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quinta-feira, 30 de junho de 2016

Testes em animais. Por Isabela Niella.


Por: Isabela Niella. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo. #apogeudoabismo

Antônia é uma ótima doceira, começou com uma pequena banca vendendo seus quitutes. Com o tempo ficou famosa na região. Assim, registrou a marca e passou de simples vendedora de doces para empresária. Seus produtos, além de deliciosos, eram conhecidos pela qualidade da matéria-prima, produção e higiene. Antônia vendia para quase todos os bairros da sua cidade, exceto um. Neste bairro, o maior da cidade, com quase metade da sua população, para que qualquer produto pudesse ser comercializado, era preciso pedir a benção ao dono do bairro, um traficante que mandava em tudo por lá. 


A vida de Antônia era muito boa, cada dia que passava as pessoas encomendavam mais dos seus quitutes, ela já podia se considerar uma das pessoas mais ricas da cidade. Só que Antônia queria mais, ela desejava que seus produtos fossem vendidos por toda a cidade, sem exceção. O desejo de ganhar mais dinheiro fez com que Antônia pensasse muito e resolvesse se aliar ao traficante para ter seus produtos permitidos em “seu” bairro. Com a bênção do indivíduo, Antônia passou a vender por toda a cidade e se tornou a pessoa mais rica de lá. Ela acreditava que essa era apenas uma aliança comercial e que não abalaria sua reputação e seus princípios unicamente por estar apenas vendendo seus quitutes. Até que um dia, o traficante se viu perseguido pela polícia e determinou que Antônia o ajudasse, escondendo as armas e as drogas em uma de suas lojas. Antônia se viu em uma situação muito difícil e percebeu que havia vendido sua alma ao diabo e que ele agora a estava cobrando. 

Essa história boba serve para ilustrar como grandes empresas de cosméticos, já reconhecidas pelo mercado, “vendem suas almas” para obterem mais lucros ao se submeterem a fazer testes em animais, apenas para comercializarem em determinados países como a China. Também serve para identificar como me senti quando me ofereceram para trabalhar vendendo produtos de uma dessas empresas, com a alegação de que o dinheiro me ajudaria, uma vez que pela qualidade, esses produtos se vendem sozinhos e o lucro era certo. 


Sei que muitas pessoas não dão aos animais a importância e o respeito que eles merecem. Não os consideram como seres viventes, criados por Deus e com o direito de viver em paz. Muitos até se baseiam na Bíblia para usar e abusar dos nossos irmãos menores da forma como lhes convêm, inclusive, fazendo esses terríveis testes em prol da vaidade humana. E essas mesmas pessoas acham que aqueles que defendem e amam os animais ou estão vivendo uma moda passageira ou são pessoas que vivem fora da realidade ou qualquer coisa do tipo. Bom, tenho meus princípios e me comprometi (comigo mesma) ao menos fazer a minha parte e não usar os produtos das empresas que sei que fazem testes em animais. Confesso que até fiquei tentada com a proposta e ouvi aquela vozinha que falava: “Vai lá boba, você está precisando deste extra para melhorar sua vida, é só fingir que não sabe ou dar a desculpa que os produtos comercializados em nosso país não passam por esse teste.” Não. Não me vendo por dinheiro. Não me vendo por poder. Não me vendo. Podem até me dizer: “mas o que são uns produtos, se você não vender, outra vende!” Desde que essa outra não seja eu. Quero minha consciência tranquila, quero não ter essa dívida quando tiver que prestar contas com Deus. Pode parecer pouco, mas estou fazendo aquilo que me cabe, em prol do bem dos animais que, um dia, deixarão de ser serviçais dos seres humanos para serem companheiros de jornada dos serem humanizados. 


Quanto a essas empresas que, em busca do lucro absoluto, seduzem os consumidores com suas desculpas esfarrapadas, eu posso dizer que não me fazem falta, uma vez que, outras empresas oferecem produtos de excelente qualidade sem precisarem utilizar de tais métodos de tortura. Basta pesquisar.

quarta-feira, 29 de junho de 2016

O retorno do Batman em “DK III - A Raça Superior” será outra catástrofe?



Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo. #apogeudoabismo.

Confesso, Cavaleiro das Trevas III – A Raça Superior, trouxe-me dias de apreensão. Claro, isso tudo foi motivado por Dark Knight II (DK II), a continuação da obra máxima de Frank Miller. DK II foi um fracasso de crítica por causa dos desenhos ruins, da colorização carnavalesca e do roteiro fraco. Verdade seja dita, eu achei que Miller e os demais criadores de DK III fossem simplesmente descartar a trama anterior.
Eu me enganei...
DK III dá continuidade a DK II. Elementos do segundo episódio do futuro alternativo (ou possível) do Batman estão presentes e aparentemente bem usados.

UM MOMENTO!!!! SPOILERS ADIANTE. PROSSIGA POR SUA CONTA E RISCO.


A Raça Superior (subtítulo muito apropriado) é uma narrativa cujo lado sombrio é tão tangível quanto o primeiro Dark Knight. O lado mais humorado foi descartado, algo que deu ânimo aos leitores e fãs do primeiro episódio. Entretanto, as revelações serão lentas e eu visualizo um caos indescritível para as próximas edições.
Logo de início nos deparamos com um ponto extremamente positivo: a união de Brian Azzarello e Frank Miller no roteiro. Lembro que a trama mais fraca em DK II se deu por termos apenas Miller nas rédeas do projeto. Apesar dos sucessos antigos, o autor passou por um período de produções muito fracas.

Voltando à análise da trama, constatei que Miller e Azzarello querem usar o suspense para impactar mais. Ao me deparar com um Batman sumido e um Superman em uma reclusão não justificada, vejo que o caos do primeiro DK tem tudo para ser ampliado nessa nova série.

Coadjuvantes

Átomo parece ser o mais protagonista dos coadjuvantes. Sua participação é de suma importância para o surgimento da "raça superior". Ao ler, entenderá.
A Mulher-Maravilha surge como a mãe de dois filhos do Superman. Um é só um bebê, mas há Lara, que surgiu a partir de DKII, cujo papel terá muito mais importância nesse terceiro volume de Cavaleiro das Trevas.
Gotham ainda é caótica. O crime e a corrupção, inclusive na polícia, são constantes. Lá, um Morcego voltou a circular pelas ruas, mais violento e misterioso. Gotham ainda segue sob a vigilância da comissária Yindel, cuja mente parece sentir a ausência do desafio de ser uma agente da lei em uma cidade dividida pelo crime e o medo imposto pelo Batman.
Há duas indicações da morte de Bruce, porém não acredito que isso perdurará. A volta do Batman e do Superman podem ser os prenúncios de um conflito que, suponho, irá unir novamente os Melhores do Mundo.

Homenagens

A simples aceitação do uso de elementos de DKII representa uma bela homenagem ao trabalho e talento de Frank Miller.
Outro ponto interessante está no uso de imagens que remetem ao primeiro Cavaleiro das Trevas de Miller. Há poucas cenas que são visivelmente inspiradas em "Batman: Ano Um". Parabéns a Andy Kubert pelo apuro nos desenhos e referências.

Novas linguagens

O uso de comunicação via redes sociais para narrar o início da história é genial e reflete uma dupla de roteiristas antenados com a realidade atual.
Fiquei surpreso pela presença de um encarte. Cavaleiro das Trevas apresenta: Átomo é uma trama interligada à principal, toda desenhada por Frank Miller. O encarte é menor no formato, algo que me desagradou. A história poderia vir como uma continuidade da revista principal, mas esse formatinho serve como um pretexto para a compra de um futuro encadernado - caríssimo - que englobe tudo.

Notas finais

O lançamento com capas variantes (quatro a cada edição) foi uma boa ideia. Eu optei por essa:


Minha escolha foi motiva por se tratar de uma versão de um dos melhores combate do primeiro DK (onde ele luta no esgoto contra o líder mutante). Há ainda a capa que abre esse post e as duas abaixo: 



O preço é justo e espero que não altere com as próximas edições (ainda está R$ 9,90). 
Parabéns pela arte-final de Klaus Janson e a colorização sóbria e bela de Brad Anderson.
Que tudo flua bem nesse ótimo ritmo. Nas próximas edições de Cavaleiro das Trevas III - A Raça Superior.

