas, divididos entre lojas oficiais, multimarcas e supermercados, além do e-commerce da empresa.

"Essa dupla ativação é o resultado de um trabalho consistente realizado junto à marca nos últimos anos. Através do conhecimento do negócio do cliente identificamos esta oportunidade de ativação aproximando a marca tanto de seus consumidores quanto da sua grande força de vendas nacional. O tema ajudou ainda a criar um território próprio para a Goodyear no segmento", comenta Fabiane Giralt, sócia-fundadora da Minds On.

"A Goodyear sempre teve uma ligação forte com a NASCAR® nos Estados Unidos, e queríamos que o nosso consumidor brasileiro vivenciasse esse espírito de inovação e alta performance que marca a corrida", diz Eduardo Andrade, diretor da Unidade de Negócios de Pneus de Passeio da Goodyear Brasil. Em 2015, a Goodyear completou 61 anos de participação na corrida, sendo um dos patrocinadores mais antigos da tradicional categoria. Desde 1997, a marca é a fornecedora exclusiva de pneus para a competição.

Participar da promoção é muito simples: basta comprar pneus da marca e, em seguida, cadastrar o cupom fiscal no hotsite goodyear.com.br/promonascar. A cada R$ 200 em compras, o consumidor concorre a três viagens com acompanhante e mais de 100 prêmios instantâneos. Os nomes dos ganhadores da promoção, tal como dos prêmios instantâneos também podem ser visualizados no site da campanha.

*Confira o regulamento e tire suas dúvidas no hotsite da promoção. 

Khaleesi em uma bela imagem.


Infelizmente, não consegui encontrar o nome do artista. A assinatura não está legível...
A arte é muito bonita e mostra a Khaleesi em seu "nascimento".

A arte de Mico Suayan.


O Filipino Mico Suayan (Michael Cornelius Suayan) é um artista cujo talento foi direcionado para os quadrinhos. Óbvio que há trabalhos dele com abordagens diferentes, mas suas principais obras são voltadas para a Nona Arte. Mico foi um dos artistas presentes à NY ComicCon.
Abaixo vocês verão alguns de seus sketches (rascunhos) que mostram o talento dele e uma parcela de seu processo criativo, além de trabalhos em cores. Bom divertimento.
Twitter do ilustrador: @micosuayan















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