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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

A evolução do Wolverine de Hugh Jackman em uma única e icônica imagem.



Não consegui identificar o autor dessa obra de arte digital, mas é fato que a ilustração ficou perfeita. Nela, vemos a evolução do personagem Wolverine nos filmes (interpretado por Hugh Jackman), indo desde sua primeira aparição até a final que será no filme "Logan". O mais legal foi a inclusão das imagens nas garras do Wolverine. Genial!
Detalhe: essa será a nona vez que Hugh Jackman interpreta o mutante em filmes da franquia (Trilogia X-Men, X-Men Origens: Wolverine, X-Men: Primeira Classe, Wolverine Imortal, X-Men: Dias de um Futuro Esquecido, X-Men Apocalipse e, por fim, Logan).
Caso saibam quem é o autor da arte, peço que informem através dos comentários deste post.

Texto: Franz Lima
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Pinturas, sketch e desenhos memoráveis fazem parte da arte de Paolo Rivera.



Algumas peregrinações pelo facebook, instagram e outras redes sociais podem ser proveitosas. Foi justamente em uma dessas que conheci alguns dos trabalhos do desenhista Paolo Rivera. Seus traços me lembraram alguns desenhistas da década de 1980, mas há outros trabalhos que mesclam com perfeição os estilos desses desenhistas e outros mais modernos, como Alex Ross, por exemplo.
Seja como for, o talento de Paolo é inegável. Sua arte é caprichada e há um detalhe que não vemos comumente em outros desenhistas: ele não faz questão alguma de esconder seu processo criativo, algo muito positivo para aqueles que querem aprender o ofício. Muitas dúvidas sobre sua arte são esclarecidas com apenas algumas imagens. Paolo usa recursos modernos como modelagem 3D e outros mais comuns - a fotografia - para compor imagens belas e dignas de cada um dos personagens representados. 
Incorporado ao post há um vídeo com o 'time lapse' de um belíssimo pôster de Capitão América 2: o Soldado Invernal. 


Texto: Franz Lima
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As redes sociais dele são:
Instagram: @paolomrivera


































sábado, 28 de janeiro de 2017

Fábrica de Brinquedos. Um livro que seus filhos irão amar.



Manter as crianças ativas - em plena era digital - não é algo simples. O acesso às tecnologias em games, smartphones, TV e internet são de extrema valia, porém a dependência de uma tela para usufruir dos recursos tem se mostrado um empecilho à "movimentação" da criança (e do adulto).
O livro Fábrica de Brinquedos me surpreendeu positivamente por ser um incentivador do raciocínio e da criatividade das crianças. Sim, eu sei que muitos dirão que os aplicativos (app) também são - e eu concordo -, mas há um diferencial nesse livro: a necessidade da busca, da montagem e do raciocínio para criar brinquedos que irão interagir fisicamente com a criança. Em tempos de touch screen, ter uma ferramenta que leve os pequeninos a produzir algo com suas próprias mãos e vontade é um presente para os pais. 

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Fabrica de Brinquedos | Girassol Brasil from Ricardo Girotto on Vimeo.
Outro fator que me deixou bastante animado foi a reação dos professores dos meus filhos ao conhecer o livro. A interatividade e a possibilidade de interação entre pais e filhos é um achado em tempos onde o isolacionismo é quase uma regra. 
Vamos acrescentar à lista de qualidades positivas dessa obra o seguinte: a reutilização de materiais que iriam ser descartados. Fábrica de Brinquedos é tudo isso mesmo. Ensina a reciclar, a montar, a criar e a incentivar a criatividade das crianças, além de proporcionar a interação entre pais e filhos.

Dados Técnicos:
Autor: Ricardo Girotto
Ilustrador: Ricardo Girotto
48 páginas 23 x 30 cm
Capa Dura, verniz localizado
ISBN: 978-85-394-1944-9



quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

X-Men: Dias de um Futuro Esquecido. As várias capas em homenagem ao clássico da HQ.



A história "Dias de um Futuro Esquecido" (Days of a Future Past) é um inegável clássico das HQ. A trama trouxe um tipo de ação diferente até mesmo daquilo que já havíamos visto com os X-Men. Drama, segregação, medo, racismo, perseguição, morte e até campos de concentração estavam presentes na narrativa. Heróis consagrados estavam mortos, enquanto os sobreviventes eram subjugados por máquinas assassinas e marcados como párias. 
Mas o que realmente determinou a classificação desta trama como uma obra clássica e marcante foi o tempo. Lançada originalmente em 1981 e escrita pela lenda dos quadrinhos, Chris Claremont, resistiu aos 36 anos passados e marcou de tal forma a cultura popular a ponto de gerar mais de 20 capas em sua homenagem ou referência. Isso sem esquecer do filme homônimo lançado há algum tempo.
Este post concentra a maioria delas, porém se houver outras, peço que me avisem através dos comentários.
Um grande abraço a todos. 
P.S.: caso ainda não tenha lido essa história, corra e não deixe para depois.
P.S.2: E não se esqueçam de dar uma curtida em nossas páginas: Franz Lima eApogeu do Abismo.



























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