P.S.: eu vi ao final da leitura o que será a tal "raça superior". Achei previsível, mas com um potencial para a ação espetacular.
P.S.2:  o prazo entre uma edição e a seguinte está bem atrasado.
P.S.3: Who cares?

terça-feira, 28 de junho de 2016

Personagens dos X-Men são cartunizados por Randy Bishop



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Vocês certamente reconhecerão estes heróis e vilões do universo dos X-Men. Mesmo com visual cartoon, cada um deles manteve a essência (e o tom alegre) a qual estamos acostumados. O artista é o estadunidense Randy Bishop. Gostei demais dos traços de Randy e é interessante observar que ele não apagou os traços iniciais de seus esboços, algo que já serve como lição para candidatos a desenhistas.
















segunda-feira, 27 de junho de 2016

Conheçam a Ordem do X - Os X-Men medievais.


Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo. #apogeudoabismo

Inspirado em personagens da literatura e na própria História, o artista Nate Hallinan criou versões medievais dos X-Men. Alguns lembram personagens consagrados da literatura (como o Wolve'Rune que lembra um anão guerreiro de O Senhor dos Anéis), enquanto outros parecem saídos de uma cena de Diablo III (Colussus é um ferreiro sombrio). Há ainda quem esteja similar a outra adaptação dos quadrinhos que é o caso de Ciclope, cujo visual lembra muito o de Murdock em 1602, de Neil Gaiman. Noturno, por sua vez, assumiu um ar que remonta aos Três Mosqueteiros, quase um nobre.
Ororo está muito próxima de uma sacerdotisa, com trajes rituais e um ar místico. Jean Grey  se tornou uma arqueira hábil e ostenta em sua testa o símbolo daquilo que a tornou temida no universo Marvel: a Fênix. 
O Fera está também parecido com outro personagem de Tolkien: Beorn. Na verdade, ele assumiu a aparência de um urso, ainda que mantenha seus traços intelectuais nas artes conceituais.
Xavier, ou Lord Xavier, mantém o visual de Patrick Stewart nos filmes da franquia, mas com uma serenidade própria dos que compreendem além daquilo que a maioria entende. O detalhe especial ficou por conta de sua cadeira de rodas feita de madeira.
Vejam as artes conceituais abaixo e visitem o site de Nate. Há muito mais para se descobrir.



















sábado, 25 de junho de 2016

Rap, nerds, história e muito humor. Esse é o Epic Rap Battles of History.


Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo. #apogeudoabismo

Um dos mais divertidos e criativos canais do Youtube ganhou sua versão legendada. Unindo rap, nerdices em nível épico, história e humor, o Epic Rap Battles of History é um sucesso absoluto.
Os confrontos entre rappers são engraçados ao extremo e misturam cultura geral com ótimos efeitos e rap com samplers fantásticos. A linguagem pega pesado em algumas ocasiões (não é recomendado para menores) e coloca os mais inusitados personagens da história (real e fictícia) em um confronto direto.
O canal foi criado por Peter Shukoff e Lloyd Ahlquist já está no ar há 6 seis anos e apresentou batalhas consagradas como: Deadpool vs Bobba Fett, George R. R. Martin vs J. R. R. Tolkien, Darth Vader vs Hitler, Michael Jordan vs Muhammad Ali, Filósofos ocidentais vs Filósofos orientais, entre outros. 
Ao final do post vocês terão dois exemplos das batalhas de rap, além dos links para o canal original e a versão legendada em português. Os confrontos são rápidos e é possível assistir a todos em um único dia. 
As batalhas servirão para divertir e também para incentivar a busca por conhecimento, já que há fatos históricos e nuances das vidas e realizações de cada um dos "combatentes". 

P.S.: ao contrário do que muitos podem pensar, os raps são extremamente bem elaborados. É preciso ter um conhecimento mínimo sobre cada personagem para não se perder ou compreender errado.

Epic Rap Battles of History (original): ERBH

Epic Rap Battles of History (legendado em português): ERBH Português

Making of dos episódios: ERB2





Os mais novos livros da Companhia das Letras


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O dono do morro, Misha Glenny (Tradução de Denise Bottmann)
A vida de uma cidade é a história de sua gente – de seus intelectuais e comerciantes, de seus trabalhadores, policiais e bandidos. A menos que estes últimos estejam mortos, para o repórter será sempre mais conveniente tratar dos outros. No entanto, em certas sociedades o bandido tem grande força simbólica, e dar as costas a ele é abrir mão do bom trabalho jornalístico.
O Dono do Morro toma o caminho difícil ao contar a história de Nem da Rocinha, que está tão vivo quanto o leitor. Em novembro de 2011, ao ser preso, Nem era o criminoso mais procurado do Rio de Janeiro, se não do país. Misha Glenny vai encontrá-lo na prisão, e o que se segue é tanto a ascensão e queda de um traficante como a tragédia de uma cidade.
Numa tarde de 2000, Antônio Francisco Bonfim Lopes “subiu o morro como Antônio e desceu como Nem”. Em minutos, passou de trabalhador exemplar a bandido. O Rio é pródigo em episódios de conversão ao crime, mas raras vezes eles se apresentam com essa clareza trágica – com motivação, hora e local perfeitamente determinados.


O instante certo, Dorrit Harazim
A fotografia mudou o mundo. Há cliques que alteraram o rumo da história, os costumes da sociedade, os hábitos privados e coletivos. Neste O instante certo, a premiada jornalista Dorrit Harazim conta a história e as histórias de alguns dos mais célebres fotogramas já tirados. Com o olhar menos interessado em aspectos técnicos do que em aspectos humanos, Dorrit enxerga para além de jogos de luzes e sombras, mirando sempre nas narrativas que as fotografias por vezes revelam e por vezes ocultam.
Assim, registros da Guerra Civil Americana propiciam uma rica análise dos avanços tecnológicos da fotografia e de como eles mudaram a reportagem de guerra. Uma fotografia na cidade de Selma é um relato da trajetória do movimento pelos direitos civis, e uma série de retratos de um casamento inter-racial serve para alterar a visão de uma nação sobre seu próprio racismo. No Brasil, uma mudança na lei trabalhista tem como fruto um dos mais profícuos retratistas do país, e o acaso e a sorte levam outro talentoso fotógrafo ao sucesso internacional.
Num dos momentos mais emocionantes do livro, Dorrit conta a história do fotógrafo que registrou os pertences de dezenas de internos de uma instituição psiquiátrica desativada. São malas, bolsas e inúmeros cacarecos, um labirinto pessoal e afetivo de gente que foi esquecida e abandonada pelo tempo, e cujas memórias são resgatadas por essas imagens. Da mesma forma, Dorrit narra a vida da misteriosa Vivian Maier, uma babá de vida pessoal discreta que, após a morte, foi revelada como uma grande fotógrafa e retratou como poucos a sua cidade e a sua sociedade. Neste que é seu primeiro livro, Dorrit Harazim nos guia não apenas através das imagens, mas de um universo de histórias interligadas, acasos e aqueles breves instantes de genialidade que só a fotografia pode captar.


Pé do ouvido, Alice Sant’Anna
Pé do ouvido se inventa como um poema de formação, gênero que, como se sabe, não existe. Nos romances assim designados, uma personagem jovem parte em viagem e, a cada experiência vivida, forja, por acumulação, sua personalidade e visão de mundo. A narradora de Alice Sant’Anna certamente é jovem, mas já rodou muitas estradas. Entre uma Brook Street qualquer e o Morro Dois Irmãos, o que ela aprende é a perder – certezas, casas ou amores -, aluna aplicada na dura disciplina ensinada por Elizabeth Bishop.


O rei, o pai e a morte, Luis Nicolau Parés
Este livro examina as práticas religiosas na antiga Costa dos Escravos, na África Ocidental, correspondente à extensão onde hoje está a República do Benim. Nesse pequeno trecho de litoral, embarcou-se parte significativa dos africanos que chegaram escravizados ao Brasil, em particular à Bahia. A obra privilegia os dois séculos que vão de 1650 a 1850, quando o tráfico transatlântico de escravos foi mais intenso.
Os principais reinos que dominaram a região nessa época foram Aladá, depois Uidá, e a partir da década de 1720, Daomé. Em razão das várias línguas faladas nessas sociedades, os deuses eram chamados de diversas formas, mas o termo mais comum era, e ainda é, vodum. Assim, o livro analisa o dinamismo e a historicidade da prática associada aos voduns, destacando sua imbricação com a vida política e econômica desses reinos. Em função da ligação histórica do Brasil com o lugar, a última parte da obra aborda questões relativas às repercussões que esses costumes tiveram na Bahia e no Maranhão.

Objetiva

Turno da noite, Aguinaldo Silva
A íntima relação de Aguinaldo Silva com a escrita começou cedo. Publicou seu primeiro romance pouco antes de completar dezoito anos e logo estreou como repórter. Sua vida como jornalista daria uma novela com lances dramáticos e episódios extraordinários, todos narrados na primeira parte deste livro, que traz as memórias de sua juventude no Recife dos anos 1960 e na efervescente cena cultural carioca da década de 1970. A partir de 1969, Aguinaldo passou a se interessar pela reportagem policial. Junto à apuração dos fatos, imprimiu um tom pessoal às matérias, produzindo textos inesquecíveis sobre o mundo do crime e da violência policial, muitos deles reproduzidos na segunda parte deste livro.

Alfaguara

A história dos meus dentes, Valéria Luiselli (Tradução de Paulina Wacht e Ari Roitman)
Gustavo Sánchez Sánchez, mais conhecido como “Estrada”, tem uma missão: quer trocar todos os seus dentes. Ele possui algumas habilidades que podem ajudar nessa empreitada, como, por exemplo, imitar Janis Joplin e decifrar biscoitos da sorte chineses. Além disso, ele é o melhor leiloeiro do mundo — mesmo que ninguém saiba disso, já que ele é muito discreto. Enquanto estuda o ofício com o grande mestre Oklahoma, Estrada viaja o mundo aperfeiçoando seu talento e nos mostra como o valor da arte e a nossa própria identidade podem ser construídos.

Companhia das Letrinhas

Bem lá do alto, Susanne Straber (Tradução de Julia Bussius)
Neste livro, um urso avista um bolo. Ele parece muito apetitoso. Mas, puxa, está bem lá no alto… Como o urso vai conseguir pegá-lo?
Um livro para crianças bem pequenas em que se mostra o quanto é bom poder contar com a ajuda dos amigos e de acontecimentos inesperados.

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Esculturas Steampunk feitas com peças de relógios.


Por: Franz Lima. Curta nossa fanpage: Apogeu do Abismo

A escultora Sue Beatrice é visivelmente uma admiradora dos mecanismos de relógios. Engrenagens, molas e estruturas são rearranjadas para formar peças únicas. O detalhamento presente em suas esculturas é incrível e refletem a admiração e determinação de Sue por essas peças tão complexas. O visual de suas obras inspira-se nas artes steampunk cuja temática envolve mecanismos, vapor e muita ficção.
Cada peça tem sua peculiaridade e é preciso olhá-las com muita atenção para captar os mínimos detalhes. Aliás, os detalhes são frutos de uma busca incansável por antigos relógios de bolso que ganham um upgrade com a criatividade da escultora. Um detalhe importante: em julho, segundo informações, Sue Beatrice voltará a esculpir figuras fornecidas por clientes. Algumas das imagens abaixo mostram o alto padrão do trabalho dela. Garanta um presente inesquecível para você ou para quem ama.
A escultora tem um atêlie virtual onde expõe e vende suas peças que, hoje, são feitas em prata, bronze e outros metais. Acesse o link acima e adquira sua arte...









Peça sob encomenda. A fidelidade ao retrato de Poe é surpreendente

Peça sob encomenda. A fidelidade ao retrato de Poe é surpreendente (detalhes)

Isso é arte em alto nível. 
Reparem na perfeição dos traços do animal captados por Sue.


